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Lojistas oferecem descontos de até 70% no Dia Livre de Impostos

A pesada carga tributária brasileira motiva, pela 13ª vez, o Dia Livre de Impostos (DLI), ação realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e coordenada pela Câmara de Dirigentes Lojista Jovem (CDL Jovem).

Lojistas temporario

Foto: CDL-BH/reprodução

O objetivo é conscientizar a população sobre os altos impostos, além de apoiar a discussão em torno da Reforma Tributária. Neste ano, o evento será realizado no próximo dia 30, e contará com a participação de estabelecimentos de 18 estados e do Distrito Federal.

As empresas que aderem à campanha comercializam produtos e serviços com descontos, no valor que normalmente é consumido por taxas de tributação. Supermercados, drogarias, shoppings centers, padarias, restaurantes e concessionárias de veículos participantes chegam a oferecer descontos de até 70%. Esses estabelecimentos pagam os tributos normalmente, mas, neste dia específico, vendem seus itens sem repassar as taxas no preço final para os clientes. De acordo com informações do IBPT, o brasileiro trabalha em média 153 dias, ou cinco meses por ano, só para pagar impostos.

Em 2019, a expectativa é que 10 mil estabelecimentos e 45 shoppings participem da iniciativa. Entre os participantes, postos de gasolina venderão 100 mil litros de combustível com aproximadamente 40% de desconto, a alíquota de impostos que compõe o valor final do produto. Em (www.dialivredeimpostos.com.br) os lojistas que têm interesse em aderir à campanha podem cadastrar seus estabelecimentos e baixar materiais de comunicação, entre eles peças gráficas e vídeos informativos (AI/CNDL).

Confiança do Consumidor caiu 2,9 pontos em maio

Confianca temporario

Consumidores se mostram mais cautelosos quando vão ao comércio. Foto: Tânia Rêgo/ABr

Agência Brasil

O Índice de Confiança do Consumidor, da Fundação Getulio Vargas (FGV), recuou 2,9 pontos na passagem de abril para maio. Depois de quatro quedas consecutivas, o indicador acumula perda de 10 pontos e atingiu 86,6 pontos em uma escala de zero a 200. Esse é o menor patamar desde outubro do ano passado (85,4 pontos). De abril para maio, a confiança dos consumidores caiu em relação tanto ao presente quanto ao futuro.

O Índice de Situação Atual (ISA) diminuiu 3,7 pontos, indo para 73,4. Houve queda de 3 pontos em relação ao otimismo em relação à economia e de 4,4 pontos sobre a satisfação com as finanças familiares. O Índice de Expectativas (IE) recuou 2,2 pontos, para 96,5 devido a quedas de 7,4 pontos em relação à evolução da economia e de 5,9 pontos no otimismo sobre a situação financeira familiar.

De acordo com a pesquisadora da FGV Viviane Seda Bittencourt, entre fevereiro e abril a queda da confiança tinha sido associada à frustração de expectativas com o ritmo da recuperação econômica e com os reflexos disso no mercado de trabalho e na situação financeira das famílias. Em maio, segundo ela, o resultado mostra um aumento expressivo da insatisfação dos consumidores com a situação atual, principalmente entre as famílias com renda mais baixa.

Cresce o número de micro e pequenas empresas endividadas

A inadimplência de micro e pequenas empresas bateu recorde em março de 2019, chegando a 5,3 milhões. O número é o maior da série histórica, iniciada em março de 2016, e teve alta de 6,9%, na comparação com o terceiro mês de 2018. Na relação com fevereiro de 2018, houve aumento de 0,7%.

Segundo os economistas da Serasa Experian, o fraco desempenho da atividade econômica durante o primeiro trimestre acabou por não favorecer a ampliação da geração de caixa das empresas. Este fator e a alta da inflação foram os responsáveis pelo aumento do número de micro e pequena empresas com dívidas atrasadas e negativadas.

Por segmento, Serviços – que representa 48% do total em março deste ano – foi o setor que mais deixou de pagar as contas em dia, com alta de 11,6%, na comparação com março de 2018. A indústria (8,4% de participação) vem na sequência, com aumento de 3,2%, e o comércio (43,2% de participação) com crescimento de 2,8% no comparativo anual (AI/Serasa Experian).

Arrecadação cresceu 1,28% em abril

Agência Brasil

A arrecadação das receitas federais somou R$ 139,030 bilhões, em abril de 2019, informou onbtem (23) a Secretaria da Receita Federal do Ministério da Economia (SRF). Houve aumento real (descontada a inflação) de 1,28%, na comparação com o mesmo mês de 2018.

Em abril, as receitas administradas por outros órgãos (principalmente royalties do petróleo) foram as responsáveis pelo crescimento da arrecadação, ao totalizarem R$ 11,030 bilhões, com crescimento de 24,82%. As receitas administradas pela SRF (como impostos e contribuições) chegaram a R$ 127,99 bilhões, com queda real de 0,34%.

De janeiro a abril, a arrecadação somou R$ 524,371 bilhões, com crescimento real de 1,14%. O faturamento administrado pela Receita chegou a R$ 499,165 bilhões, com aumento real de 0,3%. As receitas administradas por outros órgãos chegaram a R$ 25,205 bilhões, com crescimento de 21,12%.

Recuou 0,5% a inadimplência do consumidor

Em São Paulo, o Indicador de Registros de Inadimplentes recuou 0,5% na comparação mensal de março contra o mês anterior, de acordo com os dados da Boa Vista. No resultado acumulado, a inadimplência permaneceu estável (0,0%), enquanto na variação interanual (mesmo mês do ano anterior) o indicador elevou 7,8%.

A recuperação de crédito do consumidor, por sua vez, caiu 0,1% na comparação mensal de março contra o mês anterior. No resultado acumulado, a recuperação avançou 0,5% enquanto na variação interanual (mesmo mês do ano anterior) o indicador subiu 7,2% (Boa Vista SCPC).

 
 
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