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Inflação oficial ficou em 0,57% em abril, diz IBGE

A inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), registrou taxa de 0,57% em abril deste ano. Apesar de ter ficado abaixo do 0,75% registrado em março, o IPCA de abril deste ano é maior do que o 0,22% de abril do ano passado e a maior taxa para o mês desde 2016 (0,61%).

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Preço médio do tomate subiu 28,64% em abril. Foto: Ag. Diário/Reprodução

Segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA acumula taxas de 2,09% no ano (a maior para o período desde 2016) e de 4,94% em 12 meses. A inflação de 0,57% registrada em abril foi puxada pelos gastos com saúde e cuidados pessoais (1,51%), transportes (0,94%) e alimentação (0,63%).

As maiores altas de preço do segmento de saúde e cuidados pessoais veio dos remédios (2,25%), perfumes (6,56%) e planos de saúde (0,8%). Entre os transportes, as principais contribuições vieram das passagens aéreas (5,32%) e das tarifas de ônibus urbanos (0,74%).

Os alimentos foram puxados pelas altas de preços da alimentação fora de casa (0,64%) e de produtos como tomate (28,64%), frango inteiro (3,32%), cebola (8,62%) e carnes (0,46%).

O feijão-carioca, com queda de preço de 9,09%, e as frutas, com queda de 0,71%, evitaram uma inflação maior. Entre os outros grupos de despesas, apenas os artigos de residência tiveram deflação (queda de preços), de 0,24%. Os demais grupos tiveram as seguintes taxas de inflação: habitação (0,24%), vestuário (0,18%), despesas pessoais (0,17%), educação (0,09%) e comunicação (0,03%) (ABr).

Algodão brasileiro bate novo recorde no mercado

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A China lidera o ranking dos principais destinos das exportações de algodão brasileiro. Foto: Anea/Reprodução

Características como uma boa safra na temporada 2017/2018, qualidade, competitividade e maior participação em alguns dos principais mercados consumidores, possibilitaram ao Brasil bater uma nova marca na exportação de algodão em pluma, segundo a Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea).

Entre julho de 2018 e abril de 2019, o País embarcou 1,04 milhão de toneladas da commodity, ultrapassando o último recorde, verificado entre julho de 2011 e junho de 2012, de 1,03 milhão de toneladas exportadas. Somente no mês de abril, foram exportadas 72,2 mil toneladas de algodão. Com mais de 35% de participação, a China lidera o ranking dos principais destinos das exportações de algodão brasileiro durante a temporada de embarques da safra 2018.

A Anea já previa que o País iria obter um ótimo desempenho e confia na possibilidade de alcançar o patamar de segundo maior exportador mundial de algodão, ainda neste ano. Com a performance da commodity, Henrique Snitcovski, presidente da Anea, reforça que o País está cada vez mais próximo desta meta. “Para completar o ciclo da safra de 2018, ainda faltam os meses de maio e junho”, afirma.

Um dos principais atributos do setor produtor de algodão brasileiro, de acordo com Snitcovski, é que trata-se de um segmento unido, trabalhando para superar desafios, desenvolver e aperfeiçoar a presença da fibra nacional em diversos mercados, com qualidade, regularidade e competitividade (AI/Anea).

IGP-M acumula taxa de inflação de 7,79%

Agencia Brasil

O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), usado no reajuste dos contratos de aluguel, registrou taxa de inflação de 0,58% na primeira prévia de maio, abaixo do registrado na primeira prévia de abril (0,62%). Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), o indicador acumula taxas de 3,7% no ano e de 7,79% em 12 meses.

A queda da taxa da prévia de abril para a prévia de maio foi puxada pelos preços no varejo e na construção civil. A inflação do Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, caiu de 0,65% em abril para 0,35% em maio. Já o Índice Nacional de Custo da Construção passou de 0,36% para 0,09%. Por outro lado, o Índice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o atacado, teve queda na inflação, ao passar de 0,65% na prévia de abril para 0,74% na prévia de maio.

Em vigor novas tarifas dos EUA sobre itens chineses

Passaram a valer, desde a última sexta-feira (10), as novas tarifas de 25% impostas pelos Estados Unidos sobre cerca de US$ 200 bilhões de produtos chineses. A decisão do governo de Donald Trump representa uma escalada na tensão comercial com Pequim, que reflete nos mercados mundiais. As tarifas subiram de 10% para 25%, e impactarão cinco mil categorias de itens chineses importados pelos Estados Unidos.

A medida afeta mais de um terço das exportações anuais chinesas para os EUA, incluindo produtos como cereais, têxteis, materiais de construção, produtos químicos e combustíveis. A China lamentou "profundamente" a decisão de Trump de aumentar as tarifas. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Geng Shuang, também disse que a "estabilidade e saúde" da relação entre os dois países "são interesses de todos".

Negociações comerciais ocorreram em Washington até o último minuto antes das tarifas entrarem em vigor, mas terminaram sem avanço. A Casa Branca, porém, garantiu que os diálogos continuarão . Agora, as conversas, se transformarão em tratativas para alcançar um acordo que permita retirar, diminuir ou conter o impacto dessas tarifas na economia da China (ANSA).

BNDES não pode ser fábrica de privilégios

Agência Brasil

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse na sexta-feira (10) que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) não pode ser uma fábrica de privilégios, e que não pode escolher apenas algumas empresas para receber a maior parte dos investimentos. A afirmação foi feita durante o 31º Fórum Nacional, que acontece no BNDES, no Rio de Janeiro.

De acordo com o ministro, o banco não pode exercer apenas o papel de “dar grana para gato gordo”. “Tem que acabar com essa história de [criar empreendimento] campeão nacional. Quem cria campeão nacional é o mercado. Isso aqui não pode ser uma fábrica de privilégios”, disse. Segundo ele, o banco deveria ter um papel de investir em projetos de utilidade pública, como a política de saneamento, mas também na reestruturação financeira de estados e municípios, nas privatizações e no Programa de Parcerias de Investimentos (PPIs).

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