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Ministro do Turismo quer reduzir o preço das passagens aéreas

O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, declarou que uma das ações do governo para o incremento do setor turístico no Brasil é a redução do valor das passagens áreas.

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Ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio. Foto: Valter Campanato/ABr

Ele participou ontem (2) da sétima edição da World Travel Market, feira internacional do setor de viagens realizado na capital paulista. A queda dos valores pode ocorrer com a aprovação no Congresso da MP que autoriza as empresas de aviação nacionais a terem participação ilimitada de capital estrangeiro.
A lei determina limite máximo de 20% de investimento vindo de fora. No último dia 20, o texto foi aprovado pela Câmara. “Vai aumentar a competitividade, sem dúvida nenhuma, gerando, sobretudo, a redução da tarifa. A modernização da lei geral do Turismo foi aprovada na Câmara juntamente com as aéreas. Uma série de fatores que vão impactar positivamente o turismo”.

Outra ação do governo, que começará a valer em 17 de junho, será a isenção da necessidade de vistos para entrada de estrangeiros procedentes dos Estados Unidos, do Canadá, da Austrália e do Japão.
Segundo o ministro, o pleito vinha sendo requerido há mais de 15 anos pelo setor. A expectativa é que a medida atraia US$ 1 bilhão por ano com a circulação desses estrangeiros, de acordo com os estudos iniciais.

“Um momento como esse é muito importante para o desenvolvimento do turismo, sobretudo nos municípios. O Brasil apresenta uma economia liberal, abrindo ao mundo os investimentos na nossa terra”, declarou. “O turismo tem tudo para deslanchar e movimentar essa cadeia enorme, gerando milhões de empregos" (ABr).

Brasil vai abrir mão do tratamento especial na OMC

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Inflação foi puxada pelos transportes, cujas tarifas subiram 1,22% em março. Foto: José Cruz/ABr

Agência Brasil

O governo do Brasil vai começar a abrir mão do tratamento especial e diferenciado (TED) em negociações na Organização Mundial do Comércio (OMC). A iniciativa, no entanto, não implica “qualquer alteração ou redução da flexibilidade já existente no que respeita a certas regras dos acordos da OMC vigentes”, segundo o Ministério das Relações Exteriores.

Em nota, o Itamaraty informa que as negociações foram anunciadas durante o encontro dos presidentes Jair Bolsonaro e Donald Trump, em Washington, no último dia 19. “A variedade das medidas de TED e o fato de que algumas delas valeram apenas por um período demonstram que o TED é dinâmico e evolutivo”, diz o texto. Conforme o ministério, a chamada flexilidade é resultado de “extensas negociações no passado e não será rediscutida”, podendo variar, segundo acordos e o grau de desenvolvimento de grupos de países.

A nota cita exemplos, como o Acordo sobre Salvaguardas, no qual os países em desenvolvimento, dependendo do nível de suas exportações, são isentos de salvaguardas aplicadas por parceiros comerciais.
Também menciona o Acordo de Agricultura por meio do qual um grupo de países em desenvolvimento é submetido a uma porcentagem maior de apoio doméstico à produção isento de compromissos de redução.

Inflação pelo IPC-S cresceu em seis capitais

Agência Brasil

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) cresceu em seis das sete capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) na passagem de fevereiro para março. A maior alta foi observada em Porto Alegre: 0,87 ponto percentual, ao subir de 0,02% em fevereiro para 0,89% em março.

Também tiveram alta o Rio de Janeiro (0,47 ponto percentual, ao passar de 0,36% para 0,83%), Salvador (0,43 ponto percentual, foi de 0,21% para 0,64%), Brasília (0,34 ponto percentual, indo de 0,13% para 0,47%), Recife (0,18 ponto percentual, ao passar de 0,53% para 0,71%) e São Paulo (0,03 ponto percentual: de 0,53% para 0,56%).

Por outro lado, apenas Belo Horizonte teve queda na taxa de fevereiro para março (-0,47 ponto percentual), ao recuar de 0,65% para 0,18%.

Produção industrial cresceu 0,7%, revela IBGE

Agência Brasil

A produção industrial brasileira cresceu 0,7% na passagem de janeiro para fevereiro, segundo dados da Pesquisa Industrial Mensal divulgados hoje (2), no Rio de Janeiro, pelo IBGE. De dezembro para janeiro, o setor caiu 0,7%. Na comparação com fevereiro de 2018, houve uma alta de 2%. A indústria acumula queda de 0,2% no ano e alta de 0,5% em 12 meses. Na média móvel trimestral, a variação é de 0,1%.

Três das quatro categorias econômicas tiveram alta de janeiro para fevereiro: bens de capital, isto é, máquinas e equipamentos (4,6%), bens de consumo duráveis (3,7%) e bens de consumo semi e não duráveis (0,7%). Os bens intermediários, ou seja, os insumos industrializados usados no setor produtivo, caíram 0,8%.

Dezesseis das 26 atividades industriais pesquisadas tiveram alta, com destaque para veículos automotores, reboques e carrocerias (6,7%), produtos alimentícios (3,2%) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (4,3%). Dez ramos industriais apresentaram queda. O principal recuo veio das indústrias extrativas (-14,8%), resultado influenciado pelo recuo na produção de minério de ferro relacionada ao rompimento da barragem de Brumadinho, em 25 de janeiro último.

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