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BNDES seleciona 79 projetos para desenvolvimento este ano

Setenta e nove projetos inovadores de diferentes segmentos da economia foram escolhidos pelo BNDES para que sejam executados, a partir de abril, dentro do Programa BNDES Garagem.

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A iniciativa do BNDES visa dar musculatura a empreendedores e empresas. Foto: Divulgação/Internet

Desse total, 49 se encaixam no módulo criação, voltado para apoiar equipes de empreendedores com propostas de negócios inovadores, e 30 no módulo aceleração, destinado a “startups” (empresas emergentes que desenvolvem produtos ou serviços inovadores, com potencial de rápido de crescimento) já em operação.

A primeira edição do programa é promovida em parceria pelo banco com a Wayra, hub (lugar ou forma de conectividade) de inovação aberta pela Vivo no Brasil e Telefônica no mundo, e a Liga Ventures, primeira aceleradora focada em conectar “startups” e grandes corporações do Brasil, informou o banco. A iniciativa do BNDES visa dar musculatura a empreendedores e empresas, para que elas possam gerar novos negócios por meio de desenvolvimento de modelos focados na atração de potenciais investidores e clientes.

Nessa primeira fase do programa, foram inscritos mais de cinco mil projetos oriundos de todas as regiões brasileiras. Os programas selecionados abrangem temas de interesse apontados pelo BNDES, que são saúde e bem-estar, sustentabilidade social e ambiental, economia criativa, segurança, soluções financeiras (Fintechs), educação, IoT (Internet das Coisas) e Blockchain (tecnologia de registro distribuído), além de outros importantes setores da economia.

Os projetos escolhidos serão acompanhados por profissionais e contarão com estrutura física, apoio tecnológico, administrativo, jurídico, contábil e de comunicação. “A extraordinária resposta à chamada feita pelo BNDES Garagem evidencia a extensão e o dinamismo do ecossistema de inovação, especialmente digital, no Brasil”, informou o banco aduzindo querer construir possibilidades de parcerias, para permitir ao setor privado investir em startups e no desenvolvimento de soluções para suas respectivas necessidades (ABr).

Importações de produtos químicos impulsiona déficit setorial

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Houve aumento de 31,4% em relação ao mesmo período do ano passado. Foto: abracomex/reprodução

O déficit acumulado da balança comercial de produtos químicos atingiu US$ 4,9 bilhões nos dois primeiros meses do ano. O valor representa aumento de expressivos 31,4% em relação ao mesmo período do ano passado. No primeiro bimestre de 2018, as importações de produtos químicos, superiores a US$ 6,9 bilhões, registraram uma elevação de 14,4% em relação ao mesmo período de 2018, sendo o maior valor importado para o período em toda a série histórica do acompanhamento da balança comercial setorial.

Já as exportações, de US$ 2 bilhões, apresentaram redução de 13,3% na mesma comparação, particularmente marcadas pela queda de 23,4% nas vendas externas para a Argentina, principal parceiro comercial em produtos químicos, no contexto do delicado momento econômico do país vizinho. Especificamente no mês de fevereiro, as importações de produtos químicos foram de US$ 3,3 bilhões, uma elevação de 16% em relação ao mesmo mês no ano passado. Já as exportações, de US$ 960 milhões, significaram uma diminuição de 7,4% em igual comparação.

Segundo o presidente-executivo da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), Fernando Figueiredo, o forte ritmo de importações em todos os grupos de produtos é ainda mais grave para aqueles em que o gás natural é usado como energia ou matéria-prima. “O Brasil será ainda mais impactado caso não sejam resolvidos rapidamente os problemas de alto custo de energia e de insumos estratégicos para o setor, que impedem as empresas brasileiras de competirem no mercado nacional e internacional” (AI/Abiquim).

Movimento do Comércio caiu 0,5% em fevereiro

O Indicador Movimento do Comércio, que acompanha o desempenho das vendas no varejo em todo o Brasil, caiu 0,5% em fevereiro na comparação mensal dessazonalizada, de acordo com dados apurados pela Boa Vista. Na avaliação acumulada em 12 meses, o indicador subiu 1,3%. Já na variação contra fevereiro do ano anterior o varejo cresceu 3,8%.

Os resultados do indicador revelam as dificuldades na recuperação do comércio, que vem registrando fraco desempenho desde o início de 2018. Fatores como alto nível de desocupação e lenta melhora da atividade econômica continuam sendo os principais entraves para uma evolução mais robusta do setor. Com poucos sinais de melhora no cenário econômico, espera-se que o varejo siga em um ritmo gradual em 2019.

Na análise mensal, dentre os principais setores, o setor de “Móveis e Eletrodomésticos” apresentou queda de 2,4%, descontados os efeitos sazonais. A categoria de “Tecidos, Vestuários e Calçados” cresceu 1,1% no mês. A atividade do setor de “Supermercados, Alimentos e Bebidas” registrou aumento de 0,4%. Por fim, o segmento de “Combustíveis e Lubrificantes” subiu 0,1% em fevereiro (Boa Vista SPC).

Indonésia cancela compra de 49 aviões da Boeing

A Garuda Airlines, companhia aérea de bandeira da Indonésia, cancelou uma encomenda de 49 aviões Boeing 737 MAX 8, modelo que está sendo questionado devido a dois acidentes mortais em pouco mais de quatro meses. O contrato havia sido assinado em 2014 e somava quase US$ 5 bilhões. Essa é a primeira medida do tipo contra o avião da gigante americana, que foi impedido de voar temporariamente em dezenas de países do mundo.

Segundo a Garuda, companhia controlada pelo Estado, os passageiros "não acreditam mais na segurança" do 737 MAX 8. A empresa não descarta converter a encomenda na compra de outros modelos da Boeing. Os acidentes com o 737 MAX 8 ocorreram em 29 de outubro de 2018, com a empresa indonésia Lion Air, e em 10 de março de 2019, com a etíope Ethiopian Airlines. O primeiro avião caiu no Mar de Java, deixando 189 mortos, e o segundo se acidentou nos arredores da capital da Etiópia, Adis Abeba, matando 157 pessoas.

Nos dois casos a tragédia ocorreu poucos minutos depois da decolagem, e os pilotos chegaram a relatar problemas e pedir autorização para voltar. Em uma carta enviada nesta semana a companhias aéreas do mundo todo, o CEO da Boeing, Dennis Muilenburg, assegurou que a empresa está tomando as medidas necessárias para garantir a "plena segurança" do MAX 8. O grupo americano já anunciou uma atualização do software do avião (ANSA).

 
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