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Isenção de visto aumentará o volume de visitas

O decreto assinado pelo governo que dispensa o visto de entrada no Brasil para turistas de Estados Unidos, Canadá, Austrália e Japão é positivo para o País, avalia o Conselho de Turismo da FecomercioSP.

Isencao temproario


O decreto dispensa o visto de entrada no Brasil para turistas de Estados Unidos, Canadá, Austrália e Japão. Foto: Cytis/Pixabay

O acordo, firmado entre Brasil e Estados Unidos, a fim de isentar unilateralmente a necessidade de visto para os norte-americanos, era uma demanda antiga da Entidade e havia sido divulgada no ano passado aos candidatos à presidência.

Segundo o Ministério do Turismo, em 2017, 478 mil turistas americanos entraram em território nacional. No mesmo ano, no Peru, país também distante dos Estados Unidos e com 32 milhões de habitantes (15% da população brasileira), 15% do tamanho do Brasil e que não exige visto aos americanos, entraram 600 mil turistas, segundo a PromPeru.

Para a FecomercioSP, diante da dimensão do Brasil com múltiplos destinos com as mais variadas características de turismo, seria natural afirmar que, em termos proporcionais de tamanho e população, é possível imaginar um número até quatro vezes maior que o atual em volume de turistas americanos, o que poderia gerar uma injeção de gastos extras de R$ 6,4 bilhões por ano.

No entanto, além da isenção dos vistos para americanos, é necessário pensar em estratégias claras de combate à violência, melhoria das infraestruturas, como rodovias e aeroportos – acelerando as privatizações e concessões –, e também contribuir para a formação de mão de obra qualificada, com aprendizado da língua estrangeira (AI/FecomercioSP).

Cresce exportação de soja do Brasil para a China

Cresce temproario

A soja brasileira está mais competitiva no mercado internacional. Foto: André Kasczeszen/APPA

O Brasil nunca vendeu tanta soja para a China como agora. Só neste ano, 14,66 milhões de toneladas já foram embarcadas e também nomeadas, ou seja, confirmadas para embarque nos próximos meses. São 2 milhões de toneladas a mais que no mesmo período do ano passado. E este comércio acontece não apenas porque a China deixou de comprar o grão dos Estados Unidos, mas porque a soja brasileira está mais competitiva no mercado internacional.

Só que este bom momento da commodity brasileira se depara com negociações, entre Estados Unidos e China, que podem resultar numa trégua comercial entre os dois países. Se o país asiático voltar a comprar a soja norte-americana, como ficará o produto e o produtor brasileiro? Para o especialista em agronegócio, professor Marcos Fava Neves, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEA-RP) da USP, em um primeiro momento os produtores brasileiros sentirão o impacto.

O professor garante, no entanto, que esse impacto será passageiro, porque, ao redirecionar suas vendas para a China, os Estados Unidos deixarão de atender a vários países compradores e o Brasil vai suprir essa lacuna. É bom lembrar que a liderança brasileira nesse mercado é recente. O País lidera as exportações mundiais de soja com 43% das vendas externas. Os Estados Unidos perderam a hegemonia e caíram para o segundo lugar, com 40% do mercado (Jornal da USP).

Italiana Illy adquire 'Fantástica Fábrica de Chocolate'

O Grupo italiano Illy anunciou a compra da famosa marca de chocolates do Reino Unido Prestat, considerada uma inspiração para o livro e filme "A Fantástica Fábrica de Chocolate", de Roald Dahl. De acordo com o presidente da companhia italiana, Riccardo Illy, o grupo já estava interessado na Prestat há pelo menos dois anos.

A Illy já é proprietária dos chocolates "Chocolatier Domori" e "Dammann Frères". O valor da negociação não foi revelado, mas a Domori chegou a registrar vendas de 18,3 milhões de euros em 2018, das quais metade é resultado do chocolate. Ao todo, a Prestat faturou 7 milhões de libras em vendas no mesmo período.

O acordo tem como objetivo garantir à Illy a melhor distribuição para seus produtos através da rede de comercialização da Prestat no território britânico, principalmente em um momento em que a demanda dos consumidores por chocolate de luxo e alimentos em geral está em ascensão (ANSA).

Inflação do aluguel é de 8,05% em 12 meses

Agência Brasil

O Índice Geral de Preços–Mercado (IGP-M), usado no reajuste de contratos de aluguel, registrou inflação de 1,06% na segunda prévia de março. O resultado ficou acima da inflação verificada na segunda prévia de fevereiro (0,55%). Os dados foram divulgados ontem (19), no Rio de Janeiro, pela Fundação Getulio Vargas (FGV). A inflação pelo IGP-M é de 8,05% em doze meses.

A alta da taxa foi puxada pelos preços no atacado e no varejo. A inflação do Índice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o atacado, subiu de 0,73% em fevereiro para 1,41% em março. Já o Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, passou de 0,17% para 0,5% no período. E o Índice Nacional de Custo da Construção teve queda. Ele passou de 0,29% na prévia de fevereiro para 0,11% na prévia de março.

Brasil e México passam a ter livre comércio de veículos leves

Agência Brasil

Desde ontem (19), Brasil e México passam a ter livre comércio de veículos leves, sem a cobrança de tarifas ou limitação quantitativa. A medida está prevista no Acordo que regula o comércio automotivo e a integração produtiva entre os dois países desde 2002. O fim do regime de cotas para veículos leves neste ano estava previsto em acordo firmado em 2015. Também deixa de vigorar a lista de exceções, que previa regras de origem específicas para autopeças.

“O retorno ao livre comércio automotivo entre Brasil e México é passo importante para aprofundar o relacionamento comercial entre as duas maiores economias da América Latina”, disseram, em nota, os ministérios da Economia e das Relações Exteriores. A partir de 2020, está previsto o livre comércio também para veículos pesados (caminhões e ônibus) e suas autopeças.

“Adicionalmente, o governo brasileiro tem grande interesse em ampliar o livre comércio com o México para outros setores, tanto industriais quanto agrícolas, com a inclusão de matérias sanitárias e fitossanitárias, facilitação de comércio e barreiras técnicas ao comércio”, diz a nota, concluindo que: “dentro de uma dinâmica de abertura e de aproveitamento do pleno potencial das duas maiores economias da América Latina, o Governo brasileiro pretende retomar as negociações para um acordo mais abrangente de livre comércio com o México, paralisadas desde 2017".

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