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Vale começa a remover moradores de áreas em Ouro Preto e Nova Lima

A mineradora Vale começou ontem (20) a retirar cerca de 75 moradores de áreas próximas a cinco barragens construídas pelo método a montante nas cidades de Ouro Preto e de Nova Lima, na região metropolitana de Belo Horizonte.

Vale temporario

Medida faz parte de plano de desativação de barragens a montante. Foto: Corpo de Bombeiros/MG

As remoções dos moradores faz parte do plano de descomissionamento (desativação) das barragens de Vargem Grande, em Nova Lima, e Forquilha I, Forquilha II, Forquilha III e Grupo, em Ouro Preto.

Na última segunda-feira (18), a Agência Nacional de Mineração (ANM) determinou que todas as barragens “a montante” existentes no país sejam extintas ou descaracterizadas até 15 de agosto de 2021. Segundo a empresa, cerca de 60 moradores serão transferidos preventivamente de 19 residências construídas na área de impacto da barragem de Vargem Grande, em Nova Lima, e outros 15 moradores de cinco casas localizadas na área rural de Ouro Preto.

“Os moradores da zona de autosalvamento serão contatados pela Vale e pela Defesa Civil”, afirmou a empresa. Segundo a Vale, os centros urbanos de Ouro Preto, Nova Lima, Itabirito e Congonhas não serão afetados pela medida. Em nota, a prefeitura de Nova Lima afirma só ter sido informada da necessidade de evacuação às 8h45 de hoje, quando a Vale avisou a Defesa Civil municipal e acionou o plano de emergência.

Uma equipe da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social também está oferecendo apoio às famílias. A Vale informou que haverá pontos de atendimento e que serão prestadaos assistência e apoio necessários aos moradores retirados. A mineradora também se comprometeu a disponibilizar abrigo para os animais. Mais detalhes, segundo a empresa, podem ser obtidos pelo telefone 0800 031 0831 ou pelo site (www.vale.com) (ABr).

Seminovos com maior giro de venda nas concessionárias

Seminovos temporario

Os veículos seminovos ficaram em média 15 dias em estoque. Foto: Renato Araújo/ABr

O Clio Hatch, o Focus e o Onix são os veículos seminovos com maior giro nas concessionárias brasileiras e permanecem entre 5 e 8 dias no estoque, desde a sua entrada na loja até a sua revenda online. Os dados foram retirados da plataforma Auto Avaliar, com base nas transações realizadas entre 2,5 mil concessionárias e 30 mil lojistas multimarcas no País durante o ano de 2018.

Segundo o levantamento da empresa, no geral, os veículos seminovos ficaram em média 15 dias em estoque no primeiro semestre. O repasse online de seminovos é atualmente uma alternativa para o varejo automobilístico reforçar seus negócios e paralelo às vendas do zero quilômetro. O valor médio das transações eletrônicas no ano foi de
R$ 29 mil por automóvel usado, ante os R$ 27 mil verificados no período anterior.

Segundo JR Caporal, CEO da Auto Avaliar, as concessionárias brasileiras estão reinventando seus negócios com a aposta no comércio eletrônico de seminovos. “O uso de uma plataforma B2B para comércio de veículos traz mais agilidade e garante, sobretudo, maior transparência no repasse de automóveis feito entre concessionárias e lojistas”, comenta. "Para se ter uma ideia, a rentabilidade dos nossos clientes com o repasse de veículos chega a dobrar, impulsionado especialmente pela gestão eficiente e controle efetivo na operação”, acrescenta Caporal (AI/Auto Avaliar).

Maioria considera estar com estoques adequados

O Índice de Estoques (IE) do comércio varejista paulistano subiu em fevereiro, atingindo 119,2 pontos, ante os 115 pontos em janeiro, alta de 3,7%. Em relação ao mesmo período do ano passado, a elevação foi de 5%. Os dados, levantados pela FecomercioSP, captam a percepção dos varejistas sobre o volume de mercadorias estocadas nas lojas, variando de zero (inadequação total) a 200 pontos (adequação total). A marca dos cem pontos é o limite entre inadequação e adequação.

O indicador de estoques segue trajetória positiva desde o fim de 2018 e começa o ano exatamente como a FecomercioSP antecipou, com queda da média de estoques excedentes a um patamar quase considerado normal. A tendência é que essa alta tenha continuidade em março, visto que os estoques acima do desejado continuam abaixo do padrão que se via no começo do ano passado.

Em fevereiro, 59,4% dos empresários consideraram seus estoques adequados, alta de 2,2 pontos porcentuais (p.p.) em relação ao mês anterior. Segundo a Entidade, resultado bastante positivo, praticamente a média histórica pré-crise, de 60%. A proporção de comerciantes que declararam ter excesso de mercadorias permaneceu praticamente a mesma, 26,9% em fevereiro, ante 26,8% em janeiro. Já os que consideram ter estoques baixos caiu 2,1 p.p. (13,3%) (AI/FecomercioSP).

Confiança da indústria cresce 0,9 ponto

Agência Brasil

O Índice de Confiança da Indústria apresentou um crescimento de 0,9 ponto na prévia de fevereiro, na comparação com o resultado consolidado de janeiro. Com isso, o indicador atingiu 99,1 pontos, o maior desde agosto de 2018. A alta foi provocada por uma melhora na percepção dos empresários em relação ao momento presente, medido pelo Índice da Situação Atual, que cresceu 2 pontos e chegou a 99.

A confiança no futuro, no entanto, medida pelo Índice de Expectativas, recuou 0,3 ponto, indo para 99,2 pontos. Depois de quatro quedas consecutivas, o resultado preliminar de fevereiro teve alta de 0,4 ponto percentual do Nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria (Nuci), para 74,7%. O resultado final da pesquisa será divulgado na próxima terça-feira (26).

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