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Ministra visita fazenda de produção biológica de flores

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, visitou na sexta-feira (15), no município de São Benedito (CE), a fazenda Reijers, maior exportadora de rosas do país, que se destaca pelo uso do controle biológico na produção, com práticas que causam baixo impacto ambiental.

Ministra temporarioTrabalhadora da fazenda entregue à ministra um buquê feito na hora.  Foto: Divulgação/Mapa

A ministra foi recebida, logo ao chegar, por representantes do grupo de mulheres camponesas Margaridas e prometeu reunir-se com elas, em agosto, em Brasília, quando terão um evento na capital federal.

Da produção da Reijers, duas toneladas de flores por dia, basicamente, abastecem o mercado interno. Com mais de 30 anos de atuação na produção de flores, a Rosas Reijers oferece mais de 50 variedades de rosas, além de outros tipos de flores de corte como alstroemerias, boca de leão, gipsofila, lírios, gérberas, além de flores em vaso. A ministra conheceu produção feita por mulheres e recebeu delas um buquê de flores feito na hora pelas trabalhadoras.

A empresa possui a Certificação MPS (Método de Produção Sustentável), que atesta qualidade e sustentabilidade do processo produtivo. No total, são 48 hectares de área produtiva que abastecem o território nacional, incluindo exportações para a Holanda. As rosas são cultivadas em sistema de semihidroponia, e em picos de produção, são colhidos aproximadamente 170 mil botões ao dia.

O sistema de irrigação é feito por gotejamento, direcionando para cada planta a quantidade de água e adubo necessários ao seu desenvolvimento. A empresa fabrica o próprio composto orgânico, a partir dos restos culturais das flores e utilizado como fertilizante. Possui estações de reciclagem, com separação de todo o lixo produzido, e encaminhamento para os locais recicladores.

Entre as estufas há barreiras naturais de plantas que oferecem sombreamento, auxiliando o controle do microclima, além de ter a função como repelentes de insetos. Os resíduos da lavagem de equipamentos de proteção e tanques de pulverização passam por um processo biológico de filtragem, possibilitando o reaproveitamento desta água na irrigação dos jardins da empresa (Mapa).

Altas temperaturas nesse verão alavancam venda de bebidas

Altas temporario

A preocupação com saúde faz o consumidor procurar alimentos e bebidas mais benéficos ao corpo. Foto: Divulgação

O verão aumenta a venda de bebidas refrescantes e o movimento nos supermercados. Nos dias quentes, o consumidor procura opções que podem ser ingeridas geladas. O refrigerante é um dos produtos mais procurados nessa época. Segundo levantamento da Euromonitor International, foram consumidos mais de 21,5 milhões de litros em 2017, apenas no Brasil. A projeção para 2023 é que esse número aumente para 23,3 milhões de litros.

A preocupação com a saúde também norteia o consumidor na hora de se refrescar no verão. Com apelo saudável, o consumo de água de coco aponta um crescimento de 20% para este ano, segundo dados da Kantar Worldpanel. Em seguida, se destacam os chás líquidos, com 18%, poupa de sucos naturais, com 12%, e cerveja, com 10%.

Para a Profª Renata Nieto, Conselheira do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (Ibevar), atualmente a saudabilidade está muito presente no varejo e no perfil de consumo das pessoas. “A preocupação com saúde faz o consumidor procurar alimentos e bebidas mais benéficos ao corpo. Por isso, água de coco, sucos e chás, por exemplo, têm ganhado mais visibilidade no mercado”, explica.

A executiva do Ibevar ainda avalia a comunicação nas lojas e como isso pode contribuir para um resultado positivo nas vendas. “Alguns produtos chamam mais atenção pela embalagem, estilo ou sabor diferenciado. Muitos supermercadistas adotam estratégias específicas com esses produtos, seja promoções, destaque nas prateleiras, degustação, para alavancar as vendas em determinadas épocas”, finaliza Renata. Fonte e outras informações: (www.ibevar.org.br).

Atividade econômica cresceu 1,15% em 2018

Agência Brasil

A economia brasileira cresceu 1,15% em 2018. É o que mostra o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), divulgado na sexta-feira (15). No último trimestre do ano, comparado ao período anterior, o crescimento ficou em 0,20%, de acordo com dado dessazonalizado (ajustado para o período). O quarto trimestre comparado a igual período de 2017 apresentou crescimento de 1,53%.

Em dezembro, frente a novembro de 2018, houve expansão de 0,21%. Na comparação com o último mês do ano passado e dezembro de 2017, o crescimento chegou a 0,18%. O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o BC a tomar suas decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic. O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária, além do volume de impostos.

O indicador foi criado pelo Banco Central para tentar antecipar, por aproximação, a evolução da atividade econômica. O indicador oficial é o Produto Interno Bruto (PIB), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

IGP-10 registra inflação de 0,4% em fevereiro

Agência Brasil

O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) – registrou inflação de 0,4% em fevereiro, depois de uma deflação (queda de preços) de 0,26% em janeiro. Com o resultado, o IGP-10 acumula taxas de inflação de 0,14% no ano e de 6,98% em 12 meses. Os dados são da Fundação Getulio Vargas (FGV). A alta da taxa foi puxada pelos preços no atacado e pela construção civil.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o atacado, passou de -0,59% em janeiro para 0,4% em fevereiro. O Índice Nacional de Custo da Construção subiu de 0,29% para 0,41% no período. Por outro lado, a inflação do Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, caiu de 0,45% em janeiro para 0,38% em fevereiro.

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