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Consumo de energia fecha 2018 com aumento de 1,1%

O consumo de energia elétrica no país aumentou 1,1% no ano passado, totalizando 467.161 gigawatts/hora (GWh). Os dados fazem parte da Resenha Mensal – Consumo de Energia Elétrica, de dezembro, divulgada ontem (31) pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE).

Consumo temporario

Aumentou o consumo residencial de energia no ano passado. Foto:  Marcelo Camargo/ABr

Para o crescimento acumulado de 1,1% ao longo de 2018, houve expansão em quatro das cinco regiões na comparação com 2017.

O Centro-Oeste foi a região que registrou a maior alta no consumo (2,3%), seguido pelo Sul (1,7%), Sudeste (1,6%) e Nordeste (1,5%). A Região Norte fechou o ano com queda acumulada de energia demandada à rede da ordem de 5,8%.

De acordo a EPE, empresa responsável pelo planejamento energético do país, o consumo cativo de energia elétrica nacional caiu 1,2% em dezembro e de 1,3% ao longo do ano passado. “A migração de consumidores desse mercado favoreceu o aumento do consumo livre, que foi de +4,0% no mês e +6,3% no ano", diz a empresa. Os dados indicam que entre 2017 e 2018 a demanda por energia ao Sistema Interligado Nacional (SIN) cresceu em todas as classes, com destaque para dois dos três setores, que registraram expansão acima do acumulado nacional de 1,1%.

A indústria fechou o ano com o maior aumento de consumo: 1,3%; seguida do consumo residencial, com 1,2%, e do consumo comercial, com mais 0,6%, em relação a 2017. A classe 'Outros' fechou o ano com crescimento de 1%. Ao avaliar o comportamento do mercado de energia elétrica do país no ano passado, a EPE ressaltou o fato de que a tônica foi “o quadro de lenta recuperação no mercado de trabalho, ao qual se atribui a principal influência para o crescimento de 1,2% do consumo residencial em 2018” (ABr).

Brasil ganhou 8,1 mil novos varejistas em 2018

Brasil temporario

O resultado positivo vem depois de três anos com saldo negativo. Foto: EBC

Agência Brasil

O comércio varejista fechou 2018 com 8,1 mil novas lojas. Segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), esse é o saldo entre o número de estabelecimentos que fecharam e que abriram as portas. O resultado positivo vem depois de três anos com saldo negativo (mais empresas fechando as portas do que abrindo). Entre 2015 e 2017, o setor perdeu 223 mil estabelecimentos.

Em 2018, o segmento com melhor desempenho na abertura de lojas foi o de hiper e supermercados, que ganhou 4.510 novos estabelecimentos, seguido pelo de utilidades domésticas e eletroeletrônicos (1.747) e pelas drogarias, farmácias e lojas de cosméticos (1.439). Os únicos segmentos com saldo negativo foram móveis e eletrodomésticos (-176) e material de construção (-926).

Regionalmente, em 15 das 27 unidades da Federação foram registradas mais aberturas do que fechamentos, destacando-se de forma positiva os estados de São Paulo (3.883), Santa Catarina (1.706) e Minas Gerais (940). Para o economista-chefe da CNC, Fabio Bentes, contribuíram para o saldo positivo a inflação abaixo da meta, a redução dos juros ao consumidor, a reação do mercado de trabalho e a disponibilização de recursos como os saques nas contas do PIS/Pasep. Para este ano, são esperadas novas 23,3 mil lojas, com crescimento de 5,8% nas vendas do setor.

Elliott aumenta participação na TIM

A gestora de recursos americana Elliott aumentou de 8,8% para 9,4% sua fatia na operadora de telefonia italiana TIM. A operação foi comunicada à Comissão de Títulos e Câmbio dos Estados Unidos e fortalece o fundo na disputa com o grupo francês Vivendi pelo comando da empresa. Atualmente, a Elliott detém o controle do conselho de administração da TIM, apesar de a Vivendi ser a principal acionista, com cerca de 24% de participação.

"A Elliott está se comportando como um investidor puramente financeiro, utilizando uma abordagem oportunista para tirar vantagem da queda de 45% no valor das ações", disse um porta-voz do grupo francês, que acusa a gestora de não apresentar um plano industrial para a operadora. A Vivendi quer a convocação de uma assembleia de sócios para revogar o mandato dos conselheiros indicados pela Elliott (ANSA).

Contas públicas fecham 2018 com saldo negativo

Agência Brasil

O setor público consolidado, formado pela União, os estados e municípios, encerrou 2018 com saldo negativo nas contas públicas, de acordo com dados divulgados ontem (31) pelo Banco Central (BC). O déficit primário, receitas menos despesas, sem considerar os gastos com juros, ficou em R$ 108,258 bilhões, o que corresponde a 1,57% de tudo o que o país produz - Produto Interno Bruto (PIB).

Esse foi o quinto ano seguido de resultado negativo das contas públicas: R$ 32,536 bilhões, em 2014; R$ 111,249 bilhões, em 2015; R$ 155,791 bilhões, em 2016, e R$ 110,583 bilhões, em 2017. O resultado de 2018 ficou abaixo da meta para o setor público consolidado, que era de um déficit de R$ 161,3 bilhões. No ano passado, o Governo Central registrou déficit de R$ 116,167 bilhões. Os governos estaduais apresentaram superávit de R$ 4,734 bilhões, e os municipais, saldo negativo de R$ 1,242 bilhão.

As empresas estatais federais, estaduais e municipais, excluídas as dos grupos Petrobras e Eletrobras, registraram superávit primário de
R$ 4, 417 bilhões. Os gastos com juros ficaram em R$ 379,184 bilhões no ano passado, contra R$ 400,826 bilhões em 2017. Esse resultado correspondeu a 5,52% do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país. O déficit nominal, formado pelo resultado primário e os gastos com juros, atingiu R$ 487,442 bilhões, o que corresponde a 7,09% do PIB.

Novos valores de serviços dos Correios

Agência Brasil

Os Correios reajustaram ontem (31) as tarifas de alguns dos serviços. A tabela com os novos preços está publicada no Diário Oficial da União. O telegrama nacional redigido pela internet, por exemplo, passou de R$ 8,15 por página, para R$ 8,19. O preço dos primeiros portes da carta comercial e a carta não comercial permanecerão os mesmos, de R$ 1,95 e R$ 1,30, respectivamente.

A correção média deste ano, de 0,3893%, também não incide sobre os segmentos de encomendas e marketing, que são concorrenciais. De acordo com a Portaria nº 349/2019, do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, o reajuste, válido para serviços nacionais e internacionais, tem por base o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado de outubro a dezembro de 2018.

 
 
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