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Setor de turismo abre novos postos de trabalho

O mercado de trabalho existente da demanda dos turistas, lazer ou corporativo, registrou crescimento no Estado de São Paulo pelo segundo mês consecutivo em novembro.

Setor temporario

Os números são positivos para o período. Foto: TV CNC

Ao todo, foram abertas 794 vagas celetistas, e o setor de turismo paulista encerrou novembro com um estoque ativo de 278.247 empregos formais, maior patamar desde outubro de 2016, e aumento de 0,3% em relação a outubro de 2018. No acumulado de 12 meses, 2.222 empregos com carteira assinada foram gerados.

Os dados são da pesquisa elaborada mensalmente pela FecomercioSP, com base nos dados da Rais e do Caged, do Ministério do Trabalho. O bom desempenho foi puxado pelos grupos de alimentação, com 288 vínculos; hospedagem, com 255 empregos; e transportes, com 106 vagas. Nos 11 meses do ano, 2.410 vagas foram abertas, puxadas pelos grupos de transportes (1.019 vínculos) – mais especificamente pela locação de automóveis sem condutor (1.181 vínculos), e pelas agências e operadoras (598 vínculos).

Para a presidente do Conselho de Turismo da FecomercioSP, Mariana Aldrigui, os números são positivos para o período, contudo, enfatiza: “Observamos um movimento vinculado à alta temporada e ao período de férias escolares. No entanto, teremos o Carnaval 2019 como um momento da inflexão entre lazer e negócios. Esperamos que o otimismo permaneça e se converta em mais vagas” (AI/FecomercioSP).

Economia recua em janeiro, mas índice se mantém elevado

Economia temporario

O nível elevado de incerteza se deve às eleições no Congresso. Foto: Arquivo/ABr

Agência Brasil

O Indicador de Incerteza da Economia, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), recuou 1,5 ponto de dezembro para janeiro e chegou a 111,5 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos. Apesar da queda, o índice se mantém em um nível de incerteza considerado “alto”. Os dois componentes do indicador tiveram queda de dezembro para janeiro. O componente de mídia, que é baseado na frequência de notícias com menção à incerteza nas mídias impressa e online, recuou 1,4 ponto no período.

Já o componente de expectativa, construído a partir da média dos coeficientes de variação das previsões dos analistas econômicos,
reportados no boletim Focus, do Banco Central, para a taxa de câmbio e a taxa Selic 12 meses à frente e para a inflação oficial
acumulada para os próximos 12 meses, caiu 1,6 ponto.

De acordo com a pesquisadora da FGV, Raíra Marotta, o nível elevado de incerteza se deve às eleições no Congresso. Segundo ela, dependendo dos resultados para as presidências da Câmara e do Senado, a aprovação das reformas pode ter caminho dificultado. Ela explica que a tendência é que o indicador permaneça elevado até que se tenha clareza sobre a capacidade do governo em administrar as reformas.

Serviços: confiança atinge maior nível desde março de 2014

Agência Brasil

O Índice de Confiança de Serviços (ICS) subiu 3,6 pontos de dezembro para janeiro e atingiu para 98,2 pontos, em uma escala de 0 a 200 pontos. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), esse é o maior nível do indicador desde março de 2014 (98,7 pontos).

O crescimento atingiu empresários de 11 das 13 principais atividades de serviços pesquisadas pela FGV em janeiro. A maior contribuição para alta foi dada pelo Índice de Expectativas, que mede a confiança em relação ao futuro e que cresceu 6,2 pontos, para 107,1 pontos – maior nível desde de abril de 2012 (108,4 pontos).

O Índice da Situação Atual, que mede a confiança no presente, subiu 0,8 ponto em janeiro, para 89,3 pontos, retornando ao nível de setembro de 2014 (89,3 pontos). O Nível de Utilização da Capacidade Instalada do setor de serviços avançou 0,2 ponto percentual, para 82,1%.

Reajuste de aluguéis acumula taxa de 6,74

Agência Brasil

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado no reajuste dos contratos de aluguel, registrou inflação de 0,01% em janeiro. A taxa é superior à deflação (queda de preços) de 1,08% de dezembro de 2018. De acordo com a FGV, o IGP-M acumula inflação de 6,74% em 12 meses. A alta da taxa de dezembro do ano passado para janeiro deste ano foi puxada pelos três subíndices que compõem o IGP-M.

O Índice de Preços ao Consumidor, que analisa o varejo, subiu de 0,04% em dezembro para 0,58% em janeiro. O Índice Nacional de Custo da Construção passou de 0,13% para 0,4% no período. O Índice de Preços ao Produtor Amplo continuou registrando deflação em janeiro (-0,26%). A queda de preços, no entanto, foi mais moderada do que a registrada em dezembro de 2018 (-1,67%).

 
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