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Benefícios do INSS acima do mínimo terão reajuste de 3,43%

Os segurados da Previdência que recebem acima do salário mínimo terão seus benefícios reajustados em 3,43%, conforme o INPC.

Beneficios temporario

O teto dos benefícios pagos pelo INSS passa a ser de R$ 5.839,45 (antes era de R$ 5.645,80).  Foto: Antonio Cruz/ABr

O índice foi oficializado por meio de portaria do Ministério da Economia, publicada ontem (16), no Diário Oficial da União (DOU). O reajuste é retroativo a 1º de janeiro de 2019. O teto dos benefícios pagos pelo INSS passa a ser de R$ 5.839,45 (antes era de R$ 5.645,80). As faixas de contribuição ao INSS dos trabalhadores empregados, domésticos e trabalhadores avulsos também foram atualizadas.

O INSS informou que as alíquotas são de 8% para aqueles que ganham até R$ 1.751,81; de 9% para quem ganha entre R$ 1.751,82 e R$ 2.919,72; e de 11% para os que ganham entre R$ 2.919,73 e R$ 5.839,45. Essas alíquotas, relativas aos salários de janeiro, deverão ser recolhidas apenas em fevereiro, uma vez que, em janeiro, os segurados pagam a contribuição referente ao mês anterior.

O piso previdenciário, valor mínimo dos benefícios do INSS (aposentadoria, auxílio-doença, pensão por morte) e das aposentadorias dos aeronautas, será de R$ 998,00. O piso é igual ao novo salário mínimo nacional, fixado em R$ 998 por mês em 2019. Para aqueles que recebem a pensão especial devida às vítimas da síndrome da talidomida, o valor sobe para R$ 1.125,17, a partir de 1º de janeiro de 2019. No auxílio-reclusão, benefício pago a dependentes de segurados presos em regime fechado ou semiaberto, o salário de contribuição terá como limite R$ 1.364,43.

A cota do salário-família passa a ser de R$ 46,54 para o segurado com remuneração mensal não superior a R$ 907,77, e de R$ 32,80 para quem tem remuneração mensal superior a R$ 907,77 e inferior ou igual a R$ 1.364,43. Fator de reajuste dos benefícios concedidos de acordo com as respectivas datas de início, aplicável a partir de janeiro de 2019 (ABr).

Vendas de voltas às aulas podem crescer 4,5%

Vendas temporario

As vendas de volta às aulas começam a aquecer o mercado varejista. Foto: Divulgação/Internet

O varejo paulista começa o ano confiante e preparado para a Volta às Aulas de 2019. A pesquisa de expectativa de vendas, realizada pela Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado, revela que as vendas para o início do ano podem crescer em média 4,5%. Ainda de acordo com os dados da pesquisa, os lojistas estão avaliando um ticket médio de R$ 100,00 e R$ 200,00.

“A projeção para o crescimento da economia este ano é positivo. Segundo informações do Banco Central há uma previsão de 2,4% de aumento. Isso retrata um cenário otimista para os lojistas, principalmente neste período de volta às aulas, pois é gerado um número maior nas vendas para este setor”, afirma o presidente da Federação, Mauricio Stainoff.

As vendas de volta às aulas começam a aquecer o mercado varejista. As informações coletadas mostram um ponta pé inicial para o crescimento da economia do país. Os comerciantes avaliam que as melhores estratégias a serem adotadas para aumentar o número de materiais escolares são: promoções relâmpagos, crediário e a utilização do marketing nas redes sociais (AI/FCDLESP).

Setor de serviços fica estável entre outubro e novembro

Agência Brasil

O volume do setor de serviços no país manteve-se estável na passagem de outubro para novembro de 2018. O segmento vem de uma queda de 0,3% de agosto para setembro e de estabilidade de setembro para outubro. Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada ontem (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na comparação com novembro de 2017, houve um crescimento de 0,9%, mas o setor registrou leve queda de 0,1% no acumulado do ano. No acumulado de 12 meses, o segmento manteve-se estável, interrompendo uma sequência de 41 taxas negativas. A receita nominal cresceu 0,5% de outubro para novembro, 3,8% na comparação com novembro de 2017, 2,6% no acumulado do ano e 2,8% no acumulado de 12 meses.

Das cinco atividades analisadas pelo IBGE, quatro tiveram alta na passagem de outubro para novembro: serviços prestados às famílias (0,4%), serviços de informação e comunicação (0,8%) serviços profissionais, administrativos e complementares (0,1%) e transportes, serviços auxiliares de transportes e correio (0,3%). Por outro lado, os outros serviços tiveram queda de 0,2%.

IGP-10 começa ano com deflação de 0,26%

Agência Brasil

O Índice Geral de Preços–10 (IGP-10), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou deflação (queda de preços) de 0,26% em janeiro. Em dezembro de 2018, o indicador já havia tido uma deflação de 1,23%. Apesar da queda de preços nos dois meses, o IGP-10 acumula inflação de 6,8% em 12 meses.

Dos três subíndices que compõem o IGP-10, apenas o Índice de Preços ao Produtor Amplo, que monitora o comportamento dos preços no atacado, teve deflação em janeiro: -0,59%. Ainda assim, foi uma deflação mais moderada do que a do mês anterior (-1,83%).

O Índice de Preços ao Consumidor, que analisa o comportamento do varejo, teve inflação de 0,45% em janeiro, ante uma deflação de 0,09% em dezembro. A inflação do Índice Nacional de Custo da Construção subiu de 0,12% em dezembro para 0,29% em janeiro.

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