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Confiança do Consumidor atinge maior nível em quatro anos

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) avançou 0,6 ponto de novembro para dezembro.

Confianca temporario

A alta foi determinada pela melhora das avaliações dos consumidores sobre o momento presente. Foto: Marcelo Camargo/ABr

Com a alta, o indicador atingiu 93,8 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos. Esse é o maior nível desde abril de 2014 (96 pontos). Nos últimos três meses, o índice acumulou alta de 11,7 pontos, fechando o ano 5,7 pontos acima do mesmo período do ano anterior. A alta foi determinada pela melhora das avaliações dos consumidores sobre o momento presente.

O Índice de Situação Atual subiu 2,4 pontos, para 77 pontos, maior nível desde maio deste ano (77,2 pontos). A satisfação com a situação atual da economia foi o componente que mais contribuiu para a alta, com crescimento de 2,8 pontos. Já o Índice de Expectativas, após atingir o máximo histórico no mês anterior, teve uma queda de 0,8 ponto, passando para 105,6 pontos. O principal motivo para a queda foi o recuo de 2,8 pontos no otimismo em relação à situação financeira da família nos meses seguintes.

De acordo com a pesquisadora da FGV, Viviane Seda Bittencourt, o ano de 2018 foi difícil para os consumidores, mas fecha com uma sequência de resultados positivos que sinalizam uma recuperação da confiança. Segundo ela, o consumidor percebe a queda da inflação, as taxas de juros estáveis, um acesso maior ao crédito e uma maior oferta de emprego. Apesar disso, como o endividamento das famílias mantém-se elevado, as expectativas tiveram uma queda (ABr).

Aumenta o consumo de café na China

Aumenta temporario

Vale destacar que o consumo de café na China tem elevado potencial de expansão. Foto: Reprodução/Internet

Na última década, o consumo de café na China teve um aumento bastante expressivo ao atingir volume equivalente a 3,8 milhões de sacas no ano-cafeeiro 2017-2018. Esse número que representa aumento superior a mil por cento (1.032%) em relação ao volume consumido em 2008-2009, que foi de 300 mil sacas. Tal incremento pode ser atribuído principalmente ao expressivo crescimento econômico do país nas últimas décadas, o que tem proporcionado elevação do padrão médio de consumo da população, inclusive aumento da demanda por café.

Vale destacar que o consumo de café na China, que é o país mais populoso do mundo, com 1,4 bilhão de habitantes, ainda tem elevado potencial de expansão, pois projeções da melhoria do rendimento médio dos chineses estimam que por volta de 600 milhões de pessoas comporão a classe média do país em 2022. Os três maiores consumidores de café são a União Europeia, com 45 milhões de sacas, Estados Unidos – 25,9, e Brasil de 22,3 milhões de sacas com consumo per capita de aproximadamente 6,4kg de café por ano.

Assim, quaisquer projeções do consumo na China denotará volumes expressivos. Esses números do consumo de café na China, foram extraídos da revista Negócio Café – Ano 01 Número 04 - Dezembro 2018, a qual está disponível no Observatório do Café do Consórcio Pesquisa Café (Embrapa Café).

Custo da construção fecha 2018 com inflação de 3,97%

Agência Brasil

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) fechou o ano de 2018 com inflação de 3,97%, segundo dados divulgados pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Entre os grandes grupos, os materiais e equipamentos tiveram inflação de 6,94%, os serviços, de 4,22% e a mão de obra, de 1,99%. O item que mais encareceu em 2018 foi o material metálico para estrutura, que teve alta de preços de 10,24%.

Em seguida, aparecem as esquadrias e ferragens (9,37%), a instalação hidráulica (8,64%), equipamentos para transporte de pessoas (7,37%), material de madeira para estrutura (6,89%), instalação elétrica (6,61%) e material para pintura (6,02%).

Os itens com menores variações de preços foram as pedras ornamentais para construção (1,27%), mão de obra especializada (1,68%), mão de obra técnica (2%) e mão de obra auxiliar (2,06%). A inflação do INCC-M ficou em 0,13% em dezembro deste ano. A taxa é inferior ao resultado de novembro (0,26%).

Prévia da inflação tem menor variação para dezembro

Agência Brasil

Influenciada pela queda nos preços dos combustíveis, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) – prévia da inflação oficial do país – fechou o mês de dezembro com deflação de 0,16%. É o menor resultado mensal desde julho do ano passado e o menor resultado para dezembro desde a implantação do Plano Real, em 1994.

Os dados foram divulgados pelo IBGE. Com o resultado, a taxa ficou 0,35 ponto percentual menor em relação à variação de preços de novembro, quando o IPCA-15 fechou com alta de 0,19%. O IPCA-15 serve de parâmetro para o Índice de Preços ao Consumidor (IPCA), que baliza a meta de inflação definida pelo governo para o ano.

Com o resultado de dezembro, a taxa acumulada no ano alta de 3,86%, abaixo do centro da meta anual estabelecida pelo Banco Central, de 4,50% e também dos 4,39% registrados no fechamento do ano passado.

 
 
 
 

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