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PIB cresceu 1,2% no trimestre encerrado em outubro

O Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, cresceu 1,2% no trimestre encerrado em outubro, na comparação com o trimestre fechado em julho.

PIB temporario

A alta no trimestre foi puxada por crescimentos de 1,4% na indústria. Foto: Rodolfo Buhrer

Já na comparação com o trimestre encerrado em outubro de 2017, o crescimento chegou a 1,3%. Os dados são do Monitor do PIB, divulgado ontem(19) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Considerando-se apenas o mês de outubro, houve queda de 0,3% na comparação com setembro e alta de 1,7% em relação a outubro do ano passado.

A alta de 1,2% do trimestre encerrado em julho para o trimestre fechado em outubro foi puxada por crescimentos de 1,4% na indústria e de 1,2% nos serviços. A agropecuária foi o único dos grandes setores com queda no período: 0,5%. Entre os segmentos industriais, houve avanço na indústria da transformação (1,8%) e na construção (2,1%). Quedas foram observadas na indústria extrativa mineral (0,7%) e na geração de eletricidade (0,5%).

Entre os serviços, as principais altas foram observadas nos segmentos de transportes (5%) e comércio (2,1%). A única queda foi registrada nos serviços de informação (0,8%). Sob a ótica da demanda, a alta de julho para outubro foi impulsionada pela formação bruta de capital fixo, isto é, os investimentos, que cresceu 4% no período. Também houve altas de 1,1% no consumo das famílias e de 0,9% no consumo do governo. As exportações cresceram 6,7% e as importações, 1,7% (ABr).

Atacado paulista gera vagas com carteira assinada

Atacado temporario

Na soma dos últimos 12 meses, 7.360 postos de trabalho formais foram abertos. Foto: TUTU/FecomercioSP

O comércio atacadista do Estado voltou a gerar vagas com carteira assinada pelo quarto mês consecutivo. Em outubro, foram criados 1.226 postos de trabalho, resultado de 16.245 admissões contra 15.019 desligamentos. Com isso, o setor encerrou o mês com um estoque de 506.382 empregos formais, alta de 1,5% em relação ao mesmo período de 2017, maior patamar desde setembro de 2015.

Nos últimos dez meses, o saldo se manteve positivo em 8.232 vínculos celetistas. Na soma dos últimos 12 meses, 7.360 postos de trabalho formais foram abertos. Os dados são da pesquisa realizada mensalmente pela FecomercioSP com base nos dados do Caged e informações sobre movimentações declaradas pelas empresas.

No acumulado dos últimos 12 meses, o destaque ficou por conta do comércio atacadista de atividades de máquinas de uso comercial e industrial, com 1.997 vagas, o que representa um aumento de 3,9% no estoque de empregados em relação a outubro de 2017, a maior taxa entre os dez segmentos analisados (AI/FecomercioSP).

Aumentou em novembro a demanda por Crédito do Consumidor

A Demanda por Crédito do Consumidor avançou 1,8% em novembro, na comparação mensal dessazonalizada, de acordo com dados nacionais da Boa Vista. No acumulado em 12 meses, o indicador subiu 2,7% (dezembro de 2017 até novembro de 2018 frente aos 12 meses antecedentes). Na avaliação interanual, outubro apresentou queda de 1,9%.

Considerando os segmentos que compõem o indicador, o Financeiro apresentou aumento de 4,2% na variação mensal dessazonalizada. O segmento Não Financeiro teve elevação de 0,2% na mesma base de comparação. Os resultados sinalizam para uma tendência positiva no indicador, que apresentou pouca melhora ao longo do primeiro semestre.

Ainda assim, a lenta retomada da economia e mercado de trabalho fragilizado continuam contribuindo para desaceleração do consumo e, consequentemente, da demanda por crédito. Entende-se que um crescimento mais robusto do indicador dependerá da melhora na renda, das condições de crédito e diminuição da desocupação (AI/Boa Vista).

Petrobras reduz preço do GLP empresarial

Agência Brasil

A Petrobras decidiu reduzir em 4,7%, na média, o preço do GLP (gás liquefeito de petróleo) empresarial em embalagens acima de 13 quilos. O novo valor entra em vigor hoje (20). É a terceira queda consecutiva de preço anunciada pela estatal – a última alteração tinha sido no dia 27 de novembro, com recuo médio de 9,2%. Antes disso, no dia 7 de novembro, a empresa reduziu o preço em 5,6%.

Segundo a Petrobras, a política de preços para o GLP de uso industrial e comercial vendido em suas refinarias às distribuidoras segue o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais desses produtos, mais os custos que importadores teriam, entre outros, de transporte e de taxas portuárias. O preço médio considera ainda uma margem que cobre riscos como volatilidade do câmbio e dos preços.

Para a estatal, a paridade é necessária porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência, dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos. O Sindigás informou que o preço do GLP empresarial deverá ter redução entre 4,6% e 4,9%, dependendo do polo de suprimento. O valor do GLP empresarial destinado aos setores do comércio e da indústria continua 18% mais alto do que o gás comercializado em embalagens de até 13 quilos. “A entidade reforça que a falta de uma política de preços para o GLP empresarial faz persistir essa diferença de preços entre o GLP residencial e o empresarial”, destaca, em nota, o sindicato.

 
 
 

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