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Produção de motocicletas tem alta de 19% no acumulado até novembro

A produção de motocicletas cresceu 19% de janeiro a novembro deste ano em comparação com o mesmo período de 1017.

Producao temporario

A entidade projeta fechar o ano com um crescimento da produção de 17,2% em relação ao ano passado, com um total de 1,03 milhão de motos. Foto: Adneison Severiano/G1 AM

Segundo balanço divulgado ontem (11) pela Abraciclo, saíram das indústrias 968,8 mil unidades até novembro, contra as 813,8 mil fabricadas de janeiro a novembro de 2017. Foram produzidas 90,1 mil motos em novembro, uma expansão de 8,4% em relação ao mesmo mês do ano passado.

As exportações apresentaram uma retração de 12,9% no acumulado de janeiro a novembro, com a venda de 65 mil unidades, contra 74,6 mil no mesmo período do ano passado. Segundo o presidente da Abraciclo, Marcus Ferminian, as vendas para o mercado externo sofrem com os reflexos da crise na Argentina, maior comprador dos produtos brasileiros. A entidade projeta fechar o ano com um crescimento da produção de 17,2% em relação ao ano passado, com um total de 1,03 milhão de motos.

Apesar dos números positivos, Ferminian destacou que a fabricação ainda está abaixo da capacidade das fábricas instaladas na Zona Franca de Manaus. A expansão neste ano “reverte o ciclo de queda” enfrentado pela indústria desde 2011. Com a volta do crescimento, o setor volta ao mesmo patamar que tinha em 2004. Entre os fatores que permitiram a retomada, Ferminian apontou a melhora da confiança dos consumidores na economia e a expansão do crédito, inclusive a partir das próprias marcas que tem bancos próprios para financiar as vendas.

De janeiro a novembro, a fabricação de bicicletas aumentou 16,5% em relação ao mesmo período de 2017, totalizando 751,8 mil unidades em 2018 contra 645,5 mil no ano anterior. Segundo o vice-presidente do segmento de bicicletas da Abraciclo, Cyro Gazola, entre os fatores que permitem a expansão do setor está o aumento da estrutura cicloviária nas cidades. Foram implantados 33 km em 2017. Essa infraestrutura, entretanto, ainda representa, de acordo com Gazola, apenas 3% da malha viária do país. Mesmo assim, é um fator importante para a expansão do mercado de bicicletas (ABr).

IBGE estima queda de 5,5% na safra de grãos deste ano

IBGE temporario

A produção deste ano deverá ficar em 227,3 milhões de toneladas. Foto: Tomaz Silva/ABr

A safra de cereais, leguminosas e oleaginosas do país deve fechar 2018 com queda de 5,5% na comparação com as 240,6 milhões de toneladas do ano passado – número recorde. Segundo previsão de novembro feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a produção deste ano deverá ficar em 227,3 milhões de toneladas.

A previsão é 0,1% superior a feita pela pesquisa de outubro do IBGE. A queda da produção de 2017 para 2018 deverá ser puxada principalmente pelo milho (-17,8%), arroz (-5,6%), feijão (-9,8%) e sorgo (-5,4%). A soja, com uma alta de 2,6%, deve evitar uma queda mais acentuada, assim como o algodão herbáceo (28,6%) e o trigo (34%).

Além dos grãos, o IBGE também analisa produtos importantes para a agricultura brasileira, como cana-de-açúcar, café e laranja. A maior lavoura brasileira, a cana-de-açúcar, deve fechar o ano com 675 milhões de toneladas, uma queda de 1,8%. Também deverão ter recuo a laranja (-8,3%), mandioca (-3,5%), banana (-5,2%), batata-inglesa (-8,4%) e uva (-13,6%). Ao mesmo tempo, são esperadas altas para o café (28,7%) e o tomate (1,2%).

Contrato de aluguel acumula taxa de 7,45%

Agência Brasil

O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), usado no reajuste dos contratos de aluguel, registrou deflação (queda de preços) de 1,16% na primeira prévia de dezembro deste ano. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), o IGP-M já havia registrado deflação de 0,11% na prévia de novembro. Apesar do resultado da primeira prévia de dezembro, o IGP-M continua acumulando inflação no acumulado de 12 meses: 7,45%.

A queda da taxa, de novembro para dezembro, foi provocada pelos preços no atacado, no varejo e na construção. O Índice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o atacado, registrou deflação de 1,7% na prévia de dezembro, uma queda de preços mais acentuada do que a registrada na prévia de novembro (-0,31%).

O Índice de Preços ao Consumidor, que analisa o varejo, teve deflação de 0,16% na primeira prévia de dezembro. Em novembro, havia sido registrada inflação de 0,3%, de acordo com a FGV. Já o Índice Nacional de Custo da Construção continuou registrando inflação na prévia de dezembro (0,06%), embora com taxa mais moderada do que em novembro (0,29%).

Colnago: redução de isenção tributária é caminho necessário

Agência Brasil

O ministro do Planejamento, Esteves Colnago, disse ontem (11) que a redução de isenção tributária é um caminho necessário. “Hoje temos mais de R$ 300 bilhões de benefícios tributários. Então, isso necessariamente tem que ser pensado”, disse ao chegar para cerimônia de pose do novo presidente do TCU, José Múcio Monteiro Filho, e da vice-presidente da Corte, Ana Lucia Arraes Alencar.

Segundo Colnago, a orientação do futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, é reduzir a carga tributária, ao mesmo tempo que se retira benefícios fiscais que não se justificam mais, como compensação. Colnago será secretário-geral adjunto do Ministério da Fazenda, no próximo governo.

Mais cedo, o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, disse que é preciso corrigir distorções do sistema tributário. Ele citou como exemplo a isenção de Imposto de Renda para aplicações de Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCA). Guardia disse, em entrevista à rádio CBN, que cobrar imposto nesse tipo de aplicação é dar “tratamento tributário uniforme”.

 
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