ISSN: 2595-8410 Contato: (11) 3043-4171

Brasil reciclou quase 300 mil toneladas de latas de alumínio

Dados divulgados ontem (5) pela indústria do alumínio confirmam os bons resultados do setor no campo da sustentabilidade.

Brasil temproario

Quase todas as latas de alumínio para bebidas vendidas em 2017 retornaram para o ciclo produtivo. Foto: Reprodução/Abal

Quase todas as latas de alumínio para bebidas vendidas em 2017 retornaram para o ciclo produtivo, alcançando um índice de 97,3% de reciclagem. Das 303,9 mil toneladas de latas de alumínio para bebidas colocadas no mercado em 2017, 295,8 mil toneladas foram recolhidas e recicladas.


Desde 2004, o índice se mantém acima dos 90%, colocando o país entre os líderes mundiais da reciclagem dessa embalagem. Os números foram anunciados pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alumínio (Abralatas) e pela Associação Brasileira do Alumínio (Abal), durante o lançamento, em Brasília, da Frente Parlamentar visando à criação de estímulos econômicos para a preservação do meio ambiente.

Para Renault Castro, presidente executivo da Abralatas, o elevado índice de reciclagem da lata deixa clara a necessidade de um debate como o que será traçado pela Frente Parlamentar. “Hoje, o reaproveitamento do mesmo material já tributado nem é considerado como atenuante para a carga tributária. O consumidor paga imposto sobre o mesmo produto várias vezes, já que a latinha mantém índice de reciclagem próximo a 100% há mais de 10 anos”, esclarece. Renault acha que o tema ganha impulso com a criação da Frente.

O presidente executivo da Abal, Milton Rego, lembra que, mesmo diante das adversidades, o setor não deixa de investir. Ele destacou que, apesar da forte retração econômica que o país sofre desde 2015, a reciclagem de alumínio está em plena expansão no Brasil. “As duas maiores empresas do segmento, a Novelis e o Grupo ReciclaBR, acabam de anunciar planos importantes para o ano que vem, com a inauguração de novos centros de coleta no país (Abralat/Abal).

Confiança dos brasileiros sofre queda em período eleitoral

 

 

Após retomada positiva na confiança dos brasileiros no mercado de trabalho, o Índice de Mobilidade do Brasil, medida que analisa a confiança do profissional e a probabilidade de mudança de emprego nos próximos seis meses, apresentou queda de 9 pontos no terceiro trimestre de 2018. O número, que foi de 126 para 117, é parte da pesquisa trimestral WorkMonitor, realizada pela Randstad, líder global em soluções de recursos humanos, e acompanha os dados divulgados pelo IBGE sobre desemprego no País na mesma época.

Para Marcos Antonio, gerente regional da Randstad, a queda não é sintoma permanente do mercado. “Apesar dessa alteração significante, o terceiro trimestre foi um momento complicado para o País, quando a incerteza do mercado em relação às eleições presidenciais acabou afetando as contratações e os profissionais naturalmente se sentiram menos confiantes para trocar de emprego”, explica o executivo. A projeção, de acordo com o especialista, é de que o índice volte a aumentar nos próximos trimestres.

A pesquisa também aponta que 75% dos brasileiros não mudaram nem de cargo, nem de empresa nos últimos seis meses. Quando o assunto é a procura por novas colocações, os dados do relatório revelam que 31% dos profissionais são talentos passivos – não estão procurando vagas ativamente, mas avaliariam boas propostas recebidas –, enquanto 28% estão procurando ativamente e outros 40% não estão interessados na busca no momento (Randstad WorkMonitor).

Inadimplência das famílias recuou em novembro

Agência Brasil

O percentual de famílias endividadas e inadimplentes recuou, em novembro, em relação ao mês anterior e a novembro do ano passado. De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a parcela de famílias com dívidas em novembro ficou em 60,3%, abaixo das taxas de outubro (60,7%) e novembro do ano passado (62,2%).

O percentual de famílias inadimplentes, ou seja, que têm dívidas ou contas em atraso, ficou em 22,9% em novembro, taxa inferior aos 23,5% de outubro e aos 25,8% de novembro de 2017. As famílias que não terão condições de pagar suas dívidas somam 9,5% do total em novembro, abaixo dos 9,9% de outubro e dos 10,1% de novembro do ano passado, segundo a CNC.

O cartão de crédito é o principal tipo de dívida, afetando 77,4% das famílias endividadas, seguido por carnês (14,8%) e por financiamento de carro (10,2%). Entre as famílias com contas ou dívidas em atraso, o tempo médio de atraso foi de 64,6 dias. O tempo médio de comprometimento com dívidas entre as famílias endividadas foi de 6,9 meses.

Preços de commodities têm queda em novembro

Agência Brasil

Os preços das commodities, produtos primários com cotação internacional, caiu em novembro. O Índice de Commodities Brasil (IC-Br), calculado mensalmente pelo Banco Central (BC), apresentou queda de 2,43% na comparação com setembro deste ano. Em 12 meses, o índice registrou alta de 12,72% e no acumulado do ano, de 13,72%.

O IC-Br é calculado com base na variação em reais dos preços de produtos primários (commodities) brasileiros negociados no exterior. O BC observa os produtos que são relevantes para a dinâmica dos preços ao consumidor no Brasil. No mês passado, o segmento de energia (petróleo, gás natural e carvão) registrou queda de 10,67%, enquanto o de metais (alumínio, minério de ferro, cobre, estanho, zinco, chumbo e níquel) caiu 1,70%.

O segmento agropecuário (carne de boi, algodão, óleo de soja, trigo, açúcar, milho, café, arroz e carne de porco) teve alta de 0,73%. O índice internacional de preços de commodities CRB, calculado pelo Commodity Research Bureau, registrou crescimento de 0,39% em outubro e de 12,14%, em 12 meses.

Rua Vergueiro, 2949, 12º andar – cjto 121/122
04101-300 – Vila Mariana – São Paulo - SP

Contato: (11) 3043-4171