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Black Friday: metade dos consumidores deve gastar acima de R$ 600

Mais de 100 milhões de brasileiros devem aproveitar as promoções da Black Friday este ano.

Black temporario

64% dos consumidores pretendem pagar as compras parcelando o valor, enquanto 36% pagarão à vista. Foto: Edson Chagas

É o que indica pesquisa realizada pela Boa Vista SCPC, segundo a qual 71% dos consumidores pretendem comprar nesta que é uma das mais novas datas comemorativas do comércio brasileiro, que este ano cai nesta sexta-feira (23). Dos que irão às compras, metade pretende gastar acima de R$ 600, o que representa cerca de 49 milhões de consumidores. Para outros 11% o ticket médio deve ficar entre R$ 501 e R$ 600. Realizada com cerca de 1.200 entrevistados, em todo o país, a pesquisa constatou ainda que 64% dos consumidores pretendem pagar as compras parcelando o valor, enquanto 36% pagarão à vista.

Dos que irão parcelar o pagamento das compras nesta data, 27% farão de 2 a 3 vezes; 32% entre 4 e 12 vezes e 5% acima de 12 vezes. Para isso, 44% utilizarão o cartão de crédito, seguido por boleto bancário (18%). As outras formas de pagamento mais utilizadas serão em dinheiro (13%) e cartão de débito (9%). Dos que farão compras, 63% afirmam que já compraram em anos anteriores nesta mesma data, e 81% destes declaram ser vantajoso aproveitar a ocasião para fazer compras, principalmente por obter descontos, em 76% dos casos.

Para 56% as compras na Black Friday serão planejadas. 37% de oportunidade. 6% de ocasião e para 1% por impulso. Quando o assunto é o local da compra, 60% pretendem comprar em e-commerces e 40% em lojas físicas, dos quais 25% concentrarão as compras nas grandes redes varejistas/lojas de departamentos de shoppings e 22% nas demais lojas. O que pretendem comprar: 51% eletrônicos e eletrodomésticos (empatados), 42% celulares, 38% itens de moda e acessórios, 33% informática, 32% itens de casa e decoração e 17% produtos de saúde, cosméticos e perfumaria (Boa Vista SCPC).

Automóveis parados em concessionárias chegam a 44 mil

Automoveis temporario

As concessionárias possuem uma média de estoque de cerca de 90 automóveis por loja. Foto: Fernando Quevedo

O patamar dos estoques das concessionárias de veículos atingiu um nível alarmante no Brasil e já custa cerca de 64 milhões de reais ao dia para os varejistas. Os dados são fruto de uma pesquisa realizada este mês pela Auto Avaliar em quase 500 revendas no País. De acordo com o levantamento, o volume do estoque de veículos parados no pátio e no showroom das concessionárias já ultrapassa 44 mil unidades, com um tempo médio de venda superior a 60 dias por automóvel.

O estudo mostra que as concessionárias possuem uma média de estoque de cerca de 90 automóveis por loja, com um valor médio de R$ 34 mil por unidade. Isso representa um custo diário ordem de R$ 16,11 por veículo parado. Levando-se em conta toda a rede e o volume médio dos veículos parados, o custo é de R$1.450,35 por dia, gerando prejuízos de R$ 63.815.400,00 a cada dia que o estoque fica parado.

Para J.R. Caporal, CEO da Auto Avaliar, este cenário ainda pode se agravar com a chegada do final do ano e início do próximo. “A incidência do custo com o IPVA, pode chegar a até 4% em alguns estados, e terá de ser pago nos primeiros meses do ano. A projeção é que essa conta ficará R$ 59.840.000 mais cara. A saída é começar a girar o estoque cada vez mais rápido para garantir alguma margem e minimizar os prejuízos”, acrescenta.

Mais de 54% das famílias paulistanas continuam endividadas

A proporção de famílias paulistanas endividadas permaneceu estável em outubro. De acordo com a pesquisa realizada mensalmente pela FecomercioSP, houve pouca alteração do indicador, ao passar de 54,5% em setembro para 54,7% em outubro. Isso significa que 2,14 milhões de famílias possuem algum tipo de dívida. O número é 0,2 ponto porcentual superior ao registrado em setembro e outubro do ano passado (54,5%).

A taxa de inadimplência apontou leve recuo, de 0,5 ponto porcentual, marcando 20,1% em outubro – ante 20,6% de setembro. Isso significa que são quase 784 mil famílias que não conseguiram pagar suas dívidas na data do vencimento. No mesmo período do ano passado, a taxa estava um pouco mais baixa (19,6%).

Já a taxa de famílias paulistanas que declararam não ter condições de quitar a dívida no próximo mês ficou praticamente estável, ao passar do recorde histórico de 9,8% em setembro para 9,5% em outubro. Contudo, na comparação com o mesmo mês do ano passado, houve aumento de 1,9 ponto porcentual.

Em relação ao tempo da dívida em atraso, está cada vez mais concentrado no longo prazo, acima de 90 dias (55,5%), 5,7 pontos porcentuais acima do visto no mesmo período de 2017. O atraso do pagamento entre 30 e 90 dias está em 23,5%, e até 30 dias, em 19,7%. O indicativo apontou a dificuldade das famílias em acertar as contas, avalia a entidade (AI/FecomercioSP).

Concessão de serviços no Parque Nacional do Itatiaia

O Diário Oficial da União publicou o edital do ICMBio para licitação de concessão de serviços de apoio à visitação do Parque Nacional do Itatiaia. A abertura dos envelopes está marcada para o dia 19 de dezembro. Entre outros pré-requisitos, vencerá a licitação quem oferecer maior percentual da receita operacional bruta com os serviços de visitação e venda de produtos na área da concessão.

A empresa que vencer a concorrência terá o direito de explorar as atividades por 25 anos e deverá investir R$ 17 milhões em infraestrutura e serviços de visitação, apoio ao turismo ecológico, interpretação ambiental e áreas de recreação em contato com a natureza. A concessão vai permitir a exploração de bilheterias, alimentação, estacionamentos, comércio, atividades de aventura e hospedagem como abrigos de montanha e camping.

Além dos imóveis já disponíveis com esse objetivo, também serão permitidos serviços de glamping (“glamour e campismo”, em tradução livre). Localizada na Serra da Mantiqueira, abrange os municípios de Itatiaia e Resende, no Rio de Janeiro, e Bocaina e Itamonte, em Minas Gerais (MTur).

 

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