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Um em cada três clientes do atacado pode se tornar inadimplente

Cerca de 33,1% dos varejistas têm alta a probabilidade de se tornarem inadimplentes nos próximos seis meses.

 O segmento atacadista brasileiro precisa se prevenir quando o assunto é concessão de crédito

Um estudo inédito, desenvolvido pela área de big data da Serasa Experian, revela que 33,1% das empresas clientes do setor atacadista – os varejistas – apresentam alto risco de crédito, ou seja, têm alta a probabilidade de se tornarem inadimplentes nos próximos seis meses. Esse percentual inclui empresas com falência decretada, autofalência, concordata, recuperação judicial e extrajudicial, que representam 9,8% do total.
A chance de inadimplência é ainda maior para as companhias de menor porte: 34,3% das pequenas empresas apresentam alto risco. No caso das que possuem porte médio, a chance cai para 24,3%. Na comparação por regiões do país, as empresas clientes do atacado com alto risco de inadimplência do Norte, Nordeste e Centro-Oeste representam um percentual acima da média brasileira (33,1%). Na região Norte, 46,9% das companhias se enquadram neste perfil. Em seguida está o Nordeste, com 41,1%, e o Centro-Oeste, com 36,9%. Já no Sul e Sudeste, o número está abaixo da média Brasil. No Sudeste o percentual atinge 29,6% e, no Sul, 29,7%.
A carteira de clientes do atacado refletiu a queda da atividade econômica e teve alta de 11,7% no número de empresas inadimplentes no primeiro semestre de 2015, em relação ao mesmo período de 2014. Na mesma comparação, a região Nordeste apresentou alta de 16,3%. O Centro-Oeste foi a segunda região a registrar crescimento, com 13,4%. A inadimplência no Sudeste, entre janeiro e junho deste ano, foi 12,2% maior que a do período equivalente de 2014. As empresas clientes do segmento atacadista no Norte ficaram 7,2% mais inadimplentes no mesmo período e a região Sul foi a menos inadimplente, com alta de 5%.

Avançou a demanda do consumidor por crédito

avancou temporario

De acordo com o Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito, a quantidade de pessoas que buscou crédito cresceu 8,5% em julho na relação com junho. Já na comparação com o mesmo mês do ano passado, houve alta de 7,0%. No acumulado do ano, a procura do consumidor por crédito cresceu 5,1% (janeiro a julho de 2015 x janeiro a julho de 2014).
De acordo com os economistas da Serasa Experian, o movimento da procura por crédito foi influenciado pela maior quantidade de dias úteis (23 contra 21 de junho). Fazendo o ajuste por dias úteis, a demanda teria recuado 0,9% em julho perante junho, refletindo as dificuldades de cenário econômico atual. Da mesma forma, a Copa do Mundo do Brasil, que se encerrou no dia 13 de julho do ano passado, enfraqueceu a base de comparação da demanda na relação julho/15 vs. julho/14.
A demanda teve alta de 8,5% para quem recebe até R$ 500 por mês e de 9,0% para os que ganham entre R$ 500 e R$ 1.000. Para os com rendimentos entre R$ 1.000 e R$ 2.000, a alta foi de 8,3% e para os que recebem entre R$ 2.000 e R$ 5.000 o avanço foi de 8,0%. Para os consumidores que recebem entre R$ 5.000 e R$ 10.000 por mês, a demanda por crédito cresceu 7,8% em julho e para o que ganham mais de R$ 10.000 mensais, a alta foi de 8,1%.

Japão religa reator nuclear

Mais de quatro anos após o desastre nuclear em Fukushima, o Japão voltou a produzir energia por meio de um reator atômico. Situada na cidade meridional de Kagoshima, a central de Sendai religou o equipamento pela manhã e seu pico de operação foi atingido durante a noite. A expectativa é que o reator consiga gerar energia a partir de sexta-feira (14), entrando novamente no ciclo comercial nos primeiros dias de setembro.
Em março de 2011, todos os reatores nucleares do país foram desativados após um tsunami ter provocado um vazamento na central de Fukushima. Até hoje, o incidente, considerado o pior desastre do tipo desde Chernobyl, em 1986, mantém 80 mil pessoas evacuadas por causa da contaminação radioativa na região. Em setembro do ano passado, a planta de Sendai foi a primeira do Japão a atingir todos os requisitos de segurança impostos por leis implantadas em 2013, consideradas pelo governo como “as mais severas do mundo” (ANSA).

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