ISSN: 2595-8410 Contato: (11) 3043-4171

Seca na Amazônia pode bater recorde histórico

O ano de 2016 deverá ser mais seco na Amazônia em comparação aos anos de 2005 e 2010, períodos de estiagem severa na região.

A conclusão é de pesquisadores da agência espacial americana Nasa (National Aeronautics and Space Administration).
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), órgão vinculado ao Ministério da Agricultura, que vem monitorando a distribuição das chuvas no Brasil, mostra que nos últimos dois anos o volume de chuvas ficou abaixo do normal em quase todo os estados, em especial na Região Amazônica.
O agravamento da falta de chuva é provocado pelo El Niño, fenômeno climático que causa o aquecimento das águas da superfície do Oceano Pacífico. Com isso, a Amazônia está com menos umidade e as árvores se tornam mais vulneráveis às queimadas, que deverão bater recorde nos próximos meses, de acordo com o Inmet.
Os efeitos do El Niño começaram em 2015 e influenciaram o padrão de chuvas em grande parte do Brasil e do mundo. Na Região Amazônica, as precipitações da estação chuvosa, verificadas no último trimestre de 2015, diminuíram cerca de 50% se comparadas à média e continuaram abaixo da média pelo primeiro semestre de 2016, deixando a região ainda mais seca. Esse cenário, de tamanha intensidade de redução das chuvas, não era registrado desde 2002, segundo o Inmet.

Rua Vergueiro, 2949, 12º andar – cjto 121/122
04101-300 – Vila Mariana – São Paulo - SP

Contato: (11) 3043-4171