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Simon defende afastamento de Cunha

O ex-senador Pedro Simon (PMDB-RS) acredita que o afastamento do correligionário Eduardo Cunha da presidência da Câmara seria prudente em um momento de turbulência política e econômica...

que vem sendo acentuado pelos recentes acontecimentos envolvendo o parlamentar, principalmente depois que ele rompeu com o governo de Dilma Rousseff. “A posição dele ficou muito delicada”, disse o político gaúcho.
Nos últimos dias, outros líderes históricos do PMDB, como o deputado federal Jarbas Vasconcelos (PE) e o senador Roberto Requião (PR), criticaram a decisão unilateral de Cunha e questionaram sua continuidade à frente da Câmara até o esclarecimento das acusações que pesam contra ele. Em depoimento à Justiça Federal na semana passada, o delator da Lava Jato Júlio Camargo disse que Cunha teria cobrado propina de US$ 5 milhões em um contrato de navios-sonda da Petrobras.
A denúncia do delator foi o estopim para o rompimento do peemedebista com o governo. “Ele (Cunha) é inimigo do Executivo, e inimigo ele pode ser. Agora, presidente da Câmara e inimigo do governo é uma coisa complicada. E com essas acusações então...”, avaliou o político gaúcho. “O ideal, nesse sentido, seria o afastamento dele”. Longe de Brasília desde janeiro, quando encerrou seu quarto mandato como senador, Simon, de 85 anos, tem se dedicado a participar de palestras e seminários em diferentes cidades brasileiras (AE).

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