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Aurélien Jacomy (*)

A otimização de Supply Chain alavanca estratégias operacionais, possibilitando vantagens concorrenciais decisivas

A atual situação econômica do Brasil submete muitas empresas a uma pressão concorrencial cada vez mais forte e uma exigência crescente de seus clientes em termos de preço e de nível de serviço. Para se fortalecer diante da fragilidade do contexto econômico globalizado e vencer os desafios que envolvem a situação, cabe às companhias desenvolverem novas práticas, que tragam reestruturação e crescimento.

Uma empresa precisa ter a flexibilidade de se adaptar ao cenário comercial e financeiro vigente e também a novos desafios. Por isso, a otimização da pilotagem e da gestão da Supply Chain passa a ser, então, uma alavanca estratégica e operacional indispensável para obter uma vantagem concorrencial decisiva com foco em melhorar e criar novos serviços ao cliente, agregando valor ao negócio; baixar de maneira significativa e durável os custos de distribuição e os níveis de estoque; administrar melhor os fluxos logísticos e criar condições mais favoráveis para o desenvolvimento.

Momentos de incertezas econômicas são adequados para estruturar e reestruturar diferentes áreas, almejando um crescimento posterior. Para reformular e desenvolver a Supply Chain e a logística é necessária uma visão analítica dos problemas de uma empresa e uma visão pragmática das operações. Essas observações devem levar a uma adaptação de boas práticas à realidade específica de uma companhia. Sabendo que não existe uma solução formatada, ou seja, o que funciona para uma corporação nem sempre servirá para todas. Será necessário um projeto customizado para cada situação corporativa.

Porém, nem sempre somente a visão e o desejo interno das corporações serão suficientes para essa implementação. Para serem significativas, as mudanças precisarão passar por uma observação criteriosa de especialistas externos e, para tanto, será necessária a contratação de uma empresa especializada em Supply Chain, que trará novas práticas, como a otimização dos centros de distribuição, implementação de novas ferramentas, logística dentro da loja, redução de ruptura, aumento de venda e serviço para o cliente e diminuição de custos operacionais, entre outras iniciativas.

Quebrar paradigmas e definir a solução mais adaptada a realidade, a cultura, a estratégia e aos volumes de uma empresa, sem copiar soluções já vistas no mercado é o maior desafio de um projeto. Há como evitar desperdícios e garantir lucro favorável através da redefinição de fluxos e processos, evitando estoques parados, que represente prejuízos. Para descobrir esses gaps administrativos, torna-se fundamental um check-up de todo processo para a elaboração de um projeto que apresente soluções e evite quebras, colapsos internos e qualquer tipo de contaminação maléfica ocasionada também pela crise existente no mercado.

Ressaltando que uma consultoria não pode apresentar um modelo padrão para todas as empresas, pois do diagnóstico dependerá a solução e a evolução do negócio. Lembrando que aSupply Chain normalmente tem como objetivo tanto a redução de custos, quanto o crescimento da empresa. Receita recomendável para empresas que buscam uma blindagem protetora neste momento brasileiro de instabilidade econômica.

(*) - É diretor da DIAGMA no Brasil (http://www.diagma.com/pt/).

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