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VPN para burlar o bloqueio de WhatsApp: quais os riscos de segurança

Atualmente a comunicação móvel é o principal meio de relação entre as pessoas, tanto no meio corporativo quanto na vida pessoal. Assim sendo, é natural que os comunicadores instantâneos desempenhem um papel central neste cenário

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Fabio Pacheco (*)

No dia 02/05/2016, pela segunda vez no Brasil, o poder judiciário ordenou o bloqueio do comunicador instantâneo WhatsApp, dessa vez por 72 horas. Todas as operadoras de telefônica celular foram notificadas para cumprirem a decisão legal e o descumprimento será punido com multa.

Como da primeira vez quando houve o bloqueio, diversos sites apresentam soluções para burlar a imposição restritiva e entre as mais populares e fáceis está a configuração de uma VPN nos dispositivos móveis, seja baixando um aplicativo ou configurando manualmente.

A VPN (Virtual Private Network) é uma rede privada virtual, a qual força a navegação da internet dos dispositivos a fazer um caminho pré-definido a fim de conectar dois computadores, passando pelas redes mapeadas em um roteamento configurado por quem criou esta rede. Em outras palavras, a VPN é como um túnel em uma estrada que lhe desvia do caminho normal tomado por todos os outros carros e lhe confere acesso direto a uma determinada localidade.

Assim sendo, resta nos perguntar: Por que a VPN impede o bloqueio do meu WhatsApp e qual é o risco de se usar esta alternativa?

Em primeiro lugar, devemos entender porque a VPN dribla o bloqueio do WhatsApp e a resposta para esta dúvida é bastante simples. Uma vez que as operadoras são contatadas para bloquear o serviço, elas fecham a sua rede para a navegação dos dados pelo aplicativo alvo da ação judicial no país onde o problema ocorre, que no caso é o Brasil. Ao utilizar uma VPN, o dispositivo passa a navegar na internet usando uma rede virtual privada que não necessariamente é brasileira, ou seja, ele passa a navegar estando registrado em outro país. Na prática, eu passo a usar o acesso a minha internet brasileira para me conectar com uma rede virtual privada de um outro país - como a Mongólia, Azerbaijão ou a República Democrática do Congo – assim todas as minhas conexões passam a ser registradas como um tráfico internacional. Como estes países não possuem restrições, o WhatsApp passa a estar liberado.

Entendendo a questão anterior podemos então responder qual é o risco de segurança para smartphones, pessoas e empresas. O que acontece, no fim das contas, é que uma VPN é uma via de mão dupla: ela permite a navegação por uma rede que não tenha restrições para o uso do WhatsApp e em contrapartida o usuário trafega seus dados por uma rede desconhecida onde não se pode ter certeza se os dados serão ou não interceptados e se todas as conexões serão identificadas. Por outra forma, equivale a dizer que em troca de acessar o WhatsApp o usuário permite que tenham acesso a todos os seus dados de navegação e conteúdo em seu dispositivo móvel.

Esta questão é tão importante que podemos ressaltar os riscos para todos os envolvidos: para a empresa, todas suas comunicações ficam expostas; para os usuários, todos os seus dados podem ser roubados, incluindo senhas e fotos.

Outras soluções menos nocivas do que usar uma VPN estranha registrada em um país que não sabemos quais são as leis para a Internet podem ser adotadas, como substituir a comunicação instantânea por outros aplicativos que não possuam nenhuma restrição. Alguns exemplos são o Telegram, Hangout e Skype.

Diante desta constatação, fica o claro questionamento: em nome de garantir a comunicação instantânea através do WhatsApp vale a pena criar uma vulnerabilidade tão grande para o conteúdo e comunicação de seu dispositivo móvel?

(*) É especialista em mobilidade na Navita.

Pesquisa mapeia o comportamento do jogador on-line

A Riot Games – produtora e distribuidora do League of Legends –, realiza frequentes estudos sobre o comportamento do jogador de League of Legends. Uma das suas mais recentes pesquisas, liderada por Jeffrey Lin, designer de Social Systems da Riot Games, contou com o apoio de cientistas que analisaram as interações entre os gamers em um universo de 67 milhões de jogadores de LoL.
O estudo revela que apenas 1% dos jogadores são consistentemente “tóxicos” e essa pequena parcela é responsável por 5% da “toxicidade” no League of Legends. Todo o restante do comportamento negativo é fruto de jogadores que estão em um dia ruim ou em um momento de frustração no jogo ou fora dele. “A maior parte do tempo, essas pessoas se comportam bem nas partidas, e resolvem atacar em raras ocasiões”, esclarece Jeffrey.
Segundo Marcio Orlandi, diretor de Produtos da Riot Games Brasil, promover o comportamento positivo tem sido uma prioridade para a empresa. Por isso a companhia mantém times de especialistas em comportamento dedicados especialmente a esse fim. “Atualmente, a Riot Games trabalha com modelos de inteligência artificial que são capazes de dar feedback a jogadores com comportamento negativo em cerca de 15 minutos após o final de uma partida. A empresa também busca ajudar os jogadores a reconhecer e valorizar o comportamento positivo e proativo, de modo que a própria comunidade se regule”, comenta Orlandi.


Escalando as vendas com Inbound Marketing e Inbound Sales

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Cada vez mais empresas buscam alternativas efetivas para escalar suas vendas de forma constante, com resultados positivos. Empreendedores de diversos segmentos e setores já conhecem algumas alternativas que existem e hoje, as tendências atuais estão enfatizando o impacto positivo do conceito de Inbound Marketing e Inbound Sales, duas estratégias que estão mudando nossa forma de vender. Por meio delas, é possível ganhar mais produtividade e trazer mais vendas efetivas para sua empresa.
O Inbound Marketing tem transformado a maneira com que as empresas se relacionam com seus públicos e, consequentemente, suas relações de venda. Conquistando o interesse do consumidor ou cliente por meio de conteúdo relevante e atrativo, o Inbound Marketing faz com que eles se sintam parte da marca.
Algumas empresas conseguem abraçar a ideia logo no começo da operação, estruturando as ações de Inbound Marketing na hora de compartilhar artigos e conteúdos de alta qualidade sobre a empresa em seus canais (como site, blog, mídias sociais, newsletters, grupos e fóruns), trabalhando com ações de vendas tradicionais em paralelo, até que a nova estratégia comece a gerar retorno.
Uma prática muito utilizada é o compartilhamento de materiais nos grupos da rede LinkedIn, na página de sua empresa na Facebook, no Twitter, junto com anúncios pagos na rede do Google Adwords. A internet colabora muito para essa estratégia e pulveriza de forma significativa, sem necessitar qualquer interação da sua equipe.
Além do Inbound Marketing, algumas empresas têm implementado também o Inbound Sales. Apesar do nome elaborado, trata-se de um processo que vem sendo aplicado nas empresas e utilizado para complementar o processo de Inbound Marketing, com foco na evangelização dos clientes, otimizando os processos e contribuindo para o aumento das receitas. Porém, antes de pensar em qualquer ação, é importante refletir sobre algumas questões da empresa e o mercado em que ela atua, como: Quais problemas meu produto ou serviço pode resolver? Como os Leads (potenciais clientes) chegam até minha empresa? Mídias sociais, buscas no Google, eventos, indicações? O que meu cliente precisa saber, analisar, ou experimentar, para adquirir meu produto ou serviço? O que oferecemos de diferencial em relação ao que existe hoje no mercado?
Essas perguntas te darão uma direção para entender melhor o perfil de cada cliente e com isso selecionar qual deve receber uma ligação logo que visitar seu site, ou qual deveria receber uma newsletter com outras informações sobre o que ele procura, por exemplo.
É importante elaborar uma estratégia sólida para a aplicação do Inbound Sales de forma gradual, até que sua equipe esteja apta para trabalhar com essa nova proposta. Unindo Inbound Marketing com Inbound Sales será possível ajudar o cliente em todas as etapas da venda, até que ele compre o que a sua empresa oferece. Afinal, não é sobre isso que se tratam os negócios? Ajudar as pessoas a resolver o que precisam?
O ideal é você colocar seu processo de Inbound Sales para rodar, acompanhar e ir refinando o processo, buscando sempre encurtar as etapas e o tempo de compra. Em certo momento, traga pessoas para tocarem as vendas por você, crie um time e o especialize, deixando que cada pessoa seja responsável por algumas etapas (o mercado costuma dividir em qualificadores e closers) e acompanhe sempre o custo e retorno total por cliente, para saber quando pode investir mais e quando deve segurar um pouco.

(Fonte: Gustavo Paulillo é CEO do Agendor, app que ajuda milhares de vendedores a organizar e aumentar as vendas diariamente. Com versões gratuitas e pagas, atualmente o Agendor atende a mais de 13 mil clientes e tem nas PME’s e startups o principal público-alvo.

Quais serão as principais novidades e tendências de TI em 2016

Marcelo Sales (*)

O ano de 2016 já começou com a economia desacelerada e o mercado extremamente prejudicado

Neste panorama, as empresas têm buscado, cada vez mais, por recursos e diferenciais tecnológicos. Investir em Tecnologia da Informação vem se tornando uma opção para gerar ganho de produtividade, eficiência operacional e reduções de custos. E a pergunta que não quer calar é: o que esperar das tendências tecnológicas em 2016?
Na verdade essa resposta é bastante ampla, mas focarei nas tendências que podem influenciar diretamente as organizações. Afinal, a adoção tardia de tecnologias inovadoras pode comprometer os resultados das empresas e dar força aos concorrentes.
O Gartner divulgou no final do ano passado, uma lista com diversas novidades e previsões de TI para 2016. Dentre impressoras 3D, máquinas de auto-aprendizado e uso de algoritmos para desenvolvimento de produtos, acredito que uma forte tendência merece destaque: a convergência de plataformas e meios tecnológicos.
A partir de agora, o foco não será mais no meio, e sim no próprio usuário móvel, que estará cercado por uma grande rede de dispositivos, que vão bem além dos dispositivos móveis tradicionais que já conhecemos, como o smartphone, por exemplo.
Isso significa que o acesso a informações e aplicativos acontecerá através de todos os tipos de dispositivos, telefones, relógios, wearables, Smart TVs, sensores em casa e até mesmo do próprio painel do carro. Não será mais necessário apenas entrar em contato com o usuário, mas estar presente em suas relações, em seus momentos e em seu dia a dia.
Dessa forma, a fusão dos mundos virtual e real se torna realidade e cria uma base para um ambiente de experiência do usuário contínuo. Embora o desenvolvimento de apps permaneça uma tendência estratégica para empresas, é preciso agora pensar na interação entre os diferentes dispositivos.
Com o aumento desses dispositivos conectados à Internet e o maior fluxo de informação, novas estratégias de seguranças de dados e análises automatizadas deverão ser traçadas. Para lidar com essa crescente tendência de avanço da Internet das Coisas (IoT), ferramentas como o Big Data e o Cloud Computing se tornarão ainda mais essenciais para as empresas.
Já faz alguns anos que o Big Data vem mudando a maneira de gerenciar toda a produção e serviços de uma empresa. Porém hoje, já não falamos apenas de armazenamento de um grande volume de dados. O verdadeiro diferencial estará na capacidade de explorar essas informações e encontrar maneiras de transformá-las em valor de negócio.
Dentro das corporações, a questão de manter a segurança de todos esses dados, em meio à difusão de tanta informação e dispositivos conectados à rede, merecerá ainda mais atenção neste ano. Segundo pesquisa da IDC, cerca de 52% dos dados que devem ser protegidos não são. E ainda pior: as empresas não sabem disso.
Investir em serviços como plataformas que permitem conectar dispositivos aos provedores de computação em Cloud Computing, com proteção de dados e interações off-line, será fundamental para enfrentar os desafios que as novas tecnologias trarão.
Para se ter ideia, de acordo com dados da IDC, em 2018, pelo menos metade dos gastos com TI será baseado em Cloud Computing, atingindo 60% de toda a infraestrutura dessa área. Ainda segundo o Gartner, o mercado de Cloud é estimado para crescer, a partir de 58 mil milhões de dólares em 2013, para 198 bilhões em 2020.
Em meio a tantas tendências, uma certeza: investir em tecnologia será essencial para alcançar crescimento e se manter no mercado. Para quem ainda fica em dúvida, acredite: Em 2017, mais de 50% dos gastos de TI das organizações será para as tecnologias de mobile, analytics e cloud. Sua empresa vai ficar fora dessa?

(*) É CTO Latam da Hitachi Data Systems.

 
 
 
 
 
 
 

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