Virtualização das redes rentabiliza processos e aumenta potencial competitivo

A tecnologia de fato tem viabilizado a melhoria de muitas atividades e serviços, principalmente com o crescimento da mobilidade e, consequentemente, da digitalização

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Romulo Gonçalves (*)

Nas empresas, o impacto dessas mudanças traz à tona um cenário promissor, afinal, a virtualização das redes é uma tendência para empresas de todos os portes. Ela elimina tarefas que antes eram feitas manualmente e demandavam muito tempo. A principal consequência disso é a redução das despesas gerais de operação e do departamento de TI.

A redução dos pontos de configuração na também permite que os serviços e aplicativos fiquem mais ágeis, resistentes e responsivos, ao passo que o recurso também integra os dispositivos de proteção para uma segmentação mais segura dos dados. Se ainda restam dúvidas sobre qual outro benefício a empresa pode ter além da economia de recursos, a resposta é: aumento da competitividade. E quem não quer destacar ainda mais sua empresa no mercado, não é?

A automação dos processos cotidianos de TI não só dialoga com as novas expectativas do mercado e dos seus clientes, como também otimiza os processos corporativos e permite que muitas tarefas sejam realizadas com mais empenho nos resultados, já que a preocupação com aspectos como segurança e velocidade já não são a prioridade.

Muitos ainda temem a transição da rede convencional para a solução unificada. Seja por terem receio de perder arquivos e dados importantes durante a troca ou simplesmente por não verem tantos benefícios assim. O que posso dizer para quem se identifica com a primeira opção é que hoje o mercado já é contemplado com soluções que convergem com segurança vários serviços de dados, voz, vídeo e armazenamento, sem riscos de perda.

Para aqueles que mesmo assim ainda não se convenceram da importância da virtualização, posso citar alguns dos principais benefícios. O primeiro é a otimização do tempo de serviço. Em uma época onde o tempo se tornou um dos bens mais valiosos, vale apostar em uma solução que pode tornar as alterações de serviços mais velozes. Algumas delas chegam a tornar os processos quase 30 vezes mais rápidas e com menos da metade das despesas de configurações.

A rede virtualizada também torna possível a orquestração de aplicativos e serviços, permitindo a automação de provisionamento comum. Outro diferencial bem interessante é a facilidade para a implementação de aplicativos. Com a sua adoção fica mais fácil automatizar serviços robustos e melhorar o tempo de resposta.

Por fim, é preciso lembrar da importância de manter seguras as imagens feitas dentro da empresa. O vídeo vem sendo utilizado em todo o cenário corporativo. Pense na videoconferência global, vídeo distribuição de informação, aulas de treinamento - mesmo CCTV e videovigilância para a segurança pública. Os vídeos evoluíram, mudando para soluções abertas baseadas em IP. Quando a rede tem a capacidade de lidar com as demandas que são inerentes ao vídeo, é possível entregar aplicativos com flexibilidade operacional absoluta. O vídeo tem o potencial de mudar a nossa forma de interagir com o conteúdo, e a virtualização oferece isso de uma forma simples, robusta e sem interrupções.

Em um mercado impulsionado cada vez mais pela velocidade, onde o fluxo de informação precisa ser fluido e seguro, não aderir a essas soluções pode implicar em prejuízos em um futuro não muito distante. Alinhar essa estratégia à empresa é fundamental para que ela alcance cada vez melhores resultados.

(*) É Consultor de Rede da Avaya.

Linha de brinquedos Click-it lança coleção "Batalha Estelar"

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A Play CiS acaba de ampliar a série de brinquedos de construir Click-it com o lançamento da coleção “Batalha Estelar”.
Composta por seis brinquedos que prometem conquistar a imaginação das crianças, a nova coleção é inspirada em filmes de ficção científica e na real conquista do espaço. As novidades são a Nave Caça, com 58 peças; Ônibus Espacial (180 peças); Robô (34 peças), Nave Armada (126 peças); Carro Lunar (69 peças); e Carro Explorador (128 peças).
A série a Click-it é formada por blocos de montar com temas originais e bonequinhos. Voltados para crianças acima de 3 anos, os brinquedos incentivam o raciocínio e a imaginação de meninas e meninos, destacando-se também pelas embalagens encantadoras e pelos manuais de montagem ilustrados.


Consumo mobile: o poder no dedo do consumidor

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Nos últimos anos, vemos crescer aceleradamente o uso dos celulares, principalmente o smartphone. Aproximadamente 70% da população brasileira utilizam e trocam mensagens nas redes sociais como Facebook, WhatsApp, Instagram e Youtube. Mas, quando o assunto é sobre as compras online, a história é outra.
Atualmente, grande parte dos consumidores utilizam o celular para pesquisar e comparar o preço dos produtos que estão interessados em comprar. Porém, ainda existe um certo receio em concluir a compra pelo smartphone, seja pela falta de informação, preferência por utilizar o computador, pela dificuldade em colocar seus dados pelo teclado virtual ou até mesmo pela falta de segurança que alguns dispositivos móveis oferecem.
Um ótimo exemplo para ilustrar esse cenário, foi durante a Black Friday, que antes da meia noite (horário que se inicia o evento mais importante para o varejo brasileiro), a maioria dos nossos usuários eram de pessoas conectadas por dispositivos móveis e após a meia noite e durante o evento, o que se viu foram usuários comprando e finalizando suas compras por meio dos computadores.
Ao analisar a situação, chegamos à conclusão que o medo recorrente do consumidor precisa ser revertido, mas para isso as empresas precisam começar a enxergar e aceitar que o consumo mobile é a bola da vez. Segundo dados da Coupofy, detentora de um dos maiores bancos de dados sobre compras realizadas com cupons online, a expectativa para 2016 é de um aumento de até 40% para compras em dispositivos móveis. Percebendo essa oportunidade, os grandes varejistas estão investindo na criação de aplicativos próprios ou em sites desenvolvidos especificamente para o mobile, afim de manter ou aumentar a lucratividade da empresa.
Para finalizar, o consumidor mobile tem o poder na ponta dos dedos e com poucos cliques, conseguem concluir uma compra. Portanto, quem estiver atento as mudanças no mercado, ter bons conhecimentos sobre o mundo digital e o mais importante, ter expertise para avaliar qual a melhor ação deverá ser tomada com base no perfil do público que se quer atingir, pode ganhar mais que uma simples compra, e sim, um cliente mobile.

(Fonte: Patrick Nogueira é fundador do Baixou, startup do Espírito Santo especializada em ferramentas online que monitoram a variação de preço de mais de 3 milhões de produtos, em todo varejo nacional).

e-Commerce: Prepare-se para a Emenda Constitucional 87

Danilo Miranda (*) e Gustavo Prado (**)

De olho no crescimento do comércio virtual brasileiro, Fisco tem nova regra de ICMS para dividir tributos entre os Estados. Mudanças já estão valendo. Veja como se adaptar a elas

O assunto Emenda Constitucional 87 está em alta. A nova forma de tributação do ICMS serve para todas as operações interestaduais destinadas a consumidor final, porém caiu como uma bomba no mercado virtual, os chamados e-commerces. Com um olhar atento ao assunto, a mídia trouxe inúmeras explicações e ilustrações de como o pagamento da nova alíquota funciona: Percentuais de diferenciais estaduais de ICMS, progressão da alíquota de recolhimento para o estado de destino, entre outros “detalhes” da nova emenda, que foram martelados na cabeça dos gestores de lojas virtuais. Mas como se preparar para uma demanda inédita neste tipo de mercado? A resposta não é simples, necessitando investimento e preparação para quem quiser ter uma operação eficaz, econômica e dentro das regras.
Para as empresas que apuram o imposto de Renda pelo Lucro Real ou Presumido, o primeiro passo é o mapeamento da carga tributária ao longo dos Estados, para que seja feita uma atualização na base cadastral de seus produtos. Cada produto tem uma alíquota de ICMS específica e antes da E.C 87 caberia à empresa saber o percentual do Estado de origem. Após a E.C 87, as coisas se complicam um pouco. Além do ICMS interestadual, o contribuinte terá que saber a alíquota e eventuais benefícios fiscais no Estado de destino da sua mercadoria. Isso implica uma atualização de todos os cadastros de produtos na base tributária deste contribuinte, missão dura, principalmente para grandes lojas virtuais que trabalham com vários tipos de produtos com entregas em todo o Brasil. Para grandes empresas virtuais que não contam com um software de gestão fiscal, é hora de pensar em investir nessa questão, evitando possíveis punições e multas relacionadas a questões tributárias
O segundo passo para empresas que investem no comércio virtual é a obtenção de inscrições estaduais nos Estados de destino de seus produtos. A inscrição estadual permite que os contribuintes façam o recolhimento por apuração, ou seja, competência de recolhimento mensal, agilizando seu processo de entrega. Na falta desta inscrição, o recolhimento do imposto deverá ser feito nota por nota, antes que o produto seja enviado ao Estado de destino, tornando a operação lenta e operacionalmente cara. Por isso fica o conselho, adiante-se em dar entrada no processo de obtenção da inscrição estadual, é um meio de facilitar suas operações e economizar mão de obra no processo. Porém vale lembrar, devido à burocracia, a Inscrição Estadual pode demorar para ser obtida, portanto dê prioridade a essa questão.
Após adaptar seus processos, regularizar o ICMS devido em cada estado e estar com o seu sistema tributário interno completo e atualizado, cabe ao contribuinte comprovar sua boa gestão fiscal através do SPED. Os e-Commerces terão que transmitir seus dados fiscais através do Sistema de Público de Escrituração Digital, então caso você não conte com um sistema confiável ou ainda tenha falhas operacionais no seu SPED, é hora de se apressar e investir para estar em conformidade com o Fisco.
Simples Nacional - E-Commerces optantes pelo Simples Nacional irão sentir a mudança do ICMS no bolso. Enquanto os grandes não terão uma alteração tão grande na carga tributária recolhida, tendo mais preocupação na revisão de processos e adequação da tributação de cada produto, os pequenos do mercado virtual irão ter um aumento expressivo no recolhimento da ICMS. Como a E.C 87 não diferencia os sites que estão sob regime do simples nacional, estas empresas terão as mesmas obrigações que os grandes do mercado, sem a mesma estrutura e aparato contábil. Além disso, o ICMS que era integralmente pago dentro das regras unificadas do Simples Nacional, passará a ser cobrado por fora após a entrada da E.C 87. Com a alta significativa da carga tributária, muitos empresários fazem pressão para que a medida seja revista, retornando a sistemática anterior, já que muitos falam que essa forma de tributação impossibilita o lucro dos pequenos, condenando esta parcela de mercado ao insucesso.

(*) É sócio da ASIS Projetos (www.asisprojetos.com.br)
(**) É Gerente de Consultoria & Projetos da ASIS Projetos

 
 
 
 
 
 

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