Dicas para estabelecer gestão de fretes na loja virtual

Normalmente, ao realizar uma compra pela internet, os clientes costumam ficar ansiosos e na expectativa para que o produto chegue logo

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Alfredo Soares (*)

Uma das principais áreas dentro de um e-commerce é o frete, responsável por agilizar todo o processo de envio das mercadorias. Porém, é preciso se atentar e saber lidar com os procedimentos operacionais e logísticos de um comércio eletrônico, pois exige muito planejamento para garantir a melhor experiência de compra do consumidor.

Nesse sentido, muitos empreendedores têm adotado medidas inteligentes, proporcionadas pela tecnologia para aumentar a produtividade e reduzir os gastos. Além disso, o uso de plataformas de gestão de fretes entra nesse grupo de facilidades, que em linhas gerais, é uma metodologia que traz mais agilidade, qualidade e melhora na produção. Esse procedimento torna a atividade mais competitiva frente à concorrência e, consequentemente, te ajuda a permanecer no mercado.

Entenda um pouco mais sobre a importância desse método para o e-commerce e acompanhe as dicas abaixo para estabelecer a gestão de fretes na sua loja virtual:

1. Tenha conhecimento das vantagens desse processo: ao investir nesse gerenciamento, o lojista ganha muito com a organização. Esse sistema traz dados mais consistentes, o que resulta em procedimentos padronizados e otimizados. Com isso, é possível mapear melhor os processos, identificar falhas, implementar melhorias e planejar as tarefas. Com as informações centralizadas, a verificação e o compartilhamento de dados se tornam mais ágeis porque tudo é encontrado em um único lugar. Isso facilita a comunicação entre as pessoas e os setores.

Outro detalhe que merece ser destacado é o controle. Com todas essas informações, é possível melhorar os processos e as finanças. Dessa maneira, cadastrar e gerenciar transportadores, acompanhar o status dos pedidos, conferir a documentação do transporte se tornam procedimentos mais simples;

2. Como calcular o frete: essa questão varia de uma transportadora para outra porque cada uma estabelece as suas tabelas com preços e prazos, e ainda outras variáveis como, por exemplo, a taxa de seguro, devolução e coleta, detalhes que interferem no preço do frete. No momento que é utilizada uma plataforma de gestão de fretes, esses dados têm que estar atualizados, para que sejam mais precisos, garantindo estabilidade na operação;

3. Como reduzir o valor do frete: quando se utiliza uma plataforma de gestão de fretes, é possível mapear exatamente quando há possibilidade de reduzir o custo, pois a partir dos relatórios que são gerados, os lojistas têm a opção de visualizar qual a transportadora oferece o melhor custo benefício, por exemplo. Além disso, uma outra opção é aumentar o número de parcerias com as duas partes envolvidas e estudar outros meios de entrega, como o uso do serviço de motoboy. Negociar entregas com os clientes, descentralizar a distribuição, revisar a política de frete e evitar o transporte aéreo também fazem parte dessas medidas de redução de custo;

4. Utilize a automatização da gestão de fretes: a automatização facilita não só os processos da loja virtual, mas também melhora a qualidade do trabalho de seus especialistas e colaboradores. Diferentemente do que acontece no procedimento manual, que na maioria das vezes é demorado e aumenta o risco de erros, as plataformas oferecem relatórios concisos, permitem a realização de cotações de frete em tempo real e também realizam cálculos, deixando tudo mais simples para a consulta.

Podemos concluir que os procedimentos no e-commerce são muitos e nem sempre é possível cumprir todas as etapas com qualidade sem o auxílio da tecnologia. A gestão de fretes é um bom exemplo disso, pois os lojistas que contarem com esse tipo de suporte, irão facilitar todo o trabalho e garantir eficiência em todo o processo.

(*) É CEO e fundador da plataforma de lojas virtuais Xtech Commerce. Com mais de 40 mil lojas criadas a plataforma transaciona R$ 250 milhões por ano. Soares também palestrante e sócio investidor na startup Socialrocket.

Ana Tex abre inscrições para 2º Workshop Gratuito de Novas Mídias

Estão abertas as inscrições para o 2º Workshop de Novas Mídias. O curso online e gratuito será oferecido pela especialista em Marketing Digital, Ana Tex. “As Novas Mídias já fazem parte da realidade de todo empreendedor, mas será que todos eles já estão fazendo uso delas para conquistar mais visibilidade no mercado e mais vendas?”, questiona a especialista.
O propósito desse workshop é mostrar, na prática, como ingressar com seu negócio nas novas mídias. Para participar, basta garantir sua vaga no link: http://bit.ly/2novasmidias. Após confirmar inscrição, os interessados receberão mais orientações de como participar.
Confira alguns tópicos abordados no curso gratuito de Ana Tex:
Como atrair mais olhares?
Saiba o que falta para você começar a atrair olhares para o seu negócio.

Como gerar visibilidade e vendas
Entenda porque divulgar seus produtos, serviços e ideias nas novas mídias podem te trazer mais visibilidade, credibilidade e vendas.

Como iniciar
Saiba por que o seu smartphone pode ser um grande aliado na produção de conteúdos que possam ajudar outras pessoas, e ao mesmo tempo gerar um bom posicionamento na internet.

Como o marketing vai ajudá-lo
Entenda a base do Marketing e saiba por que hoje todos os empreendedores devem aprender a atrair público na internet.

Como Conhecer Seu Público
Saiba como conhecer melhor o seu público, para entender onde ele está e qual é a melhor forma de se comunicar com ele.

O novo marketing
Aprenda como ser encontrado na internet e ser visto como uma autoridade no seu assunto, compartilhando imagens, vídeos, artigos, áudios que agregam valor para as pessoas.

Serviço
2º Workshop de Novas Mídias
Online e Gratuito
Data: 25/04
Inscrições e Informações: http://bit.ly/2novasmidias


Como os falsos positivos prejudicam análise de fraude no e-commerce?

Não é raro vermos e-commerces dizendo que não enfrentam problemas com a fraude, uma vez que têm a taxa de chargebacks sob controle e muito abaixo do limite recomendado pelas operadoras de cartão de crédito. No entanto, muitas destas lojas virtuais não sabem quanto dinheiro estão deixando de ganhar para manter estes indicadores. Isso acontece em razão de um índice pouco discutido no mercado: os falsos positivos.
Falsos positivos são pedidos legítimos, feitos por clientes “bons”, mas que foram negados por suspeita de fraude. Esta é uma métrica relativamente difícil de medir, apesar de ser fundamental para um lojista saber se a análise de risco está ajudando ou atrapalhando um negócio.
Muitos profissionais de e-commerce acreditam que a função de uma solução antifraude é barrar o máximo possível de transações suspeitas, mas esta visão é incompleta. O escopo da ferramenta deve ir além: um sistema de risco tem a obrigação de otimizar a conversão de um lojista, negando as compras suspeitas sem que isso, de maneira alguma, afete as compras legítimas.
Um estudo que fizemos recentemente na Konduto indicou que a taxa de tentativas de fraude no e-commerce brasileiro em 2016 foi de 3,58%. Isso significa que um negócio que tenha uma taxa de cancelamentos muito superior a este número provavelmente está com um problema de falsos positivos: o medo de perder dinheiro com chargebacks está impedindo a loja virtual de ganhar dinheiro com vendas boas.
Por isso, um gestor de risco deve saber que o “custo da fraude” não é simplesmente o total de chargebacks. Há vários outros indicadores que devem ser levados em conta pela gestão de risco, como o índice de cancelamento de pedidos, o custo da ferramenta antifraude e até mesmo a taxa de pedidos derivados à revisão manual – quando o sistema envia pedidos para um agente humano realizar uma última verificação na tentativa de aprovar aquela venda.
Há, ainda, muita desinformação no mercado a respeito de diversos aspectos relacionados ao combate à fraude. No entanto, é primordial que profissionais de e-commerces tenham em mente que barrar transações suspeitas corresponde a apenas uma parte da função de uma ferramenta antifraude.
O sistema deve saber gerenciar os riscos, potencializando receitas ao aprovar o máximo possível de pedidos ao mesmo tempo em que reduz as perdas com transações fraudulentas. Porém, um antifraude não pode prejudicar as vendas legítimas de um e-commerce.

(Fonte: Tom Canabarro é co-fundador da Konduto, sistema antifraude inovador e inteligente para barrar fraudes na internet sem prejudicar a performance das lojas virtuais).

Dicas e principais métricas para monitoramento de aplicações

Rene Abdon (*)

Há uma revolução digital acontecendo em todos os setores da sociedade, impulsionada por consumidores cada vez mais ávidos por inovações

Em um mercado movido por “tempo é dinheiro”, fica praticamente impossível não falhar por falta de boa performance. Então, como se manter competitivo frente a estas rápidas alterações, exigências e expectativas crescentes dos usuários? Antes do lançamento ou da apresentação de qualquer produto ou serviço, é imprescindível que todos os processos estejam estruturados e aptos. Para isso, uma boa ideia é o uso de práticas de DevOps para dar suporte a um modelo de entregas contínuas.
Um levantamento da Puppet Enterprise aponta que usuários de DevOps de alta performance são mais ágeis, com implantações 30 vezes mais frequentes e 8 mil vezes mais rápidas com relação ao sistema tradicional. São ainda mais confiáveis, com 12 vezes mais rapidez de recuperação caso haja algum problema. Além desse modelo, é importante seguir algumas métricas relevantes e dicas sobre como lançar uma aplicação que forneça uma experiência digital ágil, responsiva, superior e o mais importante: que não falhe na hora de sua utilização.

Não force sem um plano
Se as suas aplicações não estão preparadas, estão lentas ou possuem falhas, não siga em frente. A melhor campanha da empresa, a que houve mais tempo e dinheiro investidos, pode se transformar na pior delas e prejudicar a imagem da companhia caso haja alguma falha em sua apresentação. Para se ter ideia, durante um grande evento esportivo, o website desenvolvido para dispositivos móveis do organizador exibiu um favicon (pequenos ícones que ficam ao lado da barra de endereços de um navegador e servem, entre outras funções, para identificar rapidamente um site) com tamanho de 370 kilobytes, quando o normal é ter entre 512 bytes e 2048 bytes. Obviamente a ação ficou seriamente comprometida e o caso poderia ter sido evitado se houvesse uma otimização básica de performance da web e testes em toda a conduta de desenvolvimento.

Não presuma que você conhece o ambiente
Em uma aplicação, por menor que seja, existem muitos pontos de falha potencial. Os múltiplos dispositivos, tecnologias, canais e metodologias ampliam de forma exponencial as possibilidades de algo dar errado. Por isso, é importante não presumir o conhecimento pleno do ambiente sem a percepção real de um usuário.

Não (re)use cegamente os componentes
Os desenvolvedores estão sempre reutilizando componentes existentes, mas isso nem sempre funciona a favor da empresa. É recomendável acompanhar bem de perto todos os processos.

Métricas
Entre as principais métricas de performance estão: número e tamanho de recursos, tamanho da página, número de erros funcionais, chamadas de terceiros, número de execuções SQL e número dos mesmos SQL’s. Outras destacadas são: tempo gasto em API, chamadas em API, número de domínios, tamanho total, número de itens por página e de AJAX por página.
O ideal é controlar essas métricas manualmente em toda a sua conduta de desenvolvimento de aplicações. Uma vez que há um controle sobre o que precisa saber, é hora de começar a olhar para a forma de simplificar o monitoramento da performance. Este é o objetivo da entrega contínua: automatizar o seu procedimento com portais de qualidade com base em métricas em cada etapa.

(*) É diretor de Serviços da Dynatrace no Brasil.