Dicas para escolher um data center terceirizado

O mercado está se modificando de maneira ágil, segundo analistas do IDC, a indústria entra em uma nova era, que considera que até 2018, 60% das cargas de trabalho de TI estarão em data centers não proprietários

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Diante deste cenário é importante saber quais requisitos são importantes ao analisar a escolha de um terceiro para a prestação deste serviço. Marcos Siqueira, Diretor de Serviços Gerenciados da Ascenty, empresa líder no mercado de data center do Brasil, aponta quais são os 6 principais aspectos que devem ser considerados na hora de escolher um data center para hospedar seus equipamentos.

1- Infraestrutura
Para o bom funcionamento do data center, é necessário que, além de todas as questões de segurança – não só dos dados, como do prédio em si, como incêndios, alagamentos e possíveis panes – haja instalação física com níveis altos de qualidade e redundância, um item crítico a ser avaliado.

2- Segurança Física
É necessário que se confie muito em uma empresa na hora de escolhê-la como provedora de serviços de data center. Afinal, dados de uma organização estarão alocados em sua infraestrutura. Por isso, é crucial que a empresa possua restrito controle de acesso aos data centers, além de uma equipe de segurança e monitoramento atuando em todos os momentos. Além disso, também é de extrema importância um sistema de detecção de incêndios e alagamentos, em caso de emergência.

3- Conectividade
Para que o cliente possua alta disponibilidade a todo momento, é de suma importância que a empresa de data center possua alto nível de abrangência dos provedores e diferentes fornecedores de rede e internet. Com isso, caso algum deles falhe, o outro estará a postos para suprir essa possível demanda de urgência, para não interromper o bom funcionamento dos sistemas. A Ascenty possui parceria com os principais provedores do mercado e além disso, conta com conectividade própria, com uma rede de fibras ópticas, que possui entradas redundantes subterrâneas e garantem a qualidade do serviço.

4- Segurança Lógica
Com certificação baseada na norma ISO/IEC 27001, que é a referência internacional para sistemas de gestão da segurança da informação, os Data centers também possuem o selo “PCI compliance”, o que significa que estão em total conformidade com as normas de segurança de dados estabelecidas no Payment Card Industry Data Security Standard (PCI-DSS), padrão adotado em todo o mundo pela indústria de cartões de crédito.

5- Atendimento
Um data center precisa funcionar 24 horas por dia, 7 dias por semana, ininterruptamente. Para isso, é necessário que exista uma equipe qualificada de prontidão para atender os clientes nessa escala, caso haja alguma irregularidade nos serviços. A Ascenty conta com o Núcleo de Soluções, que está à disposição de todos os clientes a qualquer hora do dia e da noite para auxiliá-los com excelência. Os profissionais deste setor são instruídos para solucionar as questões que podem surgir no dia a dia em apenas um único atendimento, otimizando o processo e tornando-o mais saudável e ágil para o cliente.

6- Certificações
Existem diversos tipos de certificações, nacionais e internacionais, que atestam que a empresa opera de acordo com as melhores práticas do mercado. Além disso, também é interessante checar o nível de qualificação das equipes que trabalham nos data centers. A Ascenty possui certificações internacionais em todas as suas unidades, sendo Tier III pelo Uptime Institute, ISAE 3402, SSAE 16, ISO 20000 e ISO 27001, além da certificação ISO14001 que reforça o compromisso da empresa não apenas com os clientes, mas com a sociedade como um todo.

Confira 5 cursos para quem é nerd ou geek

Estudar, se dedicar a algo novo por paixão é uma das alegrias de quem gosta de se atualizar e sonha com aulas sobre temas que, muitas vezes, não são ensinados na escola. Selecionamos cinco cursos para quem é nerd ou geek e gosta de estudar por hobby, confira:

Pixar
Gosta de animação a ponto de se encantar pelos enredos e ficar se questionando como a história da Dory, por exemplo, foi criada? A Pixar acaba de lançar o Pixar in a Box, curso gratuito, e em inglês, sobre storytelling.

CERS Corporativo
Curiosos terão a oportunidade de ampliar seus conhecimentos sobre como o mundo do jornalismo esportivo funciona com o curso online de Jornalismo Esportivo: Dinâmica e Desafios na Era Digital, oferecido pelo CERS Corporativo, plataforma de ensino online em parceria com a Zutphen Comunicação.

CEBRAC
O curso Geração Web é indicado para quem quer aprender a programar seu próprio aplicativo e arquitetar seu site; nada melhor para quem sonha com novas funcionalidades e facilidades para o dia a dia.

Evolute Profissionalizantes e Idiomas
E se o mundo digital é a sua praia, é possível ficar descobrir como criar seu próprio canal de vídeos, com qualidade e conteúdo, por meio do curso Produção de Vídeo para YouTube, que além dos recursos de tratamento e personalização, também aborda aspectos de propaganda e marketing para ajudar a trazer ainda mais atratividade aos canais.

DesenhoOnline.com
Indicado para quem quer desenvolver mais as habilidades motoras e criar uma obra-prima.

A Internet das Coisas veio para ficar

Renato Moreira (*)

Novas tecnologias são necessárias para auxiliar o dia a dia da humanidade, seja em casos simples do cotidiano ou até mesmo em risco de vida

A “Internet das Coisas” ou IoT (Internet of Things) é assustadora para muitas pessoas. Imagine um futuro não tão distante ou talvez já em uma realidade onde coisas do nosso cotidiano, como carros, eletrodomésticos, máquinas industriais, roupas e eletrônicos possam se conectar à internet, gerar e compartilhar dados ou informações referentes a sua utilização, e que estas informações possam ser usadas para diversos fins, como segurança, negócios, saúde, entre diversas outras possibilidades. Pois é, parece ser coisa de cinema, mas é o que está por vir e pode mudar totalmente a nossa relação com o mundo e com as coisas!
O IoT, resumidamente, são dispositivos e aplicações conectados à internet ou a qualquer outro tipo de rede, gerando e compartilhando dados que possam ser armazenados, processados, analisados e utilizados para infinitos propósitos pessoais, comerciais e governamentais, em tempo real ou não. A ideia consiste que cada dispositivo possua uma identificação única e, assim, bilhões de dispositivos irão interagir entre si e com outros sistemas e redes sociais, que irão consumir estes dados e posteriormente fornecer informações com diversos objetivos, mudando totalmente o cotidiano das pessoas e das empresas. Mas qual é o seu propósito?
O maior propósito da IoT é confluir o físico com o virtual, gerando informações que possam beneficiar a vida das pessoas em seu cotidiano, proporcionando a elas o que realmente precisam e até mesmo ajudando nas relações ambientais, meteorológicas e de segurança pública. Este conceito pode ser bem mais amplo e complexo, porque as possibilidades são infinitas e as tecnologias envolvidas ainda estão em desenvolvimento. Algumas situações poderão se beneficiar – e muito – desta tecnologia.
Um exemplo bem simples é: um domingo de futebol e bem na hora do jogo você percebe que a sua cerveja acabou. Imagine que se a sua geladeira, através do RFID, identificasse que a sua última latinha de cerveja foi consumida e enviasse esta informação para algum sistema através da internet, e este mesmo sistema já fizesse um pedido a algum e-commerce de bebidas debitando automaticamente o valor de sua conta ou em seu cartão de crédito? Você ainda pode criar uma lista de compras com definição de estoque mínimo e a própria geladeira ou o sistema realizariam as compras de acordo com o consumo da família!
Outro exemplo bem comum que acontece com qualquer pessoa são as viagens nas estradas. Você viaja tranquilamente com a sua família enquanto diversos sensores captam dados do funcionamento do motor e de outras partes do seu carro, enviando estes dados a algum sistema via internet em tempo real. De acordo com algum padrão, o sistema identifica um iminente ou real problema e, paralelamente, já alerta a seguradora ou a administradora da rodovia a exata localização do veículo e qual profissional que deve ser enviado para resolver o problema. Até mesmo na saúde a Internet das Coisas pode auxiliar, uma vez que os dados sobre pacientes utilizando algum dispositivo ou até mesmo uma roupa com sensores, pode ajudar aos médicos monitorarem e tomarem alguma ação caso identifiquem algum padrão que possa colocar a vida da pessoa em risco. Pós-operados, doentes crônicos podem se beneficiar da IoT em relação a este tipo de monitoração.
Evidentemente que para estas tecnologias de ponta se tornem realidade, dependeremos cada vez mais de uma melhor infraestrutura de comunicação, recursos computacionais poderosos e de sistemas cada vez mais sofisticados, para que tenham a capacidade de obter, analisar e responder de forma eficiente a uma quantidade absurda de dados que serão gerados por estes dispositivos a cada segundo. Isto seria possível? Somente o tempo dirá.

(*) É executivo de contas da DBACorp.

 
 
 
 
 
 
 
 
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