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Você está pronto para a verticalização da nuvem?

Não há dúvidas de que o modelo cloud computing chegou para ficar. Anunciado como tendência há poucos anos, hoje é fato e vem ganhando espaço gradativamente nas organizações cujas áreas de TI estão transformando-se para assumir posições mais estratégicas

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Fabio Piastrelli (*)

A computação em nuvem, inclusive no Brasil, vem ganhando confiança e conquistando adeptos rapidamente. De acordo com um estudo da Frost&Sullivan, até dezembro de 2015, 66% das corporações no país devem usar pelo menos uma oferta em nuvem e 41%, quase a metade das pesquisadas, já utilizam.

Mas de fato, em que caso as aplicações cloud podem fazer toda a diferença para as empresas? Como podem ajudá-las a tornarem-se mais competitivas? Para responder a estas questões sugiro partir de duas premissas. A primeira é a de que os principais atrativos do modelo na nuvem para as empresas residem em economia, agilidade e mobilidade. A segunda é que as soluções verticais, pensadas para segmentos específicos (hospitais, seguradoras, etc), estão em alta uma vez que as empresas já entenderam que as multi-propósito (sistemas de gestão), embora excelentes para padronização de processos e organização financeira, não dão conta de atender plenamente aos requisitos de todas as áreas de negócio, em qualquer segmento.

Então, a conclusão que se pode tirar para elaborar estas respostas é que as companhias precisam empregar o modelo cloud em suas soluções específicas de negócios, a fim de tirar partido do melhor que as soluções na nuvem são capazes de proporcionar, potencializando e somando forças como os benefícios das soluções verticais como especificidade setorial das ferramentas, a alta escalabilidade, a capacidade de inovação, entre outros.

Juntando o melhor dos dois mundos - o software de aplicações verticais e a arquitetura cloud -, as empresas estão sendo atraídas a substituir seus sistemas genéricos, em geral, altamente customizados e baseados em tecnologias fechadas, e seus sistemas legados, ambos pouco conectáveis e escaláveis. As soluções verticais na nuvem as sucedem ofertando baixo custo e agilidade para a implantação e manutenção, bem como, um conveniente modelo auto ajustável de cobrança, baseado no uso da ferramenta, simples como uma conta de água. Por fim, uma janela importante também se abre: a aquisição de novas capacidades a partir de funcionalidades que já fazem parte da ferramenta, incorporando as melhores práticas do mercado.

A revolução que a verticalização da nuvem causará no mercado de TI será similar àquelas provocadas pelo Netflix no campo do cinema e pelo Deezer na música. E embora hoje o mercado ainda esteja em uma etapa intermediária, adaptando-se à arquitetura, experimentando soluções em áreas menos críticas, o vertical cloud será, sem dúvida, o passo seguinte e definitivo.

(*) É sócio diretor da Gera.


Registros de dados roubados na internet aumentaram 49% em 2014

Quase um bilhão de registros de dados roubados em 1500 ataques. Cerca de 54% das invasões são do tipo mais comum, o roubo de informações pessoais. Esses números foram levantados por uma empresa alemã para comprovar que a segurança na internet está a cada vez ficando pior. Não foi em vão que a Prosign IT, multinacional de origem uruguaia especializada em tecnologia da informação, trouxe ao mercado o Prosign Authentication System, uma plataforma de dupla certificação digital focada em transações comerciais realizadas na internet, que garante o que há de mais avançado em segurança virtual.
Atualmente grande parte das transações bancárias são realizadas através de Tokens ou sistemas de senhas randômicas disponibilizadas em aplicativos para smartphone. A grande diferença entre a solução Prosign e as praticadas hoje no mercado, é que os dispositivos de senha não participam ativamente da certificação da transação, ou seja, se a máquina usada para o acesso à conta corrente estiver hackeada, o sistema de senhas randômicas não será capaz de impedir a ação criminosa.
Assim a transação será efetivada e como a máquina está sendo invadida, todos os dados do correntista serão passados para um servidor criminoso e uma vez que a conta esteja aberta neste servidor, o hacker terá sucesso no roubo das informações e poderá realizar qualquer tipo de transação, como desvio de dinheiro.
Com o sistema da Prosign, para que o assaltante cibernético tenha sucesso, ele teria que invadir ao mesmo tempo o smartphone do correntista, a máquina usada para a transação e acessar o QR Code gerado, o que significa que a probabilidade de sucesso do ataque é mínima e a dificuldade para a invasão é muito grande, o que não vale a pena para o bandido virtual, que busca sempre sistemas de fácil violação.
“Com o mercado online em franca expansão e constante desenvolvimento, as empresas e instituições financeiras precisam investir em ferramentas robustas e inteligentes que garantam o máximo de segurança e que estejam, pelo menos, dez passos à frente dos criminosos”, afirma Leonardo Baptista, CEO da Prosign IT.



Posts indevidos nas redes sociais podem ocasionar advertências e até justa causa

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Hoje, com o uso das redes sociais, o cenário nas relações trabalhistas passa por mudanças, devido à tecnologia. A discussão sobre a liberdade de expressão nas redes e as demissões por justa causa cresce a cada dia nos tribunais. Para isso, o internauta deve ter de bom senso e atenção ao postar nas mídias.
Segundo Karina Kawabe, advogada da KLAW Advocacia Especializada, as citações que envolvem o ambiente de trabalho ou até mesmo a própria empresa nas redes sociais é uma ação que necessita de cautela. "Atentar contra à imagem, moral e reputação da empresa, declarar fatos falsos ou difamatórios contra a empresa ou superiores podem ensejar a justa causa imediata. Para não haver nenhum tipo de problema, uma grande saída é a política interna da empresa, com manual de boas práticas", sugere a advogada.
As leis trabalhistas asseguram as empresas de mencionar as condutas e posturas relativas ao uso das redes e da internet no contrato de trabalho ou no manual interno. Algumas possuem cartilhas e manuais de redação, com orientação aos colaboradores sobre menções e linguagem apropriadas e, ainda, palavras indevidas.
"O empregado nunca deve usar as redes sociais para mandar recados a superiores hierárquicos ou colegas de trabalho seja de forma subliminar, muito menos diretamente. Tal conduta pode ser prejudicial", afirma Karina.
A advogada dá algumas dicas para esse novo cenário no ambiente corporativo:
EMPRESAS:
Alertar a forma de uso da internet (política interna ou contrato de trabalho);
Vedar o acesso de sites não relacionados às atividades/funções do empregado;
Bloquear o acesso a referidos sites, se o caso;
Informar aos empregados o monitoramento de computadores (email e internet - jurídico e legalmente possível já que a máquina é instrumento de trabalho de propriedade da empresa);
Controlar e monitorar páginas corporativas em redes sociais (fun pages ou instagram) evitando posts que denigram a imagem da empresa e repercussões em massa com auxílio de assessoria de empresa e jurídico;
EMPREGADOS:
Evitar o uso e interação nas redes sociais no ambiente de trabalho e no curso da jornada (curtidas ou posts são prova de que o empregado não estava dedicado às suas atividades profissionais);
Não misturar a vida pessoal com a profissional nas redes sociais (não raro empregados que estão a trabalho postam fotos como se estivessem se divertindo);
Interagir nas redes sociais sempre com bom senso;
Evitar grandes exposições em redes sociais (isso não é aconselhável em um novo emprego como fator de contratação ou manchar sua reputação e imagem perante seus chefes e colegas de trabalho);
Nunca usar as redes sociais para mandar recados a superiores hierárquicos ou colegas de trabalho seja de forma subliminar, muito menos diretamente;
Nunca fazer comentários ruins/pejorativos ou críticas em tom de desabafo contra sua empresa nas redes sociais;
Ter cautela nos likes das redes sociais especialmente àqueles que são feitos contra sua empresa, chefe ou superior;
Não manifestar excitação ou alegria quando alguém critica a sua empresa chefe ou superior.

A importância da automação no rastreamento do e-commerce

Guilherme Reitz (*)

O e-commerce nacional avança a passos largos. Isso é fato, porém grande parte do público que hoje adquire produtos pela internet ainda tem certa insegurança para saber se a mercadoria chegará em sua casa no prazo combinado. Infelizmente, mais da metade das ligações para o SAC das lojas virtuais são referentes à demora ou não entrega dos produtos comprados

Com o avanço tecnológico e desenvolvimento de novas plataformas, os gestores de e-commerce ganharam aliados para aprimorar a experiência do consumidor com relação a entrega de produtos. Pode-se, por exemplo, utilizar soluções que se integrem com os sistemas de informação das transportadoras, a fim de acompanhar todo o status do processo de logística da loja, informando em tempo real os clientes, que ansiosos esperam por seu produto. Porém, esta não é uma tarefa simples, pois além de tempo e investimento em desenvolvimento, não há um padrão para fazer esta integração.
Essas ferramentas possibilitam que as empresas consigam gerir todo o processo logístico do pós-venda, visualizando uma série de gráficos, mapas e informações que permitem com que os e-commerces consigam identificar problemas e proponham soluções de forma mais assertiva. Para fazer o melhor uso das soluções disponíveis no mercado e solucionar possíveis problemas ao longo do caminho, listei três pontos que são primordiais para automação no rastreamento de produtos online:
Integração com as transportadoras – A grande maioria dos e-commerces com mais tempo de mercado costumam trabalhar com diversas transportadoras, com o objetivo de atender necessidades diferentes. Porém, por vezes se esquecem que cada uma delas atua com um sistema de gestão interno distinto. Por isso, para contornar os problemas de integração e comunicação foram desenvolvidas tecnologias de rastreamento para gestão logística, que já são compatíveis com as principais transportadoras e que oferecem as informações necessárias ao monitoramento da entrega, provendo visibilidade gerencial e a oportunidade de tratar possíveis reclamações de maneira pró-ativa.
Ferramentas de rastreamento – O sistema de rastreamento permite gerir a logística do pós-venda. O gestor de e-commerce consegue identificar problemas e propor soluções de forma mais assertiva, permitindo o acompanhamento da entrega nos últimos 30 dias e indica quais as regiões (por estado, município ou ranges de CEP) que mais estão sofrendo atrasos. Por meio dessas informações, os gestores podem tomar medidas corretas para solucionar problemas e avaliar a qualidade do trabalho das transportadoras. Além disso, esses sistemas calculam o acordo de nível de serviço (Service Level Agreement ou SLA), que indica o quão satisfatório é o trabalho da empresa prestadora de serviços de entrega. Esse índice leva em conta atrasos e pontualidade em relação aos prazos acertados previamente.
Administre a ansiedade do cliente – Os gestores de e-commerces devem usar as informações de rastreamento e investir na comunicação com os clientes. É preciso estar cada vez mais próximo dos consumidores, passando todas as informações referentes ao produto que está prestes a chegar em sua casa. Entrar em contato com o seu cliente e deixá-lo atualizado sobre o processo da compra, seja via e-mail, SMS, evita a ansiedade e a procura pelo SAC.
Por fim, se a compra chegou ao destino com sucesso, os e-commerces podem usar o método de pesquisa Net Promoter Score (NPS), que é aplicado mundialmente para indicar a satisfação de compra do cliente. Esse índice apresenta uma avaliação da satisfação do cliente em relação ao seu e-commerce, o que pode aumentar a pulverização positiva sobre a eficiência de sua loja online, ampliando o número de consumidores e conversão de vendas.

(*) É fundador do Axado, empresa de tecnologia com foco em logística de transportes, que se consolidou como a primeira plataforma de gestão de fretes para e-commerce do Brasil.

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