Armazenamento em nuvem: qual a melhor opção para o seu negócio?

As novas demandas de negócios e o aumento exponencial no volume de dados armazenados nas empresas pressionam os gestores da área da computação a desenvolverem novas soluções em infraestrutura de TI com o objetivo de conseguir melhorias, como redução de custos, agilidade no acesso aos dados, além da simplificação dos sistemas utilizados

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Luiz Gigante (*)

Nesse cenário, alguns modelos de armazenamento de dados estão ganhando força no mercado para o gerenciamento de dados, especialmente pela força do Cloud Computing. Mas é preciso entender melhor como cada tecnologia funciona e qual é o melhor modelo para o seu objetivo.

A tecnologia de infraestrutura convergente reúne os diferentes elementos de infraestrutura que alimentam a TI, como servidores, dispositivos de armazenamento de dados, funções de sistemas de rede, virtualização, software de gerenciamento, orquestração e aplicativos. O armazenamento convergente é mais rápido, pois os dados estão próximos e disponíveis a qualquer momento.

Os benefícios incluem menor custo para executar as aplicações, redução no tempo de implementação da infraestrutura e mais simplicidade e rapidez no gerenciamento. Além disso, as organizações podem escolher ofertas baseadas em software, que agregam os investimentos de infraestruturas dos clientes em um ambiente convergente virtual. Por outro lado, a infraestrutura convergente tem limitações de crescimento.

Outro tipo de serviço de armazenamento é o Storage, no qual o dado fica armazenado em um hardware externo, tendo que passar pela rede para chegar ao seu destino, o que faz com que o processo demore um pouco mais.

Esse modelo contempla toda a infraestrutura de hardware necessária para processar as aplicações de negócios de uma empresa e é destinado principalmente a projetos e empresas que produzem grandes volumes de dados e não têm controle fixo sobre o crescimento destes. Dessa forma, o Storage apresenta a principal vantagem de escalonamento simplificado.

A tendência é que com a explosão contínua dos dados e os avanços na tecnologia, mais opções irão surgir impulsionadas principalmente pela demanda dos usuários por soluções de armazenamento e gerenciamento inovadoras e sustentáveis.

O ambiente de cloud computing demanda uma alta performance, segurança e escalabilidade.Há empresas especialistas capazes de oferecer os dois tipos de estrutura, personalizando o tipo de serviço de acordo com as necessidades de cada cliente. Após definir qual é o volume de dados e seus objetivos, é hora de procurar um especialista que indique o caminho a ser tomado e crie estratégias para garantir a performance do seu negócio.

(*) É Gerente de Tecnologia na Mandic Cloud Solutions.

Udacity, referência em educação do Vale do Silício, abre 48 vagas, 6 delas no Brasil

Uma das empresas de educação mais disruptivas do mundo, a Udacity (www.udacity.com) está ampliando sua atuação e buscando profissionais brasileiros. Fundada em 2011 por Sebastian Thrun - uma das maiores autoridades em robótica do mundo, cofundador do Goog le X e professor da Universidade Stanford - abriu seu escritório em São Paulo ano passado. Desde então, começou a oferecer em português seus Nanodegrees, cursos criados em parceria com grandes empresas do setor - como Google, Facebook, Amazon e IBM Watson - para capacitar profissionais nas áreas mais quentes de tecnologia.
“Crescemos mais de 20% por semana no Brasil, mais de 15 mil estudantes iniciaram algum dos Nanodegrees desde então”, conta Carlos Souza, diretor da Udacity para América Latina.
São 48 novas oportunidades no mundo todo. As 6 vagas abertas em São Paulo são: Localization Manager, Course Manager, Marketing Analyst, Office Manager, Fullstack Engineer e Senior Product Manager. As inscrições acontecem durante o mês de fevereiro em https://br.udacity.com/jobs.

Vagas Brasil
Localization Manager
O Localization Manager irá liderar os esforços de adaptação da plataforma Udacity ao Brasil. O profissional vai trabalhar com a equipe internacional para implementar processos locais mais eficientes e econômicos. Gerenciar traduções de legendas, projetos e aplicativos para celular serão algumas de suas responsabilidades.

Course Manager
O Course Manager é gestor de um curso Udacity, mentor e revisor técnico em um só profissional. Sua função é proporcionar a melhor experiência de aprendizado possível aos alunos, motivando e trabalhando com eles, orientando-os enquanto desenvolvem seus portfólios, analisando os materiais do curso e dando feedback perspicaz à equipe de desenvolvimento do curso.

Marketing Analyst
O Marketing Analyst fará parte do time responsável por tornar a marca e o propósito da Udacity conhecidos em todo o Brasil. Ele ajudará na construção e execução da estratégia de posicionamento e divulgação dos programas Nanodegree da empresa.

Office Manager
O Office Manager será responsável pela operação do escritório na Udacity Brasil. Atividades administrativas, organização dos procedimentos do escritório, coordenação de pagamento de fornecedores e gestão de infraestrutura são algumas de suas responsabilidades.

Fullstack Engineer
O Fullstack Engineer Senior vai trabalhar no desenvolvimento web de muitos projetos de alto impacto que ajudam as pessoas a descobrirem e escolherem a Udacity. Trabalhará em conjunto com a área de marketing na construção, integração e manutenção de novas plataformas para suportar páginas, estratégias de e-mail, automações e mais.

Senior Product Manager
O Senior Product Manager vai trabalhar com gerenciamento de produtos, marketing e design. Será responsável pelo lançamento de novos produtos, assim como pela implementação de melhorias nos atuais produtos Udacity. Acompanhará métricas de aquisição, conversão, retenção, satisfação, graduação e receita, tendo a certeza de que estamos construindo o melhor produto para nossos estudantes.


Cuidados que o folião deve ter com cartão de crédito

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Especialista em Prevenção a Fraudes do Pagar.me aponta uma série de conselhos práticos para quem pretende fazer uma viagem ou mesmo curtir o carnaval em sua cidade com segurança.
Quem planeja uma viagem no feriado, muitas vezes recorre ao comércio eletrônico para a compra de passagens, abadás ou ingressos para desfiles. Heitor Garcia, especialista em prevenção a fraudes e monitoramento empresarial no Pagar.me, alerta os consumidores sobre uma série de pequenos cuidados que podem garantir a alegria e evitar sérios problemas neste carnaval.
Pensando em passagens, um dos primeiros conselhos do especialista é checar se o site é realmente da empresa que anuncia ser, além de evitar a compra de terceiros. Para saber se aquela página da web é segura, a dica é olhar no rodapé e verificar se há uma indicação de “blindagem”. Mas não basta a informação escrita: clique no link para saber se realmente será direcionado a um site de verificação, já que sites fantasmas podem inserir frases ou marcas para parecerem reais.
“Ao contrário do que muitos acreditam, outra medida interessante é preferir o pagamento com cartão, ao boleto”, aconselha Heitor Garcia, “No caso de fraude, é possível contestar a transação, o que não acontece com pagamentos por boleto”.
Produtos e serviços de marcas famosas costumam ser um chamariz aos fraudadores. Para saber se o que está comprando é realmente o que se anuncia, veja se o site é oficial da marca e, em uma busca na internet, não clique na primeira resposta. Veja qual o site oficial para checar a veracidade da oferta.
Na hora da folia, é bom lembrar de estar sempre atento a seus pertences, mas, como é carnaval e o momento é de descontração, tome cuidados antes de sair! Deixe anotados em casa ou no hotel, em local seguro, protegidos dos olhares de terceiros, o número do seu cartão de crédito e o telefone do banco, para facilitar o cancelamento, se necessário. Lembre que anotar no telefone pode não ajudar, já que muitas vezes o furto ou roubo do cartão também inclui o do celular!
Não entregue seu cartão ao comerciante e garanta que ele não veja sua senha. “As fraudes envolvendo falsas máquinas de cartão estão cada vez mais raras”, comenta o especialista, “mas, caso sinta-se inseguro, troque a forma de pagamento, ou peça uma nova máquina de cartão. Em último caso, evite a compra e siga para um próximo fornecedor”.

Como levar a Internet das Coisas ao próximo nível?

Lisandro Sciutto (*)

Conectividade, armazenamento na nuvem, automação e análise de dados são fatores essenciais para uma estratégia eficiente e completa

Atualmente, a Internet das Coisas apresenta uma oportunidade para a indústria, principalmente se considerarmos como a transformação digital alterou a forma com que as pessoas se comunicam e se relacionam umas com as outras e com o ambiente em que vivem. Inclusive, existem iniciativas para incentivar o desenvolvimento de tecnologias para aplicações inteligentes, como o programa “Plataforma IoT — Estrutura Aberta de Tecnologias para Internet das Coisas e suas Aplicações”, lançado em 2016 pelo Governo Federal em parceria com a Universidade Federal do Ceará para a criação de soluções para aplicações em cidades inteligentes. Mesmo assim, muitas organizações ainda estão céticas ou se esforçando para entender como se engajar e por onde começar uma estratégia de Internet das Coisas (IoT).
Mesmo com acrescente adoção de Big Data pela indústria e com sensores menores e de custo cada vez mais acessível, ainda há muito a evoluir. Segundo a pesquisa da Accenture, “From Productivity to Outcomes: Using the Internet of Things to drive future business strategies”, de 2015, 84% dos principais executivos de empresas, conhecidos como C-suite, acreditam que suas companhias têm a capacidade de criar novos fluxos de renda baseados em serviços usando o IoT. No entanto, apenas 7% desenvolveram uma estratégia abrangente e direcionaram investimentos à IoT.
Simon Jacobson, analista do Gartner e autor do whitepaper "Quatro melhores práticas para gerenciar a visão estratégica para a Internet das Coisas na indústria", afirma que a visão estratégica para a Internet das coisas está ficando cada vez mais clara para o segmento industrial, estando no topo da lista de prioridades. Ele salienta que as mudanças rápidas podem criar incerteza, pois a evolução tecnológica da IoT está mais acelerada do que os acionistas da indústria podem assimilar e vincular com a maturidade baseada no desempenho. Ainda de acordo com Jacobson, a consequência pode ser a incerteza no valor e diferenciação para as compras de negócios na IoT.
Embora as empresas já tenham muitos componentes do IoT instalados, esses aplicativos são frequentemente agrupados ou fazem parte de uma Intranet, ao invés de uma Internet. Por exemplo, muitas companhias usam há anos sistemas de EAM para coletar e monitorar o status de seus equipamentos internos, e usam a telemetria para acompanhar a localização e desempenho de equipamentos pesados, incentivando, inclusive, contratos de locação por hora de uso. Além disso, a conectividade máquina a máquina é usada em máquinas de venda automática e parquímetros, onde os aparelhos enviam um sinal quando o serviço é necessário. Apesar destes casos de uso conhecidos, um novo padrão de estratégia é necessário para levar IoT para o próximo nível. Para isso, as operações e os sistemas de TI precisam se alinhar para criar uma estratégia integrada de Internet das Coisas.
Um sistema IoT não é algo que uma companhia pode comprar e ativar, e também não é uma peça de hardware ou software a ser comprado e implementado em alguns dias. É mais adequadamente descrito como uma mentalidade ou estratégia, que alavanca várias tecnologias em um plano coeso. Big Data é um componente crítico desse plano, mas o gerenciamento desses dados é um dos principais desafios. Ron Miller, do TechCrunch, escreveu no artigo, “If You Think Big Data is Big Now, Just Wait", sobre a enorme quantidade de dados que o IoT tem o potencial de criar. "A promessa de Big Data deu início a uma era de inteligência de dados. Provenientes desde máquinas até fluxos de pensamento humano, atualmente coletamos mais informações a cada dia, tanto que 90% dos dados no mundo de hoje foram criados apenas nos últimos dois anos. De fato, todos os dias criamos 2.5 quintilhões de bytes de dados – de acordo com algumas estimativas, isso equivale a um novo Google a cada quatro dias, e a taxa só está aumentando”.
Esta quantidade pode ser paralisante. Segundo o Gartner, as indústrias são forçadas a encontrar e dominar o alinhamento, a convergência e a integração dos ambientes de TI e tecnologia operacional (OT). Isso requer novos projetos organizacionais e habilidades e responsabilidades técnicas que antes não eram necessárias.
O IoT tem um grande potencial, mas apresenta desafios que as empresas devem enfrentar à medida que desenvolvem suas estratégias de Internet das Coisas. Conectividade, armazenamento na nuvem, automação e análise de dados são fatores na equação que devem ser dominados antes que a estratégia abrangente possa ser implementada. É a conectividade - dentro e fora da planta, a aplicação de dados coletados e uma mudança na mentalidade de uma organização que irá trazer uma diferença para as companhias.

(*) É Diretor de Produtos da Infor LATAM, provedora de aplicações empresariais específicas por mercado e desenvolvidas para a nuvem.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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