Por que investir em novos formatos na publicidade digital?

A cada ano, a tecnologia traz para as pessoas uma nova forma de olhar para o mundo e a internet é a principal janela para essa vasta exploração. Hoje, cada vez mais pessoas estão conectadas, o que corroborou para a transformação de diferentes mercados, e um dos que mais evoluiu foi o publicitário

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Victor Canô (*)

Antigamente, as marcas buscavam jornais, revistas, rádios e principalmente, televisão para chegarem ao seu público alvo. Porém, as coisas mudaram e observamos que uma boa parte da população deixa seus televisores desligados e procura entretenimento em dispositivos conectados à internet. Um exemplo disso foi o número divulgado pela Agência Nacional de Telecomunicações, a Anatel, no final de janeiro, que mostrou que em 2016 houve um crescimento de 4,3% na contratação de banda larga fixa no Brasil. Já na contratação de outros serviços houve queda, como na TV por assinatura, que perdeu mais de 300 mil assinantes, encolhendo 1,6% em relação ao ano anterior. Mesmo assim, muitas empresas ainda se perguntam: Por que investir em publicidade na internet, já que sempre são aqueles formatos padrões e não tão atrativos?

Primeiramente, vale lembrar que os formatos de publicidade digital mudaram. Hoje, não estamos mais dependendo apenas dos banners com tamanhos pré-determinados, que pouco impactam o público. O mercado oferece diversas opções para que as marcas cheguem de fato em seu target, como nos anúncios em formato display. Eles possibilitam que as marcas estejam mais próximas de seus clientes da maneira certa, com 100% de visibilidade e alta escala de definição, incluindo vídeos. Esse é só um exemplo e ressalto que temos inúmeras outras formas de se criar uma publicidade efetiva e em diversas mídias, como o mobile e também no conteúdo sob demanda.

Além disso, esses novos formatos possibilitam um monitoramento em tempo real de uma campanha e com serviços que aumentam a efetividade do engajamento com o público. Todas essas funcionalidades podem estar reunidas com programação personalizada, oferecendo a possibilidade de integrações com serviços terceiros e ainda mais flexibilidade de conteúdo, alcançando um maior número de pessoas por meio de sites, blogs e páginas espalhados nas redes de publishers. Tudo isso vai muito além do padrão para impactar o usuário e criar uma nova experiência de anúncios online. Claro que dentro de um orçamento baixo, comparado com um valor de mercado de uma campanha feita especialmente para televisão.

Por isso, sempre que buscar uma maneira efetiva de chegar ao seu público e gerar engajamento, a publicidade digital é uma excelente opção, já que além da interação que ela proporciona, dando às marcas diversas possibilidades de se mostrar ao consumidor por meio dos diferentes tipos de anúncios, ela estará sempre acompanhando as pessoas, que hoje em dia, estão cada vez mais conectadas. Esse é apenas o primeiro passo, pois nos próximos anos uma revolução ainda maior irá acontecer com a Internet das Coisas, onde qualquer tipo de aparelho estará conectado com a rede mundial de computadores.

(*) É CEO da Cazamba, empresa de tecnologia em mídia, referência em inovação no engajamento de marcas com seus consumidores.

90% utilizam a TV para se informar e é o veículo mais confiável

A pesquisa Consumo de Notícias do Brasileiro realizada em parceria entre a Advice Comunicação Corporativa e a BonusQuest, que tem como objetivo entender quais são os novos hábitos de consumo de informação com a chegada das tecnologias e a credibilidade dos veículos, mostra que 90% dos respondentes assistem a TV com o objetivo de se informar, não apenas entreter.
Quando perguntados acerca da confiança nas informações veiculadas na TV, 69% disseram confiar. É a maior proporção comparada aos outros veículos, como jornais (71%), rádio (66%), portais de notícias (65%), revistas (56%) e mídias sociais digitais (26%), consagrando também o fato de que os brasileiros prefiram essa mídia pela confiabilidade das notícias.
Os jornais das organizações Globo respondem por mais de 70% do atual consumo de informação via TV. Os entrevistados elencaram 3 jornais da emissora como os principais programas utilizados para se informar. O Jornal Nacional, em primeiro lugar, teve 45% dos votos, seguido da Globonews com 17% e do Jornal da Globo com 10%. Na classificação geral, o Jornal da Record ficou com 10% da preferência.
Outro recorte interessante que a pesquisa nos evidenciou foi que dos 17% que elencaram a Globonews como o principal programa com viés informacional. Esse número sobe para 30% quando selecionamos os diretores (possuem responsabilidade sobre mais de uma equipe) e para 20% quando selecionamento quem trabalha com comunicação.
“A audiência do Jornal Nacional não é surpresa, crescemos sabendo que é o jornal televisivo de maior audiência do País. Mas a grande adesão da Globo News, um canal dedicado exclusivamente à notícia, com mais análises e temas econômicos e polítivos, como fonte de informação surpreendeu positivamente”, conclui Fernanda Dabori, presidente da Advice Comunicação Corporativa”.
A pesquisa, realizada em novembro do ano passado por meio de questionários no aplicativo BonusQuest, e-mail e em redes sociais, teve um universo de mil entrevistados em todo o Brasil.

Notebooks ultracompactos

A Dell – líder no mercado brasileiro de computadores* – anuncia o lançamento dos notebooks ultracompactos Inspiron 14 7000 (14 polegadas) e Inspiron 15 7000 (15 polegadas), que são os primeiros equipamentos da linha com tela infinita. Todos os modelos vêm com a 7ª geração de processadores Intel Core e placa de vídeo NVIDIA GeForce GT 940MX, oferecendo alta mobilidade, em um design com medidas compactas e a maior autonomia de bateria do portfólio Inspiron: até 10 horas sem a necessidade de recarga.
“Os notebooks Inspiron 7000 foram desenvolvidos com algumas das principais tecnologias desenvolvidas globalmente pela Dell, como a exclusiva tela infinita, que garante um maior espaço útil de tela, permitindo assim que esses sejam os menores notebooks de 14 e 15 polegadas do mercado e ofereçam uma melhor experiência para assistir conteúdos em vídeo, como filmes e séries”, explica Raquel Martins Braga, Gerente de Marketing de Produto para Consumidor Final da Dell Brasil. “A Dell entende que o consumidor busca mais do que apenas portabilidade: ele busca um equipamento que combine a alta mobilidade com o máximo desempenho possível em um dispositivo móvel com medidas compactas”, complementa.
Os modelos são produzidos com acabamento externo em alumínio escovado e com duas opções de cores: prata e dourado. Os equipamentos têm tela com tecnologia IPS (para melhores ângulos de visão) e tela infinita, resolução Full HD (1920x1080) e tecnologia Dell True Color, que permite uma calibragem com cores até duas vezes mais vívidas e vibrantes. A experiência multimídia é enriquecida ainda mais a partir da tecnologia de processamento sonoro Waves MaxxAudio Pro, que amplia a fidelidade do áudio na reprodução de vídeos e músicas (www.Dell.com.br).


Advento dos micropagamentos possibilita cobranças de maneira simples e alternativa aos modelos atuais

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O amadurecimento do uso da internet móvel e o início efetivo de infraestrutura que viabiliza pagamentos móveis estão levando o mercado financeiro e de telecomunicações, em primeira instância, a dar um enfoque reforçado nas operações conhecidas como micropagamentos. Estes processos possibilitam o pagamento de pequenos valores com maior dinamismo, utilizando meios móveis ou ambientes nativos da internet para a sua execução.
Os grupos de compra via web, que vivem um boom, são um exemplo claro disto, uma vez que empregam o conceito da venda em quantidade para proporcionar melhores preços aos usuários. Neste momento, são predominantes os serviços de baixo ou médio custo, como refeições, tratamentos estéticos e outros, que se aproveitam da decisão impulsiva de compra. Já os sites de compras coletivas são atores neste cenário no qual, o que importa, é o grande volume de transações de ticket médio a pequeno.
Fatores importantes no amadurecimento da internet comercial estão diretamente ligados à infraestrutura de telecom. O surgimento de serviços mais ágeis, com acesso de alta velocidade e sem fio à internet por meio de dispositivos portáteis móveis como os smartphones, pode estender estas oportunidades tanto a produtos pós como pré-pagos a preços mais acessíveis a fim de popularizar ainda mais a navegação fora do PC/notebook. Estatísticas apontam um crescimento excepcional de mais de 300% em 3 anos, no número de pontos de acesso fixo e móvel.
O sistema bancário, sempre a frente no critério inovação, tem abordado este tema com muita ênfase em busca da evolução dos atuais ambientes e serviços através de novas interfaces para toda a cadeia do internet banking, mobile payment, entre outros.
Novas redes de adquirentes também têm procurado aproveitar-se deste bom momento buscando massificar baseadas no uso de tecnologias de pagamento como contact less ou aproximação como NFC – Near Field Communication, RFID - Radio-frequency identification, entre outros.
Novos modelos surgem a todo instante e a necessidade de se adaptar a eles é imperativa. É preciso estar alinhado às novas diretrizes do mercado e as soluções de “mobile payment” com foco em micropagamentos são peça fundamental dessa evolução, pois são capazes de integrar e melhorar esses novos ambientes convergentes, promovendo uma experiência única, personalizada, sustentável e com maior valor agregado.

(Fonte: Roberto Barberino é Diretor Executivo Administrativo Financeiro da Provider IT, uma das consultorias e provedoras de serviços de TI que mais cresce e inova no país).

Tecnologia nacional empodera varejo

Ivan Fernandes (*)

No final de 2016, fomos surpreendidos por diversas inovações tecnológicas aplicadas ao varejo. Todas elas prometendo aos seus clientes benefícios que agregam valores gigantescos

A Amazon, gigante americana do varejo, por exemplo, lançou o seu modelo de lojas de supermercados usando sensores impressionantemente tecnológicos, utilizados em veículos inteligentes como Tesla, para detectar os movimentos de seus clientes e contabilizar suas compras. Realmente impressionante!
Na verdade, a Amazon vem surpreendendo e lançando novidades no varejo com uma frequência admirável; desde robôs inteligentes, que fazem todas as movimentações de produtos em seus armazéns, até a utilização de drones para fazer entrega de maneira quase online, venda proativa, em que eles analisam o comportamento de seus clientes e, baseado em seu histórico, mandam produtos em sua casa para que analisem se querem comprar. Caso não queiram, basta devolver os produtos sem custos. Agora a empresa lançará o supermercado inteligente, sem caixas registradoras ou com muita interação humana.
Outro exemplo de tecnologia aplicada ao varejo, mas de maneira menos invasiva, é a japonesa Panasonic, que lançou uma cesta de compras inteligente. O cliente pode realizar a leitura do código de um produto por vez e adicionar à cesta de compras. Ao final, a cesta é colocada em um checkout e, automaticamente, dá lugar a uma sacola plástica. O pagamento pode ser feito no próprio caixa.
Há muitos anos o varejo brasileiro vem tentando inserir a tecnologia em suas operações como RFID, etiquetas eletrônicas, self checkout, além de outras soluções. O que acontece muito é que estas soluções acabam não fazendo muito sucesso em terras tupiniquins por terem custos elevados para sua implantação e, além disso, manutenção um tanto complexa e especializada.
Trazendo para o dia a dia, sabemos que estes carros inteligentes que citei acima são maravilhosos, ecologicamente corretos, econômicos, tecnológicos, interativos, arrojados e caríssimos! Imaginem estes veículos nas estradas brasileiras! Aqui não temos faixas e nem boa pavimentação, nossas sinalizações não são das melhores, ou seja, como eu posso utilizar tamanha tecnologia, se não conseguimos dar o básico para o funcionamento dos veículos que possuímos hoje?
Assim é o nosso varejo. Vemos tecnologias fantásticas que atendem a demanda de outra realidade, com preços inacessíveis, e sonhamos com um público que se adapte a esta tecnologia quando, na realidade, não temos precificação e exposição corretas, não controlamos nossa operação e temos tecnologia nacional que pode atender às demandas reais do varejo brasileiro.
Soluções como o RuB™, que já teve sua eficácia comprovada e está em pleno funcionamento em mais de quinhentas lojas em todo território nacional, é um bom exemplo. Utilizando funções simples e eficazes que são relevantes ao piso de venda e a um valor justo para o varejista. Dou total apoio e sou fã de novas tecnologias e ideias, mas, antes de qualquer coisa, sou a favor do amadurecimento da tecnologia que possuímos hoje, para que possamos integrar a tecnologia do amanhã. Tomara que esta batalha entre as gigantes continue e que, em um futuro próximo, possamos usufruir de toda esta tecnologia. Mas hoje, eu sou mais um carro do dia a dia que me leve para onde eu queira ir e com eficácia, do que um super carro para mostrar aos outros.

(*) É diretor de operações da GIC.

 
 
 
 
 
 
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