Uso de SMS na Educação e seus benefícios para a comunicação

Quando se fala em instituição de ensino, uma premissa básica para atrair, reter e fidelizar clientes é ter um ótimo relacionamento com alunos, pais de alunos e funcionários, criando um ambiente propício à troca de conhecimento e experiências. O foco desta questão é descobrir a estratégia de comunicação mais adequada para o contato com esses públicos

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Rafael Barin (*)

Segundo a pesquisa Mobile Report da Nielsen IBOPE, dos 68,4 milhões de usuários mobile no Brasil, 64% encontram-se na faixa etária de 10 a 34 anos, isto é, faixa etária que concentra o maior número de estudantes (ensino fundamental, médio ou superior). Esse dado demonstra a penetração que os celulares têm na vida dos brasileiros.

Uma oportunidade? Sem dúvida que sim. Uma boa forma de abordagem é via mensagem de texto (SMS), uma vez que esse meio apresenta diversas vantagens em relação a outros. Dentre os motivos para essa afirmação, está o contato mais direto e menos invasivo, que permite que a mensagem seja acessada pelo aluno/familiar/professor no momento mais oportuno do seu dia. Ainda, por não enfrentar, atrasos dos correios ou queda do sinal da internet, o SMS apresenta alta taxa de entrega e abertura. De acordo com a Venture Beat, o SMS tem taxa de abertura de aproximadamente 98%, algo impressionante e extremamente positivo para quem o adota como ferramenta.

Dessa forma, o SMS pode servir para inúmeros propósitos! Essa ferramenta contribui para a estratégia de comunicação em diferentes momentos da régua de relacionamento com alunos e outros públicos. Dentre os usos possíveis, destaco a captação de novos alunos, fortalecimento da relação com estudantes, comunicação rápida entre a instituição de ensino e o corpo docente e entre os próprios professores. Assim, estabelecendo uma comunicação eficaz e que aumente a fidelização com a instituição de ensino.

Dentre os assuntos que podem ser abordados nas mensagens, estão:
Informações sobre matrículas
Datas de vestibulares
Lançamento de novos cursos e turmas
Códigos de barra para pagamento de mensalidades e matrículas
Informações acadêmicas (lançamento de notas; conteúdo extraclasse)

Financeiramente, o uso do SMS permite uma comunicação assertiva sem a necessidade de alto investimento, pois permite segmentar o público, além de personalizar a mensagem com eficácia. Levando, assim, a instituição a um outro patamar de interação com seus públicos prioritários.

Obviamente, de acordo com a realidade de cada instituição de ensino a abordagem pode e deve ser adequada. Mas, independentemente disso, as vantagens do SMS na educação são claras e fazem toda diferença na hora de estreitar o relacionamento com os clientes.

(*) É gerente comercial da Zenvia, companhia brasileira que viabiliza a comunicação entre empresas e consumidores por meio de seus dispositivos móveis.


EVENTO SOBRE FUTURO DIGITAL

A Red Hat (NYSE: RHT), maior fornecedora de soluções open source no mundo, organiza em São Paulo no dia 8 de outubro o Red Hat Forum. O evento é gratuito e direcionado aos interessados pelas inovações do mercado de TI. Com a proposta de energizar as áreas de tecnologia das organizações, o Red Hat Forum reunirá os principais líderes de TI que mostrarão as últimas tendências do setor. Inscrições e programação: http://redhat.events/forum/saopaulo/

Novas soluções para gerenciamento de processos e serviços de TI

A Cervello, empresa especialista em tecnologia para gestão de processos, help desk e serviços de TI, apresenta ao mercado a versão 2.0 das soluções Cervello BPMS e Cervello TMS. As soluções estreiam no portfólio trazendo o que há de mais moderno em tecnologia, como: acesso na nuvem, aplicações multibrowser e multicamadas, plataforma Microsoft .Net 4.0, base de dados robusta (SQL Server) e até 10 idiomas simultâneos. O objetivo é proporcionar a seus clientes cada vez mais integração, agilidade e governança corporativa na prática.
“Tanto o mapeamento de processos, como o gerenciamento de incidentes demandam muito tempo, profissionais capacitados e investimento. A automação é, sem dúvida, o melhor caminho para reduzir riscos e custos e melhorar a performance. Além disso, hoje, não é mais possível dissociar o departamento de TI das demais áreas de negócio da empresa. Por isso acreditamos muito no potencial transformador das soluções Cervello BPMS e TMS 2.0, que são capazes de apoiar decisões estratégicas com total transparência nos serviços e processos, alinhando a TI a outras áreas – da diretoria ao chão de fábrica”, diz o diretor da Cervello Casseano Filho.
De um lado, a solução Cervello BPMS 2.0 atende todas as fases do ciclo de vida dos processos, permitindo automatizar sua gestão: da modelagem ao desenho, passando por estratégia e planejamento, testes e implementação. De outro, o Cervello TMS 2.0 permite o gerenciamento de incidentes para centrais de serviços e atendimento e é 100% compatível com a ITIL (Information Technology Infrastructure Library), ou seja, incorpora as melhores práticas para garantir altos níveis de qualidade e produtividade.
Entre os diferenciais, ambas soluções permitem número de usuários ilimitados, são 100% web e podem ser acessadas por dispositivos móveis, possibilitam exportar informações e relatórios em diversos formatos, são facilmente implementadas e assimiladas, geram automaticamente toda a documentação e auditoria de processos e chamados, entre outros benefícios.
“Estamos especialmente otimistas com o lançamento, um marco na história da Cervello, que nasceu na área de Serviços e estruturou sua oferta com base nos desafios vividos. Sonhávamos com o dia em que poderíamos abertamente falar a público para o que viemos: ajudar as empresas a manterem-se vivas e competitivas, construindo sua própria identidade, com processos bem estruturados (seu DNA), e uma abordagem proativa de TI”, conclui Casseano.

Cinco tendências para empreender no e-commerce em 2017

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O início de um novo ano serve como estímulo para colocar em prática os planos de iniciar um novo negócio. O mercado digital está cada vez mais em alta, mas, na hora de empreender, é fundamental escolher bem o setor em que se irá atuar, considerando não apenas a afinidade pessoal como o potencial de sucesso e crescimento.
“Muitas vezes a pessoa quer montar uma operação de e-commerce, mas não tem nenhuma ideia de qual setor quer empreender, nem que tipo de produto quer vender. Nessa hora, sempre recomendo avaliar as tendências do mercado e apostar em produtos inovadores”, explica Bruno Oliveira, especialista em e-commerce e criador do Ecommerce na Prática.
O especialista indica cinco setores promissores para abrir um e-commerce nesse ano:
Mercado pet: É uma área em franca expansão no Brasil, e com muita margem para crescer ainda mais. Segundo dados do IBGE, 62% das residências tem pelo menos um cachorro ou gato, o que equivale a 40,4 milhões de casas. “Isso representa milhões de consumidores em potencial, e cada vez mais pessoas optam por comprar produtos para seus pets em lojas virtuais, devido à praticidade e ao preço mais em conta. Uma das vantagens do e-commerce é que é possível iniciar sem uma grande variedade de produtos, com estoque reduzido, e ampliar conforme a demanda”, diz.
Alimentos saudáveis: Esse setor, segundo Oliveira, também representa uma ótima oportunidade para quem quer abrir uma loja virtual. Hoje cuidar da saúde e procurar alternativas para manter uma alimentação mais equilibrada é tendência no Brasil e no mundo todo. “A concorrência nessa área é grande, mas ainda é possível inovar e buscar nichos. Uma boa alternativa para loja virtual nessa área é comercializar cardápios completo e personalizados de acordo com as necessidades de cada cliente. Por exemplo, alimentos sem glúten, sem lactose, low carb, pratos vegetarianos”.
Casa e Decoração: O segmento aparece em 5º lugar no ranking dos que mais faturam no e-commerce, e segundo o especialista, deve continuar em alta em 2017. “Esse é um dos mercados com mais potencial de crescimento no Brasil, por isso vale a pena considerar. Se forem originais e criativos, os produtos desse setor costumam vender bem”, explica. Segundo ele, produtos artesanais e exclusivos de decoração podem ser uma boa alternativa. “Mas, como em todos os setores, é preciso ter experiência na produção desses itens, ou investir em equipamentos e funcionários”.
Autopeças: De acordo com estudo da Ebit, no primeiro semestre de 2016, o mercado de peças automotivas pela internet cresceu 75% em relação ao mesmo período de 2015. “Esse dado indica que vale muito a pena apostar nesse setor. A alta demanda e o baixo custo inicial estão entre as principais vantagens”, comenta. No entanto, Oliveira alerta que é preciso ter conhecimento técnico sobre os produtos. “Dificilmente a loja virtual conseguirá ser competitiva no mercado caso o responsável não tenha amplo conhecimento sobre automóveis e autopeças”, explica.
Livros/Assinaturas/Apostilas: “Nem todo mundo sabe, mas o comércio eletrônico no Brasil e no mundo surgiu através da venda de livros pela internet e, até os primeiros anos, essa categoria liderava com folga. Hoje conta com cerca de 4% do faturamento no e-commerce”, comenta Oliveira.
Segundo ele, ainda é possível encontrar nichos de mercado e empreender com sucesso nesse setor. “Lojas especializadas em livros de direito ou livros de medicina, um clube do livro para universitários podem ser boas apostas. A venda de e-books (livros digitais) também deve crescer muito no Brasil nos próximos anos”, avalia.
No entanto, é importante destacar que ficar atento às tendências e segmentos não basta para abrir uma loja virtual. Para o especialista, é necessário ter também um plano de negócios estabelecido, missão, visão e valores definidos e saber quem é o cliente que se precisa alcançar. “Com um planejamento estratégico bem definido, o empreendedor terá muito mais chances de obter sucesso com sua empresa, evitando alguns obstáculos”, explica.

Previsões de segurança da informação para 2017

Carlos Rodrigues (*)

No último ano, vimos uma série de ataques envolvendo os candidatos à presidência dos Estados Unidos, indo desde e-mails de campanha expostos pelo Wikileaks até alegações de que a Rússia tentou afetar os resultados. Ou seja, a segurança da informação se tornou destaque.

Ao mesmo tempo, os ataques de ransomware, que geraram prejuízos de US$ 325 milhões em 2015, contando apenas os resgates pagos à variante CryptoLocker, em 2016, geraram custos de aproximadamente US$ 1 bilhão, de acordo com o FBI.
Para 2017, a tendência é que vejamos mais empresas criando a consciência de que é praticamente impossível garantir a privacidade nas comunicações modernas.
Confira algumas previsões relacionadas à segurança da informação para este ano:

Extortionware será a mais nova arma lucrativa dos hackers
O Extortionware é uma espécie de ransomware mais direcionado e lucrativo para os hackers. Nesse tipo de ameaça, um cibercriminoso ameaça um usuário ou uma organização com algum tipo de dano, expondo informações pessoais ou sensíveis. Um hacker pode, por exemplo, comprometer uma base de dados e dizer à empresa que vai expor todas as informações se suas demandas não forem atendidas.
Em 2017, esse tipo de ameaça deve crescer e causar grandes danos financeiros devido aos altos valores pedidos quando dados altamente sensíveis são ameaçados. É provável também que os ataques de Extortionware não sejam amplamente reportados por motivos de discrição.

Ransomware vai continuar a ser uma grande ameaça
O ransomware vai crescer em números absolutos e frequência nas organizações, e as melhores práticas de TI para se proteger dessa ameaça não vão mais se resumir a backups. As empresas terão de investir em capacidades de detecção e alertas para identificar o ransomware em seus estágios iniciais. Isso será possível por meio de tecnologias como o User Behaviour Analytics (UBA), que está se tornando cada vez mais inteligente e preditivo.
Parar uma tentativa de ataque – antes ou logo depois –, é bem mais eficiente e menos trabalhoso do que descobrir quais arquivos foram afetados e restaurá-los usando um backup.

Ameaças internas vão exigir ferramentas mais inteligentes
A adoção de ferramentas de analytics para segurança vai crescer, bem como as ameaças internas, que vão continuar atraindo a atenção dos executivos. Funcionários têm acesso legítimo a sistemas e dados, por isso, prevenir acesso indevido é praticamente impossível nesses casos.
A detecção é a próxima linha de defesa para funcionários que apresentam mal comportamento ou têm suas credenciais roubadas por hackers.

Bloqueadores de propaganda serão essenciais
O uso de bloqueadores de propagandas vai disparar depois que outro grande site se tornar distribuidor de malwares e os usuários começarem a tomar ações proativas para garantir sua própria proteção contra malwares.
Em 2016, por exemplo, um pesquisador de segurança encontrou uma série de propagandas maliciosas no site da Forbes, depois de ler as políticas do site que insistiam para que os leitores desabilitassem seus bloqueadores de propagandas.

Ataques usando a Internet das Coisas se tornarão comuns
Os dispositivos de Internet das Coisas, como câmeras de segurança WiFi e lâmpadas inteligentes, vão se tornar alvos frequentes para os hackers. Embora nem todos esses dispositivos contenham dados valiosos, eles podem ser usados pelos hackers como degrau para chegar aos ativos digitais.
O botnet Mirai, capaz de realizar grandes ataques e atingir uma série de dispositivos em pouquíssimo tempo, vai ameaçar a adoção de aplicações de Internet das Coisas. Ao mesmo tempo, os fabricantes de dispositivos de Internet das Coisas vão perceber que precisam colocar a segurança no topo de suas prioridades no processo de desenvolvimento caso queiram manter a competitividade de seus negócios.

Empresas terão de salvar os funcionários deles mesmos
A educação do usuário em relação à criação de senhas e ao reconhecimento de potenciais ataques vai continuar crescendo, mas com os ataques de phishing e malwares cada vez mais convincentes até para os funcionários mais cuidadosos, não vai bastar apenas “ter atenção”.
As empresas terão de adotar uma abordagem de conscientização mais ampla para proteger funcionários, clientes, parceiros e o próprio negócio.

(*) É VP LATAM da Varonis

 
 
 
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