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Teamwork em um projeto de BI

Ouvimos muito o conceito de teamwork atualmente - ou seja, trabalho em equipe. Pensando nisso, compartilho minha visão sobre como este mesmo trabalho em equipe, quando inserido no contexto de projetos de BI, tem muito a ganhar na entrega de resultados para os clientes

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Leonardo Farah (*)

Para iniciar esta análise sobre a ideia de teamwork em projetos de BI, podemos falar, logo de princípio, do primeiro dia de contato presencial com um possível cliente.

Já neste primeiro momento, usualmente, podemos ter demonstrações claras de que pessoas de diferentes áreas estão pensando de modo colaborativo. A primeira reunião, por exemplo, continua ocorrendo com alguém de TI como balizador, mas, noto de modo cada vez mais incisivo, a presença de uma gama de especialistas de áreas de negócio distintas, ocupando as mais diversas posições hierárquicas e sentados em uma mesma mesa.

Neste momento, vejo que muitas das empresas do mercado contemporâneo, apesar de demandarem soluções tecnológicas, já apresentam sinais - desde o começo da negociação -, de que nenhuma proposta comercial será aprovada sem um espírito teamwork neste processo decisório.

Com a evolução da primeira conversa, partimos para uma POC - prova de conceito.

Será apenas uma POC única, ou seja: impossível abarcar todas as necessidades espalhadas nas diversas áreas de uma empresa e, neste momento, alguns terão de ceder. Aqui, noto ainda mais importância sendo dada para o trabalho em equipe.

E isso porquê, algumas áreas abrem mão de definirem como prioritárias suas “dores de negócio” a serem trabalhadas na POC, dando prioridade, de modo colaborativo, a outros setores que, na maioria das vezes, encontram-se com uma dor quase que “institucional” (e gritante), de modo que todos os colaboradores entendem esta necessidade e priorizam tratá-la nesta oportunidade junto a nós fornecedores, que, em tese, temos “a cura”.

Andamos mais um pouco, provamos valor, e agora? Mais teamwork! Chega a vez da área de compras que, normalmente tem uma fila de rotinas com inúmeras solicitações a serem analisadas e a necessidade de dar andamento aos processos de contratação dos serviços.

Negociado, aprovado, compra realizada.
As áreas de negócio, por sua vez, também elegem seus “embaixadores em analytics”, formando um forte time para que então iniciem uma jornada de descobertas: Que dados usar? Quais regras de negócio aplicar? Quais layouts serão melhores aceitos? Quais KPIs farão a diferença?

Entram em cena, em seguida, os “desenvolvedores da área de TI” que se aproximam das equipes de negócio, quase que fundindo-se a elas e virando analistas de negócio, de modo a poderem entender as reais necessidades que estão por vir. Em outras palavras: puro teamwork neste levantamento de requisitos. O produto final será resultado da matéria prima gerada pela confiança entre as partes.

O projeto começou! Times trabalhando! Nesta fase, sem dúvida alguma, o espírito de equipe é a fronteira para a entrega de resultados e valor. Surgirão obstáculos no meio do caminho? Claro que sim. Um projeto com zero desvio está para nascer. Mas, neste momento, o espírito de equipe é novamente um fator indispensável para o sucesso. Nesta hora, em empresas colaborativas, vejo união, debate, renegociação de prazos, negociação de recursos, ajustes no percurso. E projeto que segue!

Projeto entregue!
Nesta fase final, eu gostaria de destacar que noto o teamwork falando ainda mais alto no espírito dos clientes com os quais tenho o privilégio de conviver, durante este momento da entrega do projeto.

Tudo isso pois, quando um projeto é entregue, em 100% dos casos, posso afirmar, temos resultados bastante tangíveis para os contratantes. A empresa, que antes não tinha clareza do valor de seus dados, agora passa a ter insights fantásticos para uma melhor tomada de decisão. É quase mágica!

Tudo bem, mas onde está o espírito em equipe neste momento?
Para chegarmos a esta resposta, temos que pensar como um líder que busca atribuir as responsabilidades do projeto e se questiona: Quem foi o responsável por esta iniciativa? Quem desenvolveu dashboards tão eficientes? Quem reduziu o uso de planilhas e levou autonomia de análise para a empresa em tão pouco tempo?

Noto, em nossos clientes, que neste momento do reconhecimento, todos os envolvidos buscam brilhar juntos. Ninguém foi mais, nem menos importante. A soma do trabalho, o teamwork, fez toda a diferença. E se todos brilham juntos em um projeto, todos merecem reconhecimento!

E agora, acabou o teamwork?
Na verdade, está apenas começando, sobretudo porque uma solução de análise sempre vai fazer com que as pessoas interajam cada vez mais, compartilhando visões umas com as outras e descobrindo, em conjunto, os melhores caminhos que a empresa deverá seguir!

(*) É CEO na empresa Toccato, tem experiência de 20 anos como executivo em diversos segmentos de mercado, principalmente tecnologia, financeiro e saúde. Habilidade em liderar equipes comerciais, estruturar células de negócios, sendo facilitador ao atingimento da visão estratégica e metas. É responsável pela operação da Toccato em 10 estados liderando as diretorias administrativas e comerciais, relacionamento com o fabricante multinacional e com os sócios da empresa.

Mulheres são donas de 60% dos e-commerces em São Paulo, diz pesquisa

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De acordo com um levantamento realizado pela Loja Integrada (www.lojaintegrada.com.br) – plataforma para a criação de lojas virtuais mais popular do país com 700 mil lojas criadas –, o número de lojas virtuais comandadas por mulheres cresce a cada ano em São Paulo e elas já são responsáveis por 60% dos e-commerces no estado. Ainda segundo os dados, só em 2017 os lojistas paulistas faturaram mais de R$ 148 milhões em vendas - crescimento de 94% na comparação com 2016.
O estudo revela que o segmento que mais se destacou no comércio eletrônico em São Paulo foi o de Moda e Acessórios, com um faturamento de mais de R$ 28 milhões. Outros segmentos que também apresentaram bons resultados foram os de Cosméticos e Perfumaria e Casa e Decoração. A Loja Integrada também divulgou a expectativa de vendas dos pequenos e médios e-commerces durante a Black Friday. “Na última Black Friday, as vendas de PMEs online cresceram 32%e devem subir ainda mais em 2018 - a expectativa é um aumento de 35%”, informa Julia Mariá, especialista em comércio eletrônico da Loja Integrada.
Segundo Júlia, o comércio eletrônico vive um ótimo momento no Brasil e a expectativa é que o faturamento seja de R$ 2,87 bilhões na Black Friday, - previsão da ABComm. Para a especialista, as mulheres têm papel fundamental no crescimento da economia e não é diferente no e-commerce. “As mulheres estão se destacando em diversos setores, inclusive, no comércio eletrônico - área em que o número de empreendedoras cresce a cada ano. Os números mostram que as mulheres já são responsáveis por 35% das lojas virtuais em todo o Brasil, já em São Paulo, elas são maioria no mercado”, explica Juia.

Evento capacita micro e pequenos empreendedores para o comércio online
Para quem pretende investir no e-commerce, acontece em São Paulo, no dia 08 de novembro, o Ciclo MPE.net - evento que promove seminários gratuitos para capacitar micros e pequenos empreendedores. Entre as palestras, o especialista em comércio eletrônico Elias Júnior dá dicas de como escolher a plataforma ideal para o seu e-commerce.
O Ciclo MPE é iniciativa da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) e as inscrições podem ser feitas gratuitamente pela internet.

Serviço Ciclo MPE São Paulo
Quando: 08 de novembro
Local: Biblioteca Mário de Andrade - Rua da Consolação, 94
Horário: 8h às 18h
Inscrições: https://www.ciclo-mpe.net/web/inscricao/index?eventid=181
Palestra: Como escolher a plataforma ideal para o seu e-commerce  
Palestrante: Elias Júnior, Partners Global SMB

Tecnologia programática: os novos caminhos da publicidade

Bruno Pompeu (*)

Pesquisa recente sobre o mercado de mídia, divulgada no último Programmatic I/O, que acaba de acontecer em Nova York, informa que a mídia programática atingirá 84% do share de investimento em mídia até 2022 (Magma Global – out18)

O levantamento mostrou ainda que 95% dos executivos de marketing consideram que os dados são a grande fonte de informações para tomada de decisão e construção de estratégia nas suas empresas. A pesquisa ainda aponta que o mercado da América Latina é um dos que mais cresce e vai continuar a se expandir.
Na última década, a publicidade online registrou uma grande transformação. Hoje, o processamento automatizado ou programático de vendas de anúncios e de execução de campanhas ocupam uma parcela significativa do mercado digital – uma tendência que não mostra sinais de desaceleração. O gasto programático atingiu US$ 25 bilhões em 2017 e a previsão é ultrapassar US$ 43 bilhões até 2020, quando a penetração programática do mercado de anúncios digitais será de 63%, aponta pesquisa da Magna Global Programmatic.
Porém, um dos principais entraves para o seu crescimento é a falta de informações dos clientes sobre este novo modelo. Alguns, que são mais antenados e ágeis, como as D2C vem crescendo de forma surpreendente e tirando share de empresas consolidadas.
Hoje, as estruturas tradicionais de marketing tentam entender este novo modelo, que apresenta forma dinâmica e rápida. A solução imediata é contar com parceiros que possuem mais expertise.
Plataformas transparentes de mídia programática, como a FitMedia, oferecem uma visão clara e rápida do comportamento do consumidor, permitindo que as empresas antecipem o envio de conteúdo para diferentes públicos, o que resulta em melhor desempenho no mercado. Marcas de sucesso que já usam a mídia programática estão obtendo retornos excepcionais, em uma ampla variedade de inventários de qualidade, canais e dispositivos.
Ao simplificar o processo de coleta e unificação de dados do cliente, a ferramenta é muito útil para os profissionais de marketing. Alimentada por um poderoso mecanismo de análise, ela define a tabela para um planejamento e execução mais inteligentes.
Em um mundo programático, unificado e multicanal, a tomada de decisão não pode contar apenas com um enorme volume de informações. Agora, elas precisam de rapidez, escala e confiança.
Hoje, é possível trabalhar em um universo muito mais extenso e completo, contando com dados de comportamento. O foco agora está mais no planejamento e menos no processo de definição de canais – espaço onde a tecnologia programática já tem o seu lugar consolidado. Neste processo, é fundamental contar com parceiros que sejam transparentes, trabalhem com as melhores regras de band safe e metodologias antifraude.
A tecnologia extremamente disruptiva agiliza a publicidade digital e melhora a experiência de compradores e vendedores, o que é uma boa notícia para o setor. Com menos tarefas baseadas em regras, há mais tempo para dedicar aos assuntos que podem determinar o sucesso ou o fracasso de uma campanha, pois a mídia programática segmenta, testa e analisa o público-alvo, além de avaliar o desempenho da mensagem. Dados mais claros, análises mais fáceis e tomadas de decisão mais inteligentes favorecem a rotina dos departamentos de marketing, que podem fazer seu trabalho ainda melhor. O grande desafio está nas mãos do profissional de marketing, que deve escolher um time especializado para compreender grandes quantidades de dados, analisá-los e tomar decisões rápidas.

(*) É CMO/CFO da FitMedia, fundada em 2013. É uma das líderes de mercado em campanhas de mídia online programática, operando como Trading Desk ou DSP para agências e anunciantes.

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