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Comunicação na equipe influencia nas vendas

Uma boa comunicação entre todos os colaboradores de uma empresa é fundamental para o bom andamento dos negócios. Ao contrário do que muitas empresas e colaboradores possam imaginar, a comunicação vai muito além de dizer algo ou dar voz a uma ideia, mas sim, de fazer com que o outro lado compreenda aquilo que realmente queremos expressar, sem que haja ruídos e falhas neste processo

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Robson Dal Bó (*)

Quando há uma boa comunicação entre os membros de uma equipe há também um melhor relacionamento e uma melhor interação de todo o grupo de trabalho. Sendo assim ideias, opiniões, sugestões, teorias, são compartilhadas e desse modo podem ser aprimoradas e colocadas em prática, quando necessário. Afinal, comunicação é o segredo para ter uma equipe alinhada e motivada. E tudo isso é essencial para conquistar bons resultados em vendas.

Provavelmente, quando criança, você brincou de telefone sem fio, certo? E quase nunca o que foi dito no começo da brincadeira era dito no final? A mesma coisa acontece em empresas que não têm uma comunicação eficaz com seus colaboradores. E isso pode ocorrer tanto entre os funcionários, quanto de um líder para os funcionários.

Se todos os colaboradores falam a mesma língua e trabalham efetivamente em equipe, ainda que em áreas distintas de uma mesma empresa, todos sabem o que acontece, os possíveis problemas e as melhores soluções para resolvê-los. E com certeza, esse alinhamento vai refletir para o cliente e para os resultados.

Já pensou em trabalhar sem nunca ser informado sobre o que está acontecendo, nem de quais são os objetivos da empresa? Uma empresa emque você não tem liberdade para conversar com seus superiores ou expressar sua opinião? A comunicação é importante também para manter a equipe motivada a trabalhar e a buscar fazer sempre o melhor. E claro que a motivação ajuda nas vendas, pois uma equipe motivada vende mais e melhor.

Uma pesquisa realizada pelo Zeno Group com 300 executivos americanos e mais de mil trabalhadores apontou que somente 19% dos gestores se sentem muito confiantes de que os profissionais de suas empresas e companhias conseguem comunicar as estratégias efetivamente e de forma eficiente para seus colaboradores. Em contrapartida um terço dos participantes disseram ser nada confiantes com a comunicação dentro dos negócios.

Segundo dados do Sebrae e da ABF – Associação Brasileira de Franchising divulgada no início deste ano, hoje, uma em cada quatro franquias brasileiras está fora das capitais e das regiões metropolitanas, o que faz do interior do estado um expressivo mercado a ser explorado por empreendedores. Por consequência, a comunicação destas empresas em crescimento não pode ser esquecida. Sejam grandes ou pequenas as equipes, é fundamental que a boa comunicação esteja presente no ambiente de trabalho.

Acredito que alguns pontos devem ser levados em consideração para uma boa comunicação, com ou entre a equipe, e que traz bons resultados para os negócios:

Conheça melhor as pessoas
Conversar corretamente, ser simpático, e lembrar-se dos nomes de seus colegas também são atitudes essenciais. É necessário praticar esses gestos e sempre que possível buscar feedback com amigos e colegas para saber como você está se saindo.

Saiba escutar
Para comunicar-se bem, é fundamental saber ouvir. Neste processo você pode aprender mais sobre o trabalho, conhecer novas ideias e sugestões de como conduzir os negócios.

Saiba conversar
Como dito anteriormente, se comunicar é diferente de apenas falar. Preocupar-se em como irá transmitir uma mensagem a sua equipe ou entre seus colegas é essencial. Fique atento a sua linguagem corporal, postura e entonação.

A comunicação na equipe reflete o bem ou mal estar entre os colaboradores e isso pode se refletir nas vendas e nos resultados da empresa. Uma equipe que se comunica bem conhece melhor sua empresa e como ela funciona, desse modo, resultados positivos podem ser alcançados com mais facilidade.

(*) É business coaching da ActionCOACH – empresa líder mundial em business coaching para pequenas e médias empresas e primeira franquia de coachingno Brasil.


SOFTWARE PARA GESTÃO DA LIMPEZA

Em tempos em que a mecanização da limpeza está cada vez mais presente, o aumento da produtividade passou a ser um ponto-chave para a manutenção da eficiência do trabalho. A Kärcher, líder mundial em soluções de limpeza, apresenta o sistema Eco!Manager na Higiexpo 2015, de 04 a 06 de agosto. O inovador aplicativo aperfeiçoa os processos de documentação e monitoramento da higienização por meio de um mecanismo tecnológico pioneiro no mercado. 
Analisando as necessidades específicas de cada serviço, a Kärcher chegou à conclusão de que, para as tarefas e atividades complexas, a organização é um fator decisivo para o sucesso. Pensando nisso, a empresa desenvolveu a ferramenta Eco!Manager, uma ferramenta para inspeções de limpeza a qualquer momento, em qualquer lugar. O aplicativo fornece aos gestores uma visão geral de todas as atividades, como presença, horas trabalhadas, checagens, danos e provas das atividades de limpeza dos funcionários. A dinâmica do processo Eco!Manager é bem simples: basta que seja feita a leitura do cartão de identificação no aparelho de código de barras instalado na entrada da sala a ser limpa. Após a limpeza, o sistema registra a finalização do trabalho, e o funcionário informa possíveis danos causados no local ou em seu mobiliário. 
Também em destaque na feira, a limpadora a vapor SGV 8/5 é um sistema multifuncional para limpeza e desinfecção profunda de alta eficiência. Premiado na Europa, o sistema SGV une as funções de dois tipos de equipamentos: lavagem a vapor e aspiração de pó e líquido, contando também com a aplicação de detergente ou desinfetantes para uma limpeza ainda mais completa. Possui o inovador modo eco!efficiency, que reduz de forma significativa o consumo de energia e o nível de ruído do equipamento, de forma a possibilitar sua utilização em ambientes silenciosos, como hospitais e restaurantes. Outro diferencial está na opção autolimpeza, que garante maior tempo de vida útil ao equipamento.

Cinco motivos para abrir seu negócio em tempos de crise

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Segundo alguns indicadores do mercado, a economia não está em sua melhor fase e o cenário é de incertezas. No entanto, nem todos os números são ruins para os novos empresários. De acordo com dados do Serasa Experian, 800 mil empresas foram abertas no país entre janeiro e maio deste ano. O número é 69% maior ao verificado em 2010, ano de maior crescimento econômico do país desde o início da crise, quando foram criadas aproximadamente 575 mil empresas no mesmo período.
Além disso, de julho de 2011 a julho de 2015, houve um salto de 10,5% no número de profissionais que trabalham por conta própria, de acordo com dados da Pesquisa Mensal do Emprego divulgado nesta quinta-feira (20) pelo IBGE. Atualmente, o país tem 4,3 milhões de trabalhadores autônomos, que representam 19,3% da população ocupada. No comparativo com o mesmo mês do ano passado, o número de profissionais autônomos aumentou em 1,3%.
De olho nesse quadro, o empreendedor Vitor Torres, fundador da Contabilizei, plataforma de contabilidade especializada em empresas prestadoras de serviço, listou cinco motivos para você abrir seu próprio negócio durante a crise. Confira!
1. Segurança social: Abrir um negócio próprio requer disposição para o risco, mas isso não significa que o empresário estará desprotegido. De início, cabe entender qual modalidade de empresa se adequa melhor a sua necessidade. Além do Microempreendedor Individual (MEI), para empresas com rendimentos de até R$ 60 mil por ano, há ainda a EIRELI e a LTDA. Seu consultor contábil é o profissional ideal para orientá-lo na melhor decisão. Também é preciso pensar na aposentadoria e na contribuição mínima de INSS.
2. Condições de crescimento: Após a tempestade vem a bonança, diz o dito popular. Se após todo movimento de crise se segue um ciclo de crescimento vertiginoso, essa é a hora de armar o negócio para quando a maré vir a seu favor. É durante o período de crise que o empreendedor tem que levantar as bases do seu negócio, para ter as condições de usufruir do crescimento quando ele vier.
3. Mercados aquecidos: Durante a crise, alguns mercados continuam bem aquecidos, como é o caso do setor de serviços. Hoje, o setor é responsável por 75% dos empregos formais no país e representa mais de 60% do PIB nacional, de acordo com o Serasa Experian. Portanto, é estratégico oferecer serviços que acompanham as atuais necessidades do mercado, especialmente com vista a atender as grandes empresas que procuram alternativas viáveis para reduzirem seus custos.
4. Corte de vagas: Os últimos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, do IBGE, apontam para 8,15 milhões de desempregados no trimestre que se encerrou em maio. Pior: a taxa de desemprego do período subiu para 8,1%. Uma leitura destes dados é que arriscado seria deixar de empreender para manter uma posição dentro de uma empresa.
5. Fim da burocracia: Nunca foi tão fácil abrir um empreendimento próprio. Em fevereiro, a presidente Dilma Rousseff assinou o decreto de lançamento do programa “Bem Mais Simples”, um pacote de medidas que visa aliviar parte da burocracia na abertura de micro e pequenas empresas. Além disso, recentemente a Receita Federal anunciou a criação de um sistema para facilitar a abertura, regularização e até fechamento das empresas. Serviços de contabilidade online também podem ser uma alternativa para agilizar todo o processamento e fluxo contábil para novos negócios.

Gerenciamento de bancos de dados na nuvem

Gerardo Dada (*)

Em um artigo anterior, Migração de Bancos de Dados para a Nuvem, discuti alguns pontos importantes que você deve ter em mente ao pensar em migrar bancos de dados para a nuvem. Agora, é hora de falar sobre seu gerenciamento assim que estiverem na nuvem

E aí você diz, “Mas eu mudei para a nuvem justamente para não ter que gerenciar meu banco de dados!”
É verdade. Além de diversas outras vantagens discutidas previamente, hospedar seus bancos de dados na nuvem é um alívio para grande parte da demanda e pressão associadas ao gerenciamento da infraestrutura de banco de dados no dia a dia. Contudo, isso não significa que você está totalmente livre. Com isso em mente, estes são alguns pontos a serem levados em consideração:
1. Em última análise, você ainda é o responsável pelo desempenho. Embora transferir o controle de sua infraestrutura de banco de dados ao provedor de nuvem possa aliviar parte de sua carga em termos de tarefas administrativas e de configuração, você ainda é responsável pelo desempenho geral do banco de dados. É necessário estar atento a contenção de recursos, congestionamentos, ajuste de consultas, índices, planos de execução etc. Você pode precisar de novas ferramentas de análise de desempenho: mesmo que algumas funcionem bem, muitas delas não funcionam corretamente na nuvem.
2. Em última análise, você ainda é o responsável pela segurança. Existem tanto riscos de segurança reais quanto percebidos associados a bancos de dados na nuvem, e você não pode esperar que o provedor de serviços de nuvem cuide da segurança para você. É preciso pensar na segurança como um modelo compartilhado no qual você é responsável por acesso e governança, criptografia, monitoramento da segurança, backups e recuperação de desastres. A nuvem pode ser segura. Você só precisa ter um plano.
Então, qual é exatamente o seu papel no gerenciamento de seu banco de dados baseado na nuvem? Veja algumas ideias:
1. Compreenda e gerencie as transferências de dados e a latência. Você precisará determinar onde seus dados estão efetivamente – região e data center – bem como elaborar planos para uso de várias zonas de disponibilidade, recuperação ativa e passiva de desastres ou localidades com alta disponibilidade. Será importante levar em conta a transferência de dados e a latência para backups e ter todos os bancos de dados em sincronia, especialmente se seu aplicativo precisar integrar-se com outro que não esteja na mesma implantação de nuvem. Alguns provedores de nuvem permitem que você lhes envie discos rígidos, outros têm conexões dedicadas de alta velocidade e outros ainda fornecem orientações arquitetônicas para ajudá-lo no processo de decisão.
2. Conheça a nuvem de seu provedor de serviços e fique em dia com as mudanças. É crucial que você reserve algum tempo extra para compreender seu provedor de serviços, já que eles tendem a evoluir rapidamente. Você deve estar sempre a par de novos serviços e recursos, entender seus SLAs, examinar sua arquitetura recomendada e estar ciente de manutenções programadas que possam afetá-lo. Na parceria com a nuvem, você e o provedor de serviços precisam estar em sintonia.
3. Esteja ciente da estrutura de custos. É fácil dar os primeiros passos na nuvem, mas essa simplicidade pode rapidamente levar a um hábito caro. Procure entender todos os elementos que compõem o custo de executar seu banco de dados na nuvem – como classe de instância, tempo de execução, armazenamento principal e backup, solicitações de E/S por mês e transferência de dados – e suas expectativas de crescimento ao longo do tempo. Isso pode ajudá-lo a evitar excessos no provisionamento e utilizar os recursos da nuvem de forma mais eficiente.
4. Evite colocar todos os ovos na mesma cesta. Reflita, planeje e gerencie os requisitos necessários para backup e recuperação para não perder dados importantes caso ocorra uma falha ou interrupção no fornecedor. Faça isso mantendo uma cópia de seus dados com um fornecedor diferente, em uma localização diferente, de modo que fiquem em segurança e possam ser recuperados facilmente caso uma catástrofe venha a ocorrer.
5. Mantenha-se à frente da segurança. Quais são os requisitos de segurança de sua organização e com quais regulamentos você precisa estar em conformidade? A criptografia é apenas a ponta do iceberg. Existem considerações como quais chaves serão usadas, quem terá acesso a elas, qual algoritmo será usado na criptografia, como os dados serão protegidos quando armazenados, em trânsito e em backups. Além disso, quem irá monitorar o acesso ao banco de dados com relação ao acesso mal-intencionado ou não autorizado? Lembre-se de que a maioria das ameaças à segurança vem de dentro. Por fim, planeje-se para o pior e tenha um plano de ação documentado para o caso de violação de segurança ou perda de dados.
6. Monitore e otimize seu ambiente de nuvem. Se é importante monitorar e otimizar as implantações nas próprias instalações, isso é ainda mais importante na nuvem, devido à sua natureza dinâmica. Ferramentas de otimização de desempenho de bancos de dados podem fazer análises complexas do tempo de espera e correlação de recursos para acelerar significativamente as operações do banco de dados e reduzir os custos. Essas ferramentas também podem emitir alertas com base no desempenho de linha de base para identificar problemas antes que aumentem de proporção. Administradores de bancos de dados, desenvolvedores e equipes de operações podem se beneficiar de uma exibição compartilhada do desempenho dos sistemas de produção que lhes permita ver o impacto de seu código e isolar a causa raiz do que possa estar desacelerando o banco de dados, sejam consultas, sistemas de armazenamento, bloqueadores etc.
Em conclusão, executar seu banco de dados na nuvem pode proporcionar maior flexibilidade e agilidade e, sim, também pode significar menos de seu tempo sendo gasto com a administração do banco de dados. No entanto, não caia na armadilha de pensar que você pode se livrar das responsabilidades de gerenciamento do banco de dados. Na verdade, você deve ver isso como uma oportunidade de passar mais tempo gerenciando o próximo nível – aprimorando e otimizando o desempenho dos bancos de dados e aplicativos.

(*) É vice-presidente de marketing e estratégia de produtos de bancos de dados da SolarWinds.

 

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