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White label de ERP: conheça 4 vantagens de investir nesta parceria

Empresas de todos os portes estão cada vez mais demandando por tecnologia. Contar com sistemas de gestão passou a ser essencial para empresários que tenham interesse otimizar seu tempo e ganhar vantagem competitiva em relação a concorrência

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Robinson Idalgo (*)

Contudo, não é simples desenvolver sistemas eficientes. Os recursos humanos são o bem mais precioso de uma empresa de tecnologia e contar com bons profissionais requer um alto investimento - o salário médio de um desenvolvedor é de 5 mil reais. Além de todo o custo com equipamentos e software de desenvolvimento. Por isso, o conceito white label tem se tornado cada vez mais difundido no Brasil e no mundo.

Traduzindo ao pé da letra, white label significa “marca branca”. Este modelo de negócio vem conquistando adeptos por funcionar de uma maneira simples e vantajosa: uma empresa proprietária cria um produto ou serviço e permite que outras companhias comercializem com sua própria marca. Este conceito pode ser aplicado em diversos tipos de negócio, como marcas de roupas que compram as peças prontas e só incluem a sua etiqueta ou grandes redes de supermercados que colocam as suas marcas em produtos alimentícios. No final, todos saem ganhando, pois cada empresa consegue focar em sua atividade fim.

Em tecnologia, os software de gestão e as plataformas de e-commerce têm sido as principais soluções desenvolvidas em white label. E não é à toa que hoje as principais iniciativas aconteçam nesta área. O setor está entre os que mais crescem no Brasil, mesmo em um cenário econômico instável. Estimativas da Gartner apontam um crescimento de 4% no mercado geral de tecnologia do Brasil. Ou seja, se existem um setor no qual se deve investir, é esse!

Por isso, para as pequenas e médias empresas, que dispõem de recursos limitados para investir em pessoas e infraestrutura, contar com um parceiro pode ser a melhor alternativa para ingressar ou se manter nesta área. Destaco a seguir as principais vantagens desta parceria:

QUALIDADE
O primeiro benefício que pode ser ressaltado é a diminuição de falhas no software, já que o sistema é feito por profissionais altamente capacitados e dedicados a essa função. Além disso, na maior parte dos casos, as atualizações são realizadas automaticamente para todos os usuários - tirando mais esta preocupação da cabeça dos empreendedores.

AGILIDADE
Cabe ao vendedor realizar apenas a venda e o treinamento, o que acelera o processo e permite que os projetos sejam entregues com maior rapidez ao cliente final.

REDUÇÃO DE CUSTOS
Além de não precisar investir em profissionais capacitados, com o whitelabel o investimento inicial é baixo - ou até mesmo nulo, cada um define a melhor forma de cobrança - o que aumenta a chance de novos negócios.

COBRANÇA
Ao contar com um sistema whitelabel, o empresário pode definir a melhor forma de cobrar pelo produto final, que possui a sua marca, definindo os valores e formas de pagamento. E em muitos casos a fornecedora do software ainda oferece auxílio com sugestões de ações de marketing.

Além dos pontos ressaltados acima, ainda existem as peculiaridades de cada empresa, como o oferecimento de suporte e aplicativo mobile, por exemplo.

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Ao decidir apostar no modelo white label, assim como em qualquer outra parceria, é importante realizar pesquisas de mercado, avaliar reputação, se os custos são vantajosos e quais os recursos oferecidos antes de firmar o contrato. Tomando esses cuidados, os resultados têm tudo para serem positivos.

(*) É criador do sistema de gestão on-line. Mais informações no site:
www.revendasoftware.com.br

Competição sobre educação levará vencedores para imersão no Vale do Silício

Uma competição sobre educação levará os vencedores para uma imersão na Singularity University, instituição referência mundial em inovação que fica dentro de uma base de pesquisa da Nasa, no Vale do Silício. Os ganhadores terão passagem, estadia e alimentação pagos durante quase dois meses, de 3 de setembro e 19 de outubro.
Chamado de SingularityU Brazil Global Impact Challenge, o projeto da universidade é uma chamada aberta para qualquer pessoa que tenha uma ideia capaz de impactar o panorama de aprendizagem no Brasil. Incentiva empreendedores e agentes de mudança a desenvolverem suas ideias inovadoras voltadas à educação, principalmente em relação à aprendizagem autodirigida. Não há a necessidade de ter uma startup em operação para participar da competição, que acolherá ideias em qualquer estágio.
A premiação será para dois representantes do projeto vencedor, que terão a oportunidade de participar do “SU Ventures Incubator Program” junto com ganhadores de outros países. O programa contempla treinamento de liderança, estruturação às empresas e um ecossistema para inovação e execução.
— Estamos extremamente entusiasmados por ter outro Global Impact Challenge no Brasil. Este ano, nosso foco está na inovação da aprendizagem. Portanto, estamos chamando o público para apresentar ideias que transformarão o nosso atual sistema educacional e garantirão que os alunos adquiram habilidades voltadas às necessidades presentes e futuras — afirma Regina Njima, diretora do Global Impact Challenge.
As inscrições podem ser feitas pelo site su.org/gic/brazil-2018 até o dia 15 de junho. Depois, as ideias pré-selecionadas participarão de semifinais em Recife (25/06), São Paulo (26/06) e Porto Alegre (28/06). A etapa final será realizada em São Paulo, 10 de julho. O júri que escolherá as ideias semifinalistas, finalistas e a vencedora será composto por representantes da escola Concept, patrocinadora do prêmio, da Singularity University e de experts em empreendedorismo, negócios e educação. Inscrições: até 15 de junho, pelo site (su.org/gic/brazil-2018)

 


Smartphones supercaros? Precisamos é democratizar o acesso à tecnologia!

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Nos últimos anos temos visto a chegada ao mercado de alguns modelos de smartphones com preços para lá de restritivos. São aparelhos cotados a R$ 4 mil, R$ 5 mil e até celulares que chegam a custar quase R$ 8 mil! Claro que esses dispositivos são para muito poucos.
Felizmente, na contramão desse movimento de encarecimento de aparelhos, surgem também iniciativas que democratizam o acesso aos smartphones, com a oferta de produtos com bons recursos e preços competitivos, para os cerca de 400 milhões de usuários que compram os chamados smartphones de entrada (aparelhos mais acessíveis) a cada ano.
Recentemente, alguns fabricantes anunciaram, inclusive no Brasil, os primeiros modelos de aparelhos compatíveis com o Android Oreo edição Go, sistema destinado aos smartphones de entrada. Com essa versão do sistema operacional, o Google otimizou a plataforma, os aplicativos de parceiros (que passaram a oferecer versões mais “leves”) e até a Google Play Store, para melhorar os recursos para esses aparelhos.
Para essa iniciativa, tem sido importante a participação dos fabricantes de componentes, como a MediaTek, que colaboraram para a criação de um ecossistema tecnológico adequado, garantindo o perfeito funcionamento de seus processadores com esse novo sabor de Android. Foi possível, então, oferecer vários modelos de chipset que suportam o novo sistema operacional e tornam essa “mágica” de ter um melhor desempenho, mesmo sem ter muita memória, real.
Assim é possível melhorar a experiência geral do usuário e o suporte para dispositivos com memória entre 512 MB a 1 GB e oferecer uma redução de custos significativa. Claro que, além de preço menor, também é preciso garantir que os dispositivos de entrada, que costumam ser o primeiro contato com a internet para muitas pessoas, ofereçam uma boa experiência de usuário.
A inovação na área de smartphones está intimamente ligada à adoção de tecnologias como inteligência artificial, sensores biométricos que monitoram a saúde dos usuários na tela do celular, desenvolvimento de processadores mais potentes, tecnologias móveis altamente eficientes na economia de energia e soluções avançadas para multimídia. Mas sem abrir mão de um dos seus principais objetivos: democratizar o acesso à tecnologia.

(Fonte: Samir Vani é Country Manager da MediaTek no Brasil, empresa fabricante global de semicondutores para equipamentos como smartphones).

A inovação como estratégia de gestão

Felipe Calixto (*)

Você já parou para se perguntar como está a estratégia do seu negócio?

Pois é, essa pergunta é fundamental para o sucesso da sua empresa e deve ser colocada em questão em diversos momentos. A resposta precisa levar em consideração vários aspectos, e, o primeiro deles, e talvez um dos mais importantes, é se sua empresa oferece algo diferente, ou seja, sua empresa possui uma proposta exclusiva de valor que a torna única e desejada por um determinado público alvo?
Lembre-se, o bom estrategista é aquele que cria algo único e exclusivo para se diferenciar no mercado. Para isso, é preciso estabelecer um DNA diferente e investir cada vez mais nesse diferencial. E mais, não basta ser diferente em uma só feature, tem que construir uma cadeia de valor com atividades distintivas difíceis de serem copiadas que sejam realmente inéditas, criativas e repensadas ou incrementadas constantemente.
Não queira ser bom em todas as dimensões do seu segmento, esteja ciente que terá que fazer alguns tradeoff’s, ou seja, terá que abrir mão de ser bom em determinados aspectos, pois estes conflitam com o aspecto que escolheu para se diferenciar. Concentre-se em se destacar naquilo em que você já faz bem. Por exemplo, um famoso sabonete hidratante que vem despontando nas vendas há anos. Seu principal tradeoff foi a capacidade de limpar, dimensão que conflitaria com a dimensão que hidrata, porém eles focaram num público alvo que prioriza o cuidado com a pele e não requer alta exigência de limpeza. Com certeza um mecânico não utiliza esse produto quando o objetivo é limpar a mão de graxa.
Se você quer se sobressair também precisa resistir a certos padrões de comportamento profundamente enraizados na maneira de conduzir os negócios, tais como “ouvir demais” clientes e colaboradores. É muito importante ouví-los, fundamental, mas será que eles conhecem bem sua estratégia? Será que o cliente que está ouvindo faz parte do seu público alvo?
Outro ponto é a hipervigilância competitiva. Estude a concorrência sempre, mas não faça isso como forma de guiar a evolução do seu produto, tenha firmeza de propósito na estratégia que escolheu. Tente inovar de fato e traçar sua própria trajetória.
Fique atento à obsolescência do seu negócio, pois ele pode ser substituído a qualquer momento por um aplicativo, ou ainda por algum visionário que não tem nada a ver com seu segmento de atuação. Afinal, não foi o dono de uma grande locadora que inventou o que é hoje a líder mundial em serviço de assinatura de filmes e séries de TV. A disruptura chega e deixa para trás quem não estiver atento à velocidade dessas mudanças.
A saída para isso tudo é inovar sempre, constantemente! Coloque a cultura da inovação em prática na sua empresa. Provoque sua equipe para que todos pensem em uma maneira de atender a uma necessidade e não nas soluções já existentes, pois assim você limita o espaço para a criatividade. Como diria o grande cientista Grahan Bell: “Nunca ande pelo caminho traçado, pois ele conduz somente até os outros já foram”.
Questione o status quo e invista em tecnologias disruptivas e que demonstrem estar à frente do que todos já fazem e que permitam que sua empresa esteja sempre a um passo adiante, antecipando o futuro.
Pense em “como será o seu negócio no futuro” e procure sempre antecipar. Busque exercitar com sua equipe o “sair da caixa” e olhar o negócio por fora. Existe uma forma mais fácil e prática de atender a necessidade que hoje sua empresa atende?
Se não fizer isso com a frequência e criatividade necessária, você corre o risco do seu negócio ser extinto por uma inovação de um garoto de 23 anos do Vale do Silício.

(*) É diretor presidente da Sankhya Gestão e Negócios.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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