Os melhores destinos para nômades digitais

Uma das melhores coisas sobre ser um nômade digital (alguém que pode trabalhar on-line de qualquer lugar) é poder combinar trabalho com viagens. Portanto, se você está querendo usar sua próxima viagem para procurar um novo "escritório", a Booking.com, líder mundial em conectar os viajantes com opções incríveis de lugares para ficar, reuniu os melhores destinos para fazer exatamente isso


Chiang Mai, Tailândia


Chiang Mai tem uma das maiores comunidades de nômades digitais do mundo, o que a torna ótima para relacionamentos. Os cafés do bairro central são um excelente ambiente de trabalho. Aqui você encontrará poltronas, almofadas e redes, ótimo serviço, Wi-Fi e templos dourados próximos para visitar, se você quiser dar uma curta caminhada para dar um tempo do trabalho.
Gostaria de fazer uma viagem de teste? O Hug Home é um apartamento completo (com aquele Wi-Fi indispensável) que vai te dar o gosto de como é a vida de um nômade digital em Chiang Mai.

Timisoara, Romênia

Timisoara é uma cidade universitária no oeste da Romênia e, apesar de ter um centro grandioso, Timisoara tem uma abordagem descontraída para trabalhar e curtir, inspirando muitos nômades digitais a fazerem desta a sua casa.
Vale a pena alugar um carro para explorar a região rural ao redor de Timisoara. O Apartment Maria, um apartamento completo, ameniza o custo disso proporcionando aos hóspedes um estacionamento gratuito.

Canggu, Bali, Indonésia

Bali é popular há muito tempo entre os nômades digitais que viajam pelo mundo, mas só nos últimos anos que os estabelecimentos comerciais de Canggu começaram a atender especificamente os nômades. Isso, combinado com o baixo custo de vida, torna este um ótimo lugar para estadias mais longas.
O acesso a um excelente Wi-Fi e uma multidão internacional de trabalhadores com a mesma mentalidade são ótimos, mas os visitantes que procuram combinar trabalho com diversão também se beneficiam do foco tradicional indonésio em saúde, yoga e meditação.
Um exemplo clássico de ambas as coisas pode ser visto na A7 Guesthouse, que oferece Wi-Fi grátis e de alta velocidade e acesso à praia de Canggu.

Viena, Áustria

A cultura de acolhimento dos nômades digitais de Viena inclui o Sektor5, uma "comunidade de empresários" que se propôs a revolucionar a forma como os trabalhadores individuais compartilham espaço. Aqui você encontrará tudo, desde cardápios deliciosos e exposições de arte contemporânea a Wi-Fi super rápido e uma lista contínua de eventos.
O Vienna-Vintage-Apartment fica a uma curta caminhada do Sektor5 e os Museus de Arte e História Natural nas proximidades oferecem lugares alternativos para aguçar sua criatividade.

San Diego, EUA

A apenas algumas horas de San Francisco, San Diego tem uma famosa cultura de surfe e de cafés. Isso que significa que os nômades visitantes têm muitas chances de fazer conexões profissionais ou simplesmente relaxar e admirar o clima que é sempre quente.
O muito bem-avaliado Nest on Fifth tem seus próprios espaços de trabalho para viajantes que precisam falar com seus clientes e excelentes conexões para o centro da cidade para quem quer fazer turismo.

Soluções tecnológicas facilitam a detecção de fraude

Eduardo Sanches (*)

Os inúmeros escândalos divulgados na mídia nos últimos anos são apenas a ponta do iceberg dos problemas corporativos

Diversos levantamentos de consultorias dão conta que, mesmo com o aperto das normas de compliance e com a evolução das práticas de governança corporativa, as fraudes ainda são pouco detectadas no Brasil. Isso ocorre porque, geralmente, o volume de informações geradas pelas empresas é gigantesco e, em meio a tantos dados, a identificação dos envolvidos a partir de metodologias tradicionais acaba quase que inviabilizada.
Segundo a Pesquisa Perfil Comportamental dos Executivos, realizada pela Orchestra Soluções Empresariais, 27% dos executivos brasileiros demonstram desvios de conduta que resultam em potenciais riscos para as empresas onde atuam. No estudo, são considerados desvios de caráter características como interesses pessoais desmedidos, conflitos de interesses com as atividades que executam e potenciais comportamentos negativos para obtenção de ganhos individuais.
Outro levantamento, o Relatório Global de Fraude & Risco 2016/2017, da consultoria Kroll, mostra que as fraudes corporativas ainda são pouco detectadas. Conforme o estudo, mais de 90% dos executivos brasileiros admitem que a exposição às fraudes aumentou e 68% no período e confirmam a incidência de más condutas nos últimos doze meses.
O quadro evidencia o grande risco a que as empresas estão expostas, particularmente quanto às penalidades previstas pela Lei Anticorrupção, como multas que chegam a 20% do faturamento anual. Isso acelera a busca por soluções tecnológicas, demanda que consultorias de inteligência tecnológica têm atendido.
Há um severo incremento na contratação de serviços voltados à detecção de fraudes. Essas soluções valem-se de ferramentas e técnicas avançadas que viabilizam a identificação práticas antiéticas, bem como seus autores. Suas ferramentas possibilitam a identificação e análise das principais evidências digitais. Hoje, é possível coletar logs, emails, documentos, conteúdo de celulares, trocas de mensagens, histórico da internet e, dentre outras informações relevantes, dados já deletados, bem como a identificação de quem os apagou.
Até pouco tempo atrás, quando as empresas iniciavam uma investigação, não eram capazes de saber quem ou quantas pessoas estiveram envolvidas em fraudes. Hoje, porém, a análise das informações permite que se descubra a origem do problema, mesmo que os envolvidos deletem seus rastros, tanto em computadores e sistemas quanto em dispositivos móveis.
As práticas mais comuns realizadas por executivos com desvio de caráter envolvem a maquiagem de resultados, desvios de valores financeiros, manipulação de dados e pessoas para atendimento a interesse próprio e outros comportamentos que resultam em uma cultura organizacional permissiva, em que controles são fragilizados e a própria corporação é colocada em risco.

(*) É Sócio-diretor da VSI (Ventiv Solutions International). Com MBA pela FGV e Graduado em Ciência da Computação, tem mais de 20 anos de experiência em Gestão de Riscos Digitais e Computação Forense.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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