McAfee destaca seis etapas para reforçar a proteção de endpoints modernos

As organizações têm implementado várias camadas de defesa para antecipar os ataques cibernéticos

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Em teoria, elas deveriam estar mais protegidas. Em vez disso, as equipes de segurança estão sobrecarregadas com uma infinidade de ferramentas e interfaces. De acordo com o relatório de 2017 da Forrester Mastering the Endpoint (Dominando o endpoint), as organizações agora monitoram em média 10 agentes de segurança diferentes e utilizam pelo menos cinco interfaces para investigar e resolver os incidentes.

Há uma maneira melhor de proteger-se a partir de um conceito inovador de segurança de endpoints. Com base na experiência prática de mais de 250 tomadores de decisões de segurança e nas descobertas da Forrester e da McAfee, apresentamos a seguir os seis passos essenciais para dominar os endpoints modernos e proteger a empresa hoje e no futuro.

1. Crie uma estrutura de segurança escalonável e adaptável ao panorama de ameaças em constante mudança.
O conceito de implementar várias camadas de defesa é amplamente aceito, mas a chave para tirar máximo proveito de todas essas camadas é integrá-las usando uma estrutura de segurança flexível e adaptável. A implementação de camadas de defesa que se comunicam entre si aumenta a eficiência e a eficácia. A estrutura ideal é extensível, permitindo incorporar continuamente novas camadas à malha à medida que os negócios e as exigências de segurança mudam.

2. Integre os recursos de detecção e resposta às operações diárias
Os administradores precisam estar aptos para determinar com rapidez o local exato da ameaça e higienizar tudo que ela tocou. Infelizmente, esses recursos geralmente são reservados para investigadores especializados e não há profissionais suficientes para todas as empresas. Agregar outro pacote de investigação avançada não resolverá esse problema. Ao implementar uma solução que integre os recursos de detecção e resposta às operações diárias relacionadas aos endpoints, os administradores poderão reagir rapidamente quando infecções inevitáveis ocorrerem.

3. Diminua os falsos positivos para poder se concentrar nas tarefas mais importantes
As defesas que compartilham inteligência de ameaças podem validar ou exonerar automaticamente uma ameaça potencial, de modo que os administradores não precisem fazê-lo manualmente. Ao eliminar as camadas de complexidade e esforço manual, as equipes de segurança podem ignorar os falsos positivos e reagir com mais rapidez. Cria ainda mais foco ao destacar automaticamente os incidentes de maior prioridade e fornece um fluxo de trabalho claro para a resolução.

4. Compartilhe informações sobre as ameaças em tempo real e coloque os aprendizados em prática imediatamente
A estratégia ideal de inteligência combina fontes externas com informações coletadas no seu próprio ambiente. Plataformas devem compartilhar informações entre as várias camadas de defesas em tempo real, de forma automática e sem exigir que os administradores operem várias interfaces. Em seguida, a plataforma deve imediatamente compartilhar as informações aprendidas em uma infeção com todos os outros sistemas de segurança no ambiente.

5. Use o machine learning avançado e a nuvem para ter escalabilidade e velocidade.
Com a implementação e a utilização de recursos avançados de machine learning, tanto localmente como na nuvem, é possível comparar executáveis suspeitos estatisticamente com milhares de atributos de ameaças conhecidas sem o uso de assinaturas. Com a capacidade de analisar características de código estático e o comportamento real de um executável, é possível descobrir ameaças ocultas em questão de segundos.

6. Consolide agentes e processos manuais
A consolidação de vários sistemas, ferramentas e relatórios em um único console de gerenciamento reduz significativamente o número de processos manuais. Ao adotar uma abordagem consolidada, é possível reduzir o número de agentes que a equipe precisa administrar e automatizar tarefas manuais com fluxos de trabalho simplificados. Em vez de gastar horas lidando com várias interfaces, capacitar a equipe para controlar as várias camadas da segurança de endpoints com recursos automatizados.

Promoção para anunciantes no dia dos namorados

O Pip é uma rede social que possibilita interação entre marcas, chefs e seus seguidores no fantástico universo da culinária. A plataforma conecta pessoas que querem compartilhar dicas gastronômicas e receitas das mais básicas às profissionais. Gera visibilidade a chefs de cozinha profissionais renomados e, também, a empresas do segmento - que podem impulsionar posts e anunciar na plataforma a fim de atingir seu público alvo. Em comemoração ao Dia dos Namorados, o Pip oferecerá 25% de desconto aos anunciantes.
A promoção é válida de hoje até fim do junho - com prazo de fechamento das ações até o último dia de maio - e visa aumentar a visibilidade de marca no período, facilitando a propagação das ações de marketing direcionadas para a data.
Por meio da rede social, o usuário cadastrado consegue seguir os perfis com que mais se identifica e acompanhar suas atualizações, encontrar facilmente receitas (por nomes, ingredientes ou através de hashtags), compartilhá-las - inclusive em outras redes - e, até mesmo, salvá-las em um caderno de receitas pessoal, o que torna possível acessá-las também offline.
Além disso, a ferramenta funciona como um ponto de encontro digital dos ‘food lovers’, tornando-se o lugar ideal para entusiastas da culinária trocarem receitas. Além das fotos ilustrativas dos pratos, os Pippers também podem incluir nas postagens vídeos com dicas de preparos de maneira fácil, rápida e intuitiva.
Já são centenas de milhares de perfis cadastrados no Pip. Entre os usuários da plataforma, estão chefs renomados como Edu Guedes e empresas como a Electrolux Brasil, Arno, Nestlé, Carrefour e a Revista AnaMaria.
Para segui-los ou para compartilhar o seu caderno de receitas e montar seu próprio diário culinário, o usuário pode se cadastrar gratuitamente no aplicativo, que está disponível na Google Play ou na App Store, ou acessar a plataforma na sua versão web, disponível em http://piprecipes.com.

Jogo que contará empreitada brasileira na Segunda Guerra Mundial entra em financiamento coletivo

feb temporario

– O Smoking Snakes, jogo que se passará na Segunda Guerra Mundial e contará a história dos 25 mil homens da Força Expedicionária Brasileira (FEB) que foram enviados para o confronto, entrou em processo de financiamento coletivo.
Todo o jogo será baseado em fatos e lugares em que a Força Expedicionária Brasileira esteve. Os mapas do jogo são baseados em fronts de batalha históricos que estão sendo fielmente desenvolvidos pela equipe. Além disso, haverá um sistema exclusivo de mudança de clima, que deixará os combates ainda mais difíceis e únicos.
Em Smoking Snakes, as partidas serão dividas em três modos de jogo e, por meio de um sofisticado sistema de ranqueamento e busca de partidas, os jogadores serão colocados em lobbies específicos dependendo do seu nível de habilidade. Os jogadores poderão entrar no campo de batalha no modo Team Deathmatch, Conquest e Assalto.
O nome do jogo é uma referência à expressão “A cobra vai fumar”, utilizada para se referir aos mais de 25 mil homens da FEB que foram enviados para a Itália durante a Segunda Guerra Mundial. Essa expressão se originou de uma fala do então presidente brasileiro Getúlio Vargas, que disse em um pronunciamento: “É mais fácil uma cobra fumar do que o Brasil entrar na Guerra”.
“Acreditamos que a história é viva e, por isso, resolvemos lembrar dos soldados que foram enviados para a Segunda Guerra Mundial”, contou Dênis Fernandes, responsável pelo projeto. “Smoking Snakes não é um jogo/documentário, no entanto, temos como objetivo principal transportar o jogador para dentro de um front de batalha e, para isso, utilizaremos de relatos históricos e fotos da época para criarmos o cenário e a ambientação do jogo. Todo o som emitido pelas armas de Smoking Snakes será desenvolvido com o maior nível possível de fidelidade”, completou.
A arrecadação de fundos para o desenvolvimento do jogo foi dividida em cinco níveis e, em cada um deles, estão detalhados os custos operacionais. “Ao todo vamos precisar de R$ 150 mil e montamos uma planilha detalhada de custos para prestar contas aos nossos apoiadores”, explicou Dênis.
As recompensas para quem apoiar a campanha de financiamento coletivo estão divididas em seis níveis diferentes e incluem desde acesso ao alpha até multiplicadores de experiência e armas exclusivas.
Acesse o link da campanha de financiamento coletivo do Kickante - https://www.kickante.com.br/campanhas/feb-game-fps-segunda-guerra-mundial

Educação digital e a oportunidade de expandir o conhecimento

Claudia Moraes (*)

A mobilidade humana é um desafio cada vez maior, especialmente nas grandes cidades. Em São Paulo, por exemplo, passa-se em média 45 dias por ano preso no trânsito, segundo pesquisa apresentada pela Rede Nossa São Paulo, divulgada no final de 2016

De 2015 a 2016, o tempo para sair de um ponto e chegar a outro na capital paulista aumentou em 20 minutos. Isso significa menos tempo livre para se dedicar ao trabalho, ao lazer e aos estudos.
Frente às dificuldades de deslocamento, amplia-se a preferência por alternativas que permitam a execução de tarefas remotas. Com a rápida evolução dos recursos disponíveis para smartphones, há a expectativa de se alcançar a média de um aparelho por habitante, no país, até o final deste ano - chegando a 236 milhões de unidades -, de acordo com levantamento da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
A combinação entre os entraves de mobilidade e a eficiência da tecnologia resultaram em soluções como os métodos de educação a distância, que têm se expandido rapidamente. O Brasil já contabiliza 1,4 milhão de adeptos dessa modalidade de ensino, conforme dados do Censo da Educação Superior 2015, do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
A flexibilidade para seguir executando tarefas a distância com conforto e autonomia chega até mesmo às aulas para quem precisa passar pelo processo de renovação e reciclagem da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Essa é uma realidade em estados como São Paulo e Alagoas. Esses dois estados exploram o dinamismo possibilitado pelo ensino a distância, reforçando o aprendizado dos conceitos necessários.
A opção de estudar via EAD facilita o acesso e permite ao aluno consultar o conteúdo no melhor horário e de qualquer local. Diante desse cenário, a adesão à tecnologia que possibilita o intercâmbio de informações a distância configura uma necessidade e uma tendência frente aos desafios da sociedade. Por isso, é preciso facilitar o acesso ao conhecimento para expandi-lo, explorando todos os recursos disponíveis para ter mais tempo e, consequentemente, mais qualidade de vida.

(*) É diretora de produtos da Procondutor, empresa especializada no mercado de educação de trânsito e que oferece aos Centros de Formação de Condutores (CFCs) cursos de educação digital, para contribuir com a evolução no processo de obtenção, atualização da renovação e reciclagem da Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

 
 
 
 
 
 

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