Bitcoins negociados em bolsas de valores dos EUA pode ser o próximo avanço das moedas digitais

@O Bitcoin é um dos assuntos mais comentados nos últimos anos. Especialistas de diferentes segmentos, sejam economistas, matemáticos ou sociólogos, começaram a prestar mais atenção na moeda digital. Adquirir os primeiros bitcoins, ou frações da moeda, pode ser complicado para a maioria das pessoas. O processo envolve cadastrar-se em um site que faça a venda, o envio de reais por meio de transferência bancária, a compra efetiva e depois a guarda segura das moedas. Para atender a esta demanda, três diferentes grupos empreendedores americanos estão solicitando à SEC (Security Exchange Comission), órgão que regula o mercado financeiro nos EUA, a permissão para tornar possível a negociação de bitcoins em bolsas como a NYSE e NASDAQ. A negociação seria possível através de um produto chamado ETF, pelo qual vai permitir que bitcoins sejam negociados como se fossem empresas de capital aberto, como Apple e Google, por exemplo. A resposta da SEC ao primeiro pedido deve sair até o dia 11 de março e essa data não pode ser adiada (MercadoBitcoin.com.br).

Pendrives com capacidade de até 128GB

@A Kingston, maior fabricante mundial independente de produtos de memória, anuncia o lançamento de sua linha de pendrives, DataTraver 50 (DT 50), com capacidades de armazenamento que variam de 8GB a 128GB. Os novos pendrives são ideais para quem quer guardar dados e ter fácil acesso a eles sem precisar de conexão à internet e já estão disponíveis no varejo brasileiro pelos preços sugeridos de R$ 27,90, R$ 37,90, R$ 73,90, R$ 134,90 e R$ 259,90, para as versões de 8GB, 16GB, 32GB, 64GB e 128GB, respectivamente (www.kingston.com/br).

Solução para facilitar a vida dos cidadãos

@A CA Technologies, empresa norte-americana de software presente há mais de 35 anos no Brasil, anuncia um conjunto de soluções para facilitar o acesso e agendamento de serviços públicos via celular. A plataforma, chamada de Governo na Palma da Mão® (GPM), tem como objetivo integrar diferentes secretarias, ministérios e outras entidades governamentais e o cidadão em um único aplicativo. Totalmente desenvolvido no país, o GPM permite atender às demandas de agilidade e transparência do consumidor digital ao viabilizar que instituições tidas pela população como burocráticas adotem rapidamente práticas modernas de interação aberta, como omnichannel e Internet das Coisas (ca.com/br).

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