Museu do Futebol inaugura exposição sobre Futebol Feminino

Primeira seleção brasileira de futebol feminino.

 Projeto ‘Visibilidade para o Futebol Feminino’ incorpora peças sobre o tema ao acervo da instituição

A iniciativa é uma reorganização de todo o acervo do museu, evidenciando a história da participação das mulheres nesse esporte. Para facilitar a compreensão do público, as intervenções e novidades do espaço são sinalizadas com uma medalha.As novas peças foram trazidas dos acervos de clubes e centros de memórias, além das coleções pessoais das próprias atletas. As fotografias, documentos e recortes de jornais foram digitalizados pelo Centro de Referência do Futebol Brasileiro. Um dos destaques é uma intervenção no foyer do estádio, com imagens das jogadoras que passaram pela Seleção Brasileira desde 1988.

Serviço: Museu do Futebol (Estádio do Pacaembu), Praça Charles Miller, s/n, Pacaembu, tel. 3664-3848. De terça a domingo das 9h às 17h. Ingressos: R$ 6 e R$ 3 (meia), aos sábados, a entrada é franca. Até 30/12.

Canto coral

coral temporario

Formado pelos alunos do curso de canto popular da Escola do Auditório Ibirapuera, o Coral do Auditório do Ibirapuera desenvolve intensa atividade artística junto com a Orquestra Brasileira da Escola do Auditório (OBA), com concertos temáticos e convidados como: Mônica Salmaso, Toninho Ferragutti, Fabiana Cozza, Banda Mantiqueira, Oswaldinho da Cuíca, Quinteto Preto e Branco, entre outros. Ao longo de oito anos de existência, paralelo ao repertório orquestral, o grupo mantém uma proposta de agenda vocal e participa de alguns concertos corais desenvolvendo uma pesquisa de sonoridade popular na música à capela.

Serviço: Sesc Campo Limpo, R. Nossa Senhora do Bom Conselho, 120, Campo Limpo. Domingo (28) às 18h30. Entrada franca.

A Gata Ingênua

agata temporarioCia Teatral Aos Quatro Ventos apresenta “A Gata Ingênua”.Com linguagem lúdica e envolvente, a peça conta a história de uma gata muito preguiçosa, conduzindo o público por uma trama divertida e de cunho educacional. A encenação busca refletir sobre a importância da escrita e da leitura. Inspirada no texto “El Gato Simple”, do diretor cubano Fidel Galvan Ramirez. A história acontece em uma fazenda do interior, vive um casal de velhinhos que tem como animal de estimação uma gata pra lá de preguiçosa. Mas um casal de ratos surge na casa e passa a devorar os alimentos da dispensa. Diante do terrível problema, os velhinhos ordenam que a gata capture os invasores; caso contrário, ela irá morar na rua. A gata, assustada com a situação, vê-se obrigada e caçar os roedores, mas como sempre foi preguiçosa e ingênua, nunca aprendeu a ler e escrever, portanto nem sabe o que é um rato. Com, Emily Meirelles, Luana Gonçalves, Mattheus Adepoju, Daniel Oliveira e Taina Lua.

Serviços: Museu da Língua Portuguesa, Praça da Luz, s/n, Centro, tel. 3322-0080. Sábado (30/05) às 14h. Biblioteca Infantojuvenil Monteiro Lobato, R. General Jardim, 485. Vila Buarque, tel: 3256-4122. Terça (09) às 9h30. Entrada franca.

MPB

O recital Perto do Coração Selvagem, do grupo vocal Comocanto tem regência de Roberto Anzai. O grupo formado pelos cantores Anna Maria Cotrim, Charles Godini, Dirce Limberte, Edy Poccard, Fernando Porrino, Izolda Cremonine, José Roberto Simonetti, Marcia Bassetto Paes, Rubens Arruda e Sonia Ramalho interpretará canções de compositores importantes da música brasileira como Roberto Carlos e Erasmo Carlos, Tom Jobim, Maysa, Chico Buarque, Edu Lobo, Waldick Soriano, Marisa Monte e Arnaldo Antunes, além de poemas musicados de Carlos Drummond de Andrade e Augusto dos Anjos. O grupo vocal terá a companhia no palco dos músicos Deni Domenico (violão) e Lucas Silva (percussão).

Serviço: Livraria NoveSete, R. França Pinto, 97, Vila Mariana, tel.5573-7889. Sábado (30) às 19h. Entrada franca.

“1915” homenagem às vítimas do genocídio armênio

Grupo Arca reestreia a peça do dramaturgo armênio Arthur Haroyan com poesia e sensibilidade “1915” é um espetáculo de ficção que aborda o primeiro genocídio do século XX que ocorreu no território do Império Otomano no ano de 1915 contra povo armênio, assim como aconteceu com os judeus durante o período nazista. O extermínio mais de 1,5 milhão de armênios foi reconhecido por grande parte da comunidade internacional. Em 2015 o mundo relembra dos mártires armênios, mas o governo turco desde a queda do Império Otomano até os dias de hoje sistematicamente nega os acontecimentos. Os fatores históricos, dramáticos e estéticos caracterizam “1915” como uma peça envolvente de grande apelo sociopolítico que propõe refletir e dar voz aos que permaneceram calados por tanto tempo. Com Airyn Vishnevsky, Alice Martins, Arthur Haroyan, Daniela Duarte, Débora Pesso, Kleber Góes, Ludmila Moreno, Maíra De La Vega, Marcio Alexandre, Natállia Ribeiro, Ricardo Borges e Thaís Rossi.

Serviço: Espaço Elevador, R. Treze De Maio, 222, Bela Vista, tel. 3477- 7732. Sextas às 21h. Ingressos: R$ 40 e R$ 20 (meia). Até 03/07.

 
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