Exposição dos 100 anos da Garrafa Coca-Cola

 coca abre

A garrafa da Coca foi criada para ser identificada apenas pelo toque e reconhecida mesmo se estilhaçada no chão

E justamente por ela ter essa iconografia é que se tornou tão presente no imaginário popular. A comemoração do seu centenário é um lembrete do significado e do valor que ela possui dentro da cultura de cada país e de que ela ainda é um dos principais responsáveis pelo sucesso da empresa em todo o mundo. De Andy Warhol a Marc Jacobs e Ray Charles, a garrafinha é musa inspiradora para obras de grandes nomes da arte, da música e do design desde sua concepção. Na mostra, são expostos artefatos históricos e experiências interativas que demonstram o papel dela na arte e na cultura popular. Também é exposta a coleção de Homero Rodrigues, colecionador apaixonado pela Coca-Cola, que busca itens raros da marca por prazer desde 1982. Além da exposição, a Coca-Cola lança, em 2015, uma versão feita em alumínio da sua garrafa icônica. Essas embalagens promocionais seguem milimetricamente as curvas criadas há 100 anos.

Serviço: Parque Villa-Lobos, Av. Professor Fonseca Rodrigues, 2001. Alto de Pinheiros, tel. 3023-0316. De quinta (04) a domingo (07) das 5h30 às 19h. Entrada franca. 

Reflexão

TRAUMA.
Não há quem não lute com alguma espécie de trauma na intimidade de si mesmo.
Medo, timidez, insegurança, fragilidade.
O trauma é um problema cármico, uma lesão mais profunda nos tecidos sutis da alma, reclamando tempo para cicatrizar.
Aprendamos a lidar com as nossas limitações e dificuldades.
Identifiquemos em nós o ponto vulnerável de nosso psiquismo e procuremos fortalecê-lo.
Quem se conscientiza de seus traumas, aceitando-se como é, está dando um importante passo para saná-los.
Ninguém carece de tornar-se dependente desse ou daquele tipo de medicamento para enfrentar-se.
Os nossos problemas se avolumam, quando nós nos debruçamos sobre eles, lamentado-nos.
Saibamos que existem questões psicológicas tão complexas e intrincadas que, às vezes, não se solucionarão numa única existência.
Esqueçamos um pouco de nós, trabalhemos no bem dos semelhantes e deixemos o bálsamo do tempo agir sobre as nossas chagas que sangram.
Assumamos as nossas culpas e procuremos retificá-las, não nos esquecendo de que “o amor cobre a multidão dos pecados”.

Livro “Lições da Vida” – Carlos A. Baccelli – Irmão José.

Cantata para um Bastidor de Utopias

Cena do espetáculo.

Cantata para um Bastidor de Utopias conta a história de Mariana Pineda foi uma heroína espanhola da causa liberal no século XIX. Foi denunciada por ter bordado uma bandeira para os liberais. Acusada de pertencer à rede dos conspiradores, foi executada em 1831. Mariana se transformou em um símbolo das lutas por direitos e liberdades na Espanha. Em 1925, Federico García Lorca concluiu a peça, encenada pela primeira vez em Barcelona, com cenários e figurinos de Salvador Dalí. Ao defrontar-se com o texto de Lorca, a Cia. do Tijolo propôs mergulhar na complexidade simbólica das bandeiras, seus múltiplos significados possíveis, mas principalmente das bandeiras como símbolo da Utopia. No espetáculo transforma-se o texto de Mariana Pineda de Federico García Lorca numa Cantata. E nos intervalos da Cantata, nos seus bastidores, os atores da montagem (que representam desaparecidos políticos brasileiros) conversam, fazem cenas e cantam músicas de resistência, ampliando a discussão referente aos temas do amor, da liberdade e da revolução apresentados na cantata. Composições Inéditas: Jonathan Silva Atores: Dinho Lima Flor, Fabiana Vasconcelos Barbosa, Karen Menatti, Lilian de Lima, Rodrigo Mercadante, Thais Pimpão e Rogério Tarifa. Músicos: Aloisio Oliver, Jonathan Silva, Mauricio Damasceno e Thiago França.

Serviço: Teatro da Universidade de São Paulo (TUSP), R. Maria Antônia, 294, Vila Buarque, tel. 3123-5233. Sextas, sábados e segundas, às 19h30 e aos domingos, às 18h30. Ingresso: R$ 20. Até 22/6.

Comédia

O espetáculo A Família Gildézia, de autoria e direção de Jorge Katinsk, conta com humor a história de uma família nordestina muito animada, ingênua, curiosa e cheia de segredos. ComGercilene Santos, Lucia Costa, Jana Eloá, Jorge Katinsk e Hellen Bravo.

Serviço: Casa de Cultura Salvador Ligabue, Largo da Matriz, 215, Freguesia do Ó, tel. 3931-8266. Domingo (14) às 20h. Entrada franca.

Herança

Cena da peça “As Três Marias”.

A comédia “As Três Marias” apresenta três irmãs solteironas que procuram casamento através do correio sentimental de uma revista ao descobrirem que a herança deixada por sua falecida mãe ficaria para a que se casasse primeiro.

Serviço: Teatro Paiol Cultural, R. Amaral Gurgel, 164, Vila Buarque, tel. 3337-4517. Quartas às 21h. Ingresso: R$ 40. Até 26/08. 

Figura feminina

O drama Tareias, além utiliza além da pesquisa no sertão mineiro desde 2004, usa como ponto de partida a figura feminina ‘ocultada’ na obra “Grande Sertão: Veredas”, de Guimarães Rosa, traçando um paralelo entre a mítica da mulher roseana em contraponto com a mulher vivente nos grandes centros urbanos.O diferencial é a questão da utilização do espaço público, uma vez que o espetáculo é apresentado ao público, em forma de um grande cortejo pelas ruas do centro, no entorno de nossa sede. Fato esse que se deu através da reflexão acerca de nosso papel como artistas que pesquisam o universo campeiro, mas que, na contramão, habitamos uma megalópole como a cidade de São Paulo.

Serviço: Espaço Redimunho, R. Álvaro de Carvalho, 75, Bela Vista, tel. 3101-9645. Domingos e segundas às 20h. Entrada franca. Até 27/07.