Estado terminal

Cena de “Limbo”.

Investigar o mecanismo formador de identidades e em como ele age diariamente na vida social é o que busca o encenador Alexandre França em seu novo espetáculo “Limbo”

A peça marca a fundação do Coletivo de Heterônimos, que além de Alexandre, conta com os atores Amanda Mantovani (CPT) e Bruno Ribeiro (Club Noir) e do cenógrafo Hélio Moreira Filho. Escrita há três anos por Alexandre, Limbo mostra um homem e uma mulher convivendo no que, provavelmente, seria um quarto de hospital. Em uma narrativa muito peculiar, a história desse homem, Guilherme, vai se misturando a uma série de outros episódios, que retratam a fase terminal de um paciente com câncer.

Serviço: Club Noir, R. Augusta, 331, Consolação, tel. 2309-7271. Segundas e terças às 21h. Ingressos: R$ 20 e R4 10 (meia). Até 04/04.

REFLEXÃO

ERROS
Se você fez um erro, admita-o claramente.
Não fuja aos resultados.
Suporte com humildade os remoques da crítica. Não acredite que você possa, de imediato, sanar a brecha em torno de seu nome.
Entretanto, não se ponha a chorar, inutilmente, porque esse não é o seu primeiro erro e nem será o último.
Levante a cabeça e recomece.
Demonstre sinceridade no reajuste.
Inicie a tarefa das boas ações, na escala que lhe seja possível, distribuindo parcelas de você, e de sua influência, a quantos você possa ser útil, porque toda vibração de agradecimento funciona por material de reparação.
Trabalhe, ajudando sempre, na certeza de que o trabalho honesto, com o tempo, dissolve toda mágoa e apaga toda censura.
Mas não torne a incidir no mesmo erro, porquanto quem sabe, de antemão, a falta que comete, em verdade, não se encontra na armadilha do erro e sim está manejando, conscientemente, a armadilha do mal.
André Luiz (De "Ideal Espírita", de Francisco Cândido Xavier - autores diversos).

Lançamentos

lancamento temporario

Duas revelações da música contemporânea brasileira mostram suas canções autorais. A cantora e compositora Nina Oliveira apresenta sua brasilidade que une MPB, samba e rap, já a também cantora e compositora Silvia Sant’Anna canta as letras do seu primeiro trabalho, intitulado “Ninho”, com composições suaves e tocantes em português e inglês. Além de apresentarem os trabalhos autorais, as artistas também receberão convidadas especiais no palco.

Serviço: Breve, R. Clélia, 470, Barra Funda. Sexta (3) às 19h. Ingresso: R$ 15.

Stand-up Comedy

A insanidade começa quando os atores decidem fazer uma viagem de avião para fazer um show no Rio de Janeiro, mas a viagem não sai como esperado e o pânico de voar de um dos atores, faz com que ele se divida em algumas personalidades no espetáculo Insano Show. Com Scott Sherman e Shane Morgan.

Serviço: Teatro Raposo Shopping, Rodovia Raposo Tavares, km 14,5, Jd. Boa Vista, tel. 3732-9006. Domingo (26/02) às 20h. Ingresso: R$ 50.

Rindo

humor temproario

A 1ª. Edição do “Rindo na Folia” do projeto Rindo! Um show de humor que irá reunir grandes stand up Comedians da capital no mesmo palco. Elenco rotativo com Marco Zenni, André Santi, Osmar Campbell, Luiz França, David Mansour, Cris Paiva e Zé Neves, entre outros.

Serviço: Teatro Gazeta, Av. Paulista, 900. Segunda (27) e terça (28) às 21h. Ingressos: Inteira: R$ 70 e R$ 35 (meia).

Estreia

A nova peça da Cia. Dos à Deux estreia dia 10. Formada por três poemas gestuais metafóricos criados a partir de um tema: o amor. Em uma atmosfera onírica, os três poemas que compõem Gritos são revelados por meio de uma partitura gestual sutil e minuciosa. Inspirada em temas da atualidade, a dramaturgia foi criada durante o processo de pesquisa e de criação artística. As pessoas invisíveis na sociedade, o preconceito, o desprezo, os refugiados a guerra e o amor permeiam os três poemas gestuais, os três gritos. Grito 1: Louise nasceu num corpo de homem que ela não quer, deseja ser invisível aos olhares dos outros, convivendo com um turbilhão de preconceitos, Cuidando de sua mãe, uma velha senhora doente,também invisível perante a sociedade, Louise busca o amor e a aceitação. Grito 2: O homem. Um poema metafóricoe metafisico sobre o homem que perdeu a cabeça. Um muro os divide. Um poema gestual entre o sonho, o onírico e o absurdo. Grito 3: Amor em tempos de guerra. Numa atmosfera surrealista, uma mulher vestida de negro surge revelando sua beleza e seus gestos lentos. Em meio a guerra, uma dança de amor misteriosa começa, revelando a trajetória e a luta de uma mulher do Extremo Orientena sua existência.

Serviço: Centro Cultural Banco do Brasil, R. Álvares Penteado, 112, Centro, tel. 3113-3651. Sexta, sábado e segunda às 20h e domingo às 19h. Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia). Até 24/04.

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