“As Mona Lisas”

Cena peça “As Mona Lisas”.

A peça “As Mona Lisas” conta a história de três “gays super divertidos”, Kaká, um cabeleireiro, Mark, um bancário, e Haroldo, um figurinista de TV, que dividem um apartamento onde tudo, mas tudo mesmo pode acontecer...Luiza, vendedora de produtos de beleza, se apaixona por Klaus, um rapaz que é cercado de cuidados pelos três gays como um filho. O tumulto se instala quando dona Ravena, mãe de Kaká, que desconhece a homossexualidade do filho, vai visitá-lo. Com Eduardo Moreno, Roberto Taty, Alexandre Luz, Márcio Marinelo e Viviane Esteves.

Serviço: Teatro Ruth Escobar, R. dos Ingleses, 209, Bela Vista, tel. 3289-2358. Domingos às 19h30. Ingresso: R$ 60. Até 26/03.

REFLEXÃO

NINGUÉM É CHAMADO PARA SE QUEIXAR: Muitos chamados, poucos escolhidos. Quantas vezes supomos que esses chamados são trazidos à banquete! Imaginamo-los à guisa de convidados para competição de favoritismo, diante de Deus. Acorda-nos a responsabilidade espírita emm plano mais elevado. Chamados, sim, para ver e aprender, retificar e melhorar. Religião para identificar o mal e apedrejá-lo existia à farta no tempo de Cristo. Onde o farisaísmo descobria criaturas para lapidação, Jesus encontrava almas sequiosas de entendimento, às quais estendia os braços tocados de amor. Todos nos achamos cercados por desafios de ação e renovação em clima incessante de criatividade. O que interessa para a vida não é a nossa capacidade de ver-lhes o aspecto desagradável ou de medir-lhes a aspereza. Não há notícias de empregadores engajando servos unicamente para chorar sobre os empeços da oficina ou lamentar as pragas que arruínam o campo. Cristo nos permite a inclusão na lista dos chamados para que lhe ofereçamos concurso eficiente na consolidação da felicidade comum. Aprendamos a ver para servir. Desistamos de perder tempo lastimando o irremediável. Diligenciemos a aplicação de remédio às situações suscetíveis de recebê-lo. E sigamos para diante, arredando da estrada os resíduos de males que reclamam esquecimento. O cientista é convocado a ver para estudar um pequeno cismo vivente na gota dágua poluída, em que outros encontram migalha de lama. Artistas reconhecem-se indicados para surpreender melodias ou desentranhar obras-primas da pedra, em situações dentro das quais a maioria dos homens apenas identifica ruídos e calhaus. O Espírita é convidado a enxergar o futuro no presente e, por isso, a rearticular o bem de todos onde muitos desesperaram de encontrá-lo. Ninguém é chamado espiritualmente para se queixar. Sintamo-nos conscritos pelo chamamento divino, não para nos regalarmos em expectativas estéreis acerca de prêmios que nada fizemos ainda por merecer. Mas, sim, para trabalharmos com paciência e perseverança na restauração do bem, onde a cooperação com o Cristo de Deus espere por nós.(De "Técnica de Viver", de Waldo Vieira, pelo Espírito de Kelvin Van Dine)

Musical

Cena do musical “Ópera Urbe, Peste Contemporânea”.

Estreia no proximo dia 6, “Gustavo Mendes Atrevido”, mostra um artista mais maduro, com uma carreira solidificada e muitas histórias para contar. Gustavo tem muita experiência nos palcos e sabe deixar a plateia a vontade. Pode-se dizer que em “Atrevido”, ele quase se assume como um missionário da comédia, interagindo com personagens que por meio de um telão interferem no show, e com o público com muita intensidade. O show tem isso, às vezes lembra um culto religioso. Além dos personagens icônicos, Gustavo também vai interagir com outras entidades mais diretamente presentes na sua vida: sua mãe, seu analista, alguns dos seus amores, e pessoas comuns que querem saber da sua vida, dar dicas e sugerir caminhos.

Serviço: Teatro das Artes (Shopping Eldorado), Av. Rebouças, 3970, Pinheiros, tel. 3034-0075. Sextas às 21h30, sábados às 21h e domingos às 20h. Ingressos: R$ 80 e R$ 90. Até 22/6.

Última vez

Após viajar pelo Brasil e exterior com o show de seu último disco lançado “A Praia”, Cícero se apresenta para fechar a turnê. A abertura do show fica por conta da banda Ventre, o power trio com seu rock experimental. E com um já considerável apanhado de composições conhecidas do público jovem, como “Vagalumes Cegos”, que foi tema do filme “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”, e “Tempo de Pipa”, que bateu a marca de 5 milhões de visualizações no Youtube. No show, hits do primeiro disco, como “Açúcar ou Adoçante?”, “Tempo de Pipa” e “Vagalumes cegos”, músicas queridas do segundo álbum como “Ela e a Lata” e “Capim-Limão” e, é claro, canções que marcaram o disco que fecha essa turnê, “A Praia”, como “De Passagem”, “O Bobo” e “Terminal Alvorada”.

Serviço: Cine Joia, Praça Carlos Gomes, 82, Centro. Quinta (12) às 20h (abertura da casa) 22h (início do show). Ingressos: R$ 80 e R$ 40 (meia).


Visual e literatura

Obra da exposição Pinturas escritas.

A Ocupação visual Pinturas escritas: Diariamente estabelece o diálogo entre artistas visuais e a literatura. Para esta edição, a ilustradora e muralista Erica Maradona desenvolveu a proposta a partir dos temas “diário” e “caderno de artista”.

Serviço: Sesc Itaquera, Av. Fernando do Espírito Santo Alves de Mattos, 1000, tel. 2523-9200.De quarta a domingo das 9h às 17h. Entrada franca. Até 02/07.

Baile

Ao som de instrumentos como a rabeca, bombos de corda, bages, mineiro, sanfona e cavaquinho, integrantes e folgazões comemoram o grande baile oferecido pelo Capitão Marinho em Boi Manjarra com Sambada de Reis. O ritmo pulsante da música é acompanhado por diferentes formações coreográficas e passos denominados de “trupés”. Nesse sapateado brasileiro a forte pisada, a leveza e a graça dos movimentos dos brincadores se unem compondo variados desenhos coreográficos e jogos ritmados com o público.

Serviço: Sesc Santana, Av. Luís Dumont Villares, 579, Santana, tel. 2971-8700. Sábado (7) às 16h. Entrada franca.