Musical

Beatles segundo a Cia. Filarmônica.

Com criação e direção de Marco Fentanes, o musical Beatles segundo a Cia. Filarmônica procura fugir do que costumeiramente mostram banda covers de bandas consagradas

Momentos engraçados são emoldurados por infláveis, adereços de submarino, bolhas e até mesmo bonecos gigantes, caricaturas dos Beatles, que remetem aos cabeções do carnaval de Recife. Beatles Segundo a Cia. Filarmônica está há doze anos em cartaz. Já foi visto em diversas cidades do Brasil, totalizando um público superior a 450 mil pessoas. O repertório reúne, Day Tripper, Don’t let me down, Eleanor Rigby, Help, Here comes the sun, Hey, Jude, I want to hold your Hand, Let it be, She loves you, Strawberry fields forever, The long and winding road, Twist and shout e Yellow submarine, entre outras.

Serviço: Teatro Gazeta, Av. Paulista, 900, Cerqueira César, tel. 3253-4102. Quinta (29) às 20h. Ingresso: R$ 60.

REFLEXÃO

PALAVRAS

“Da mesma boca procede bênção e maldição”. – (Tiago, 3:10.)
Nunca te arrependerás:
De haver ouvido cem frases, pronunciando simplesmente uma ou outra pequenina observação.
De evitar o comentário alusivo ao mal, qualquer que seja.
De calar a explosão da cólera.
De preferir o silêncio nos instantes de irritação.
De renunciar aos palpites levianos nas menores controvérsias.
De não opinar em problemas que te não dizem respeito.
De meditar muitas horas sem abrir os lábios.
De apenas sorrir sempre que visitado pela desilusão ou pela amargura.
De fugir a reclamações de qualquer natureza.
De estimular o bem sob todos os prismas.
De pronunciar palavras de perdão e bondade.
De explanar sobre o otimismo, a fé e a esperança.
De exaltar a confiança no céu.
De ensinar o que seja útil, verdadeiro e santificante.
De prestar informações que ajudem aos outros.
De exprimir bons pensamentos.
De formular apelos à fraternidade e à concórdia.
De demonstrar benevolência e compreensão.
De fortalecer o trabalho e a educação, a justiça e o dever, a paz e o bem, ainda mesmo com sacrifício do próprio coração.
Examina o sentido, o modo e a direção de tuas palavras, antes de pronunciá-las.
Da mesma boca procede bênção ou maldição para o caminho.
Livro Vinha de Luz – F.C. Xavier (pelo espírito Emmanuel).

Samba

Arlindo Cruz

Arlindo Cruz em apresentação especial. No show, o cantor apresenta composições autorais que mostram a atualidade de suas letras com a reverência aos antepassados. O repertório do show conta com músicas do álbum “Herança Popular” (2014), como “Sinceridade”, “Não Penso Em Mais Nada”, “Isso é Felicidade”, além da faixa título que é uma bela homenagem a dois dos nossos maiores poetas: o portelense Candeia e o mangueirense Cartola. Sendo elas pretexto para uma série de versos inspirados, nos quais nosso compositor aproveita para também celebrar Dona Ivone, Zeca, Sombrinha, Jorge Aragão, João Nogueira, Aniceto, Wilson Moreira e tantos outros. O cantor ainda aproveita para recordar músicas de álbuns, como “Batuques do meu Lugar” (2012) e “Pagode do Arlindo” (2003).

Serviço: Sesc Campo Limpo, R. Nossa Senhora do Bom Conselho, 120, Chácara Nossa Senhora do Bom Conselho, tel. 5510-2700. Domingo (08/01) às 18h. Entrada franca.

Drama

A peça “Ela é o Cara!” conta a estória de Gilberto Fonseca, um terapeuta de competência e caráter duvidosos. Após um incidente com um paciente famoso, ele se vê obrigado a administrar a repercussão negativa do caso, o assédio da imprensa e a fúria dos fãs do seu paciente, que o culpam pelo ocorrido e estão ávidos por vingança. Sem saída e com a sua carreira fadada ao fracasso, Gilberto cogita vender sua alma ao Diabo. Neste exato momento, surge em seu consultório Vera Fischer, que insiste em ser atendida. Sofrendo um transtorno de personalidade, a famosa atriz insiste em dizer que não é Vera Fischer. Diante da gravidade do quadro, Gilberto aceita atendê-la em troca de publicidade, na esperança de retomar sua carreira. Gilberto passa a viver um novo conflito: quem será a solução para os seus problemas? O Diabo ou Vera Fischer?

Serviço: Teatro Folha, (Shopping Pátio Higienópolis), Av. Higienópolis, 618, Higienópolis, tel. 3823-2323. Sexta às 21h30, sábado às 20h e 22h e domingo às 20h. Ingressos: De R$ 50 a R$ 70. Até 26/02.

Cancioneiro

Grupo formado em 1998, em Campina Grande (PB), junta o cancioneiro popular nordestino com diversos ritmos contemporâneos.

A Cabruêra é formada por seis músicos: Arthur Pessoa (voz, viola e melódica), Pablo Ramires (Bateria), Edy Gonzaga (Baixo), Leo Marinho (Guitarra), Rodrigo (Trombone) e João Henrique (Trompete). O repertório do show traz obras dos cinco discos gravados que fizeram a história do grupo, além de algumas músicas inéditas. A banda mistura vários ritmos com influências do cancioneiro popular (coco, ciranda, embolada, forró e repente) e contemporâneas (rock, afrobeat, reggae, worldmusic e dub). A Cabruêra sempre inclui nas apresentações um momento de percussão. Nesses shows serão homenageados vários expoentes do cancioneiro popular, como Jackson do Pandeiro, Luiz Gonzaga, Marimá e Jacinto Silva.

Serviço: Caixa Cultural São Paulo, Praça da Sé, 111, Centro, tel. 3321-4400. De quinta (12) a domingo (15) às 19h15. Entrada franca.

Estreia

O espetáculo teatral “Um Homem Comum”, estreia no proximo dia 5 e conta a estória de Fábio, um adolescente cego, que vive com sua mãe, e juntos carregam o peso de um grave acidente. Heitor, um colega de faculdade, livre de pré-conceitos traz novas possibilidades para esse mundo sem cor. A peça fomenta questões inerentes ao deficiente visual e às pessoas que o rodeiam, tratando disso naturalmente com delicadeza e bom humor mostrando o lado humano e conflitante de um jovem em plena descoberta de sua sexualidade e em busca da inclusão social. Com Edgar Jacques, Sheila Donio e Vini Hideki.

Serviço: Teatro UMC, Av. Imperatriz Leopoldina, 550, Vila Leopoldina, tel. 2574-7749. Quintas às 20h30. Ingresso: R$ 40. Até 26/01.