“O Caçador de Lendas”

Cena da peça “O Caçador de Lendas”.

O pequeno Mário, personagem central de “O Caçador de Lendas”, vive inquieto e curioso para conhecer as histórias do Brasil

Então, ele parte país a fora em busca de descobrir mais sobre as lendas e personagens que simbolizam a riqueza de nossa cultura. Por onde Mário passa encontra quem lhe conte sobre mitos, lendas e crenças da região, deixando-o cada vez mais encantado com as curiosidades reveladas. São tantas informações para lembrar que ele resolve escrever um livro onde poderá guardar para sempre as histórias que conheceu. E, melhor ainda, todas as pessoas de sua família e seus amigos também saberão quem é Matita Pereira, Curupira, Uirapuru, Saci-pererê e muitos outros personagens do folclore brasileiro. Mário aprende que a memória, que a história de um povo nos desperta para a consciência do valor de uma sociedade mais humana e harmoniosa. Com Ana Bottosso, Carolini Piovani, Daniele Santos, Danielle Rodrigues, Dayana Brito, Elton de Souza, Fernando Gomes, Jean Valber, Léo Oliveira, Lúcia Branco, Marcela Costa, Rafael Abreu, Thaís Lima, Ton Carbones e Zezinho Alves.

Serviço: Centro Cultural Diadema (Teatro Clara Nunes), R. Graciosa, 300, Centro, Diadema, tel. 4056-3366. Quinta (8) e sexta (9) às 20h e sábado (10) e domingo (11) às 19h. Entrada franca.

REFLEXÃO

HÁBITOS INFELIZES: Usar pornografia ou palavrões, ainda que estejam supostamente na moda. Pespegar tapinhas ou cutucões a quem se dirija a palavra. Comentar desfavoravelmente a situação de qualquer pessoa. Estender boatos e entretecer conversações negativas. Falar aos gritos. Rir descontroladamente. Aplicar franqueza impiedosa a pretexto de honorificar a verdade. Escavar o passado alheio, prejudicando ou ferindo os outros. Comparar comunidades e pessoas, espalhando pessimismo e desprestígio. Fugir da limpeza. Queixar-se, por sistema, a propósito de tudo e de todos. Ignorar conveniências e direitos alheios. Fixar intencionalmente defeitos e cicatrizes do próximo. Irritar-se por bagatelas. Indagar de situações e ligações, cujo sentido não possamos penetrar. Desrespeitar as pessoas com perguntas desnecessárias. Contar piadas suscetíveis de machucar os sentimentos de quem ouve. Zombar dos circunstantes ou chicotear os ausentes. Analisar os problemas sexuais seja de quem seja. Deitar conhecimentos fora de lugar e condição, pelo prazer de exibir cultura e competência. Desprestigiar compromissos e horários. Viver sem método. Agitar-se a todo instante, comprometendo o serviço alheio e dificultando a execução dos deveres próprios. Contar vantagens, sob a desculpa de ser melhor que os demais. Gastar mais do que se dispõe. Aguardar honrarias e privilégios. Não querer sofrer. Exigir o bem sem trabalho. Não saber aguentar injúrias ou críticas. Não procurar dominar-se, explodindo nos menores contratempos. Desacreditar serviços e instituições. Fugir de estudar. Deixar sempre para amanhã a obrigação que se pode cumprir hoje. Dramatizar doenças e dissabores. Discutir sem racionar. Desprezar adversários e endeusar amigos. Reclamar dos outros aquilo que nós próprios ainda não conseguimos fazer. Pedir apoio sem dar cooperação. Condenar os que não possam pensar por nossa cabeça. Aceitar deveres e larga-los sem consideração nos ombros alheios. Livro Sinal Verde – F.C. Xavier.

Standy up

Marcelo Di Morais

O “Comédia Standy Up”, é um espetáculo contemporâneo onde o humorista Marcelo di Morais se apresenta semanalmente sem contar piadas conhecidas (anedotas) recebendo convidados diferentes a cada show tornando assim de fato e de direito uma apresentação inédita e dinâmica. Os humoristas fazem observações irônicas e divertidas sobre qualquer assunto pessoal ou mesmo do dia-a-dia das pessoas, os temas são sempre atualizados com noticias e acontecimentos daquela semana, sempre abordando com muito humor temas que fazem parte da vida do cidadão. O show tem como missão proporcionar ao publico uma reflexão com o cotidiano e manias de nossa sociedade. É tudo sem maquiagem, e personagens. Neste gênero só é permitido texto autoral e claro que sempre lhe é permitido uma generosa dose de acidez. Com Marcelo Di Morais e convidados.

Serviço: Teatro Ruth Escobar, R. dos Ingleses, 209, Bela Vista, tel. 3289-2358. Sábados às 23h. Ingressos: R$ 60 e R$ 30 (meia). Até 03/12.

Drama

No espetáculo “Cínicos” uma realidade atual conflituosa e desafiadora. A cada minuto da existência o excesso de alternativas possíveis para o presente e o futuro nos amedronta e nos confunde. Uma das alternativas é o riso. Amargo, cínico ou indiferente? A opção é de cada um de nós.

Serviço: TOP Teatro, R. Rui Barbosa, 201, Bela Vista, tel. 2309-4102. Quartas e quintas às 21h. Ingresso: R$ 40. Até 01/12.

Musical

O espetáculo é baseado no filme norte-americano, Ghost – Do outro lado da vida, de 1990.

Ghost - O Musical é um espetáculo baseado no filme norte-americano, Ghost – Do outro lado da vida, de 1990. A peça conta a atemporal e forte história do jovem casal, Sam Wheat e Molly Jensen, muito apaixonados, que é interrompida por um assalto que resulta na morte de Sam. Preso neste plano, o espírito de Sam descobre a verdade por trás de seu assassinato e conclui que Molly está em perigo. Enquanto ele busca mais pistas e tenta proteger Molly, ele encontra a falsa vidente Oda Mae Brown. Embora ela tenha sido uma fraude por muitos anos, Sam descobre que ela realmente pode ouvi-lo e pede ajuda para que possa se comunicar com Molly através dela e, assim, alertá-la sobre os riscos que corre.

Serviço: Teatro Bradesco (Shopping Bourbon), R. Turiassú, 2100, Pompéia, tel. 3670-4100. De quinta a sexta às 21h, sábados às 17h e às 21h e aos domingos,às 16h e às 20h. Ingressos: de R$ 40 a R$ 190. Até 04/12.

Neurose

Elaborado a partir da passagem pela obra freudiana, o espetáculo “Caixa Preta” busca apresentar as dificuldades na vida psicológica de um indivíduo que sofre com Neurose Obsessiva. A pesquisa contou com o apoio de profissionais da área de psicologia para o processo de construção e sintetização do tema para a expressão corporal, com a mixagem de textos para simular sessões de terapia. O trabalho tem como trilha sonora a voz do analista, que conduz o paciente em sua fala e elaborações, enquanto as respostas se dão por meio de movimentos, numa variação de tons e sensações.

Serviço: Sesc Pinheiros, R. Pais Leme, 195, Pinheiros, tel. 3095-9400. Terças e quartas às 20h30. Entrada franca. Até 30/11.