ISSN: 2595-8410 Contato: (11) 3043-4171

Comemorando

COMEMORANDO temporario

A São Paulo Companhia de Dança (SPCD), completa em 2018 seu décimo aniversário, com trajetória marcada por 17 prêmios nacionais e internacionais

Depois de uma bem-sucedida turnê em países como Alemanha, Áustria, França e Luxemburgo, a Companhia volta ao Brasil tazendo obras de seu repertório e três estreias: Petrichor (2018), de Thiago Bordin, Instante (2017), de Lucas Lima, e Melhor Único Dia (2018), de Henrique Rodovalho. Nos dias 21, 22, 23 e 24 de junho, o programa é um mergulho na linguagem de Marco Goecke com três obras: Peekaboo (2013), Pas de Deux de Pássaro de Fogo (2010) eSupernova (2009). Goecke é considerado um dos maiores nomes da dança contemporânea atual por sua linguagem particular do movimento, que traz para a cena imagens instigantes. Já foi coreógrafo residente no Nederlands Dans Theater e, desde 2005, tem atuado no Ballet de Stuttgart, mas sua trajetória muda de direção a partir de 2019, quando o renomado coreógrafo, com cerca de 60 obras já exibidas ao redor do mundo, torna-se o novo Diretor de Balé do State Opera Hannover. Nos dias 28, 29, 30 de junho e 1º de julho, teremos duas criações de coreógrafos brasileiros da nova geração, que fizeram parte de suas carreira no exterior: Petrichor (2018), de Thiago Bordin (solista do Hamburg Ballet e do Nederlands Dans Theater), e Instante (2017), de Lucas Lima (solista e coreógrafo do Balé Nacional da Noruega em Oslo), além de duas obras canônicas do repertório internacional: 14?20? (2002), de Jirí Kylián, e Gnawa, (2005), de Nacho Duato. Na última semana da temporada, dias 5, 6, 7 e 8 de julho, estrearemos Melhor Único Dia(2018), de Henrique Rodovalho, consagrado diretor da Quasar Companhia de Dança, de Goiânia, e veremos dois sucessos da temporada de 2017: Suíte de Raymonda, de Guivalde de Almeida e Primavera Fria, de Clébio Oliveira.

Serviço: Teatro Sérgio Cardoso, R. Rui Barbosa, 153, Bela Vista. Quinta (23, 28 e 5/7) e sábado (23, 30 e 7/7), às 21h, sexta (22, 29 e 6/7), às 21h30, domingo (24, 1/7 e 7/7), às 18h, sextas (22 e 29), às 15h. Ingresso: R$ 50.

REFLEXÃO

SABEDORIA DOS ANJOS canalizada por Sharon Taphorn

Intenções.
Faça alguns planos.
Este é um momento de planejamento e ação. Avalie onde você está, e, então, decida em que direção deseja prosseguir. O questionamento é bom. Fazer uma pausa e se interiorizar é bom, mas não pare aí por muito tempo. Permita que surjam os insights e que o guiem, e confie neste próximo passo.
Uma vez que tenha se comprometido com um processo, permita-lhe o tempo para se revelar e dê passos a cada dia em seu desdobramento. Você tem a capacidade de atrair o que precisa. Seu árduo trabalho valerá a pena, pois estes sonhos estão ancorados na realidade e o seu projeto será bem sucedido. Reivindique hoje a propriedade destas intenções e sorria enquanto estes objetivos começam a se manifestar diante dos seus olhos.
Pensamento para hoje: Tudo começa com um plano. Permita que os insights e a sua sabedoria interior lhe tragam a iluminação e, então, aja de acordo e observe enquanto a magia acontece.
E assim é. Você é muito amado e apoiado, sempre. Os Anjos e Guias
Por favor, respeite os créditos ao compartilhar

Regina Drumond

Dança

Dança temporario

A investigação particular do que é ser homem, do homem diante de outro homem, e dançando para outro homem é o ponto de partida de [H3O]mens, espetáculo de dança que mescla teatro, performance e música. Montagem com direção de Carlos Canhameiro, da Cia Les Commediens Tropicales.
Em [H3O]mens, os atores e bailarinos André D.O., Rafael Bougleux e Rafael Ravi levam à cena – completamente nus – as coreografias de Morena Nascimento (bailarina que já integrou a Wuppertal Tanztheater da coreógrafa Pina Bausch), Andreia Yonashiro e Maristela Estrela. As coreografias do espetáculo foram criadas e desenvolvidas a partir da pergunta/provocação: o que sou quando um homem está sobre mim e o que sinto quando vejo um homem, elaboradas pela Cia 4 pra Nada para as três coreógrafas convidadas. Após a criação individual e sem restrições, as coreógrafas foram para a cidade de Ribeirão Preto (em diferentes datas) e ensinaram as coreografias para os três atores e bailarinos integrantes do espetáculo.

Serviço: Teatro Cacilba Becker, R. Tito, 295, Lapa, tel. 3864-4513. Segunda (11), às 20h. Teatro de Contêiner Mungunzá, R. dos Gusmões, 43, Luz. De segunda (8) a quarta (10), às 19h. Entrada franca.

 


Reestreia

reestreia temporario

O espetáculo Aqui Jaz Henry estreia no próximo dia 9 e conta a história de um homem que acabou de morrer e tenta explicar uma série de fatos sobre a existência humana. Nem ele mesmo sabe o que é verdade e nem teria como saber, pois mente a respeito tudo, até sobre a própria mentira. Renato Wiemer traduziu a escrita polissêmica do autor canadense Daniel MacIvor (conhecido no Brasil pelas peças In On It, A Primeira Vista e Cine Monstro).

Serviço: Teatro Eva Herz (Conjunto Nacional), Av. Paulista, 2.073, Bela Vista, tel. 3170-4059. Sábados, às 21h e aos domingos, às 19h. Ingressos: R$ 60 e R$ 30 (meia). Até 29/7.

ESTREIA

Estreia temporario

No próximo dia 2 de junho estreia o espetáculo O Planeta dos Esquecidos, uma ficção científica de Luccas Papp, que também está está em cena. Completam o elenco as atrizes Francis Helena Cozta e Raissa Chadad e o ator Wilson Gomes. A peça tem direção de Dan Rosseto marcando sua estreia no universo infanto-juvenil. A peça se passa no ano de 2087, o planeta Terra está devastado por um vírus que já dizimou parte da humanidade. Nessa época vive Cora Corada uma jovem sagaz, que está imune e mora em uma pequena construção em meio ao vazio. Suas únicas companhias são Malone, um misterioso senhor de personalidade infantil e Íris, uma inteligência artificial. Sua rotina muda quando uma misteriosa figura do espaço desembarca na Terra. É Hector, um clone vindo de Dynamo, planeta para onde foram levados na metade do século XXI os ricos, os líderes mundiais e o material genético dos “melhores” seres humanos da Terra. A partir desse encontro no planeta esquecido, sua relação com Cora Corada e os rumos da existência humana mudarão para sempre, além do futuro dos dois mundos. A peça pretende questionar as ações do homem no presente para um melhor futuro usando um discurso realista, abordando temáticas como a relação entre homem e máquina, tecnologia, clonagem, traumas, perdas, alienação.

 

Serviço: Teatro Viradalata, R. Apinajés 1387, Sumaré, 270, tel. 3868- 2535 Sábados, às 18h30. Ingresso: R$ 60. Até 28/7.


Rua Vergueiro, 2949, 12º andar – cjto 121/122
04101-300 – Vila Mariana – São Paulo - SP

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