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Reestreia

Ele (Dandrah) chega sem avisar para uma festa de aniversário, trazendo duas garrafas de bebida, a promessa de um bolo e algumas histórias

reestreia temporario

Ele conta que em uma festa já foi capaz de cantar 137 vezes uma mesma canção. Logo após sua chegada, Outra aproveita para sair e conhecer o mundo lá fora, e volta com algumas respostas. Embora se encontrem em uma situação de contornos extremados, os três personagens podem ser uma metáfora do ser humano diante do risco, do perigo, do desconhecido e, principalmente, diante da necessidade de reconstrução. Abordando a impossibilidade de entendimento da vida, do significado da nossa existência, a peça questiona dois caminhos possíveis, o da desistência ou da possibilidade de enfrentá-la. Para o diretor Hugo Coelho, “À Espera é um texto que induz à reflexão. Não reafirma certezas, propõe questionamentos sobre nossos posicionamentos diante da vida, fazendo do teatro um espaço de reflexão crítica sobre a realidade. A falta de memória - dos personagens assim como da nossa história - nos impossibilita de construirmos uma identidade e decidirmos o nosso destino”.

Serviço: Oficina Cultural Oswald de Andrade, R. Três Rios, 363, Bom Retiro, tel. 3221¬5558. Quintas e sextas, às 20h e sábados, às 18h. Entrada franca. Até 21/7.

REFLEXÃO

A fonte de toda a abundância não se encontra fora de si. Faz parte de quem você é. No entanto, comece por reconhecer a abundância no exterior. Observe a riqueza da vida que existe à sua volta: ao sentir o calor do Sol na sua pele, ao contemplar as flores magníficas em exposição à porta de uma florista, ao dar uma dentada num fruto suculento ou ao ficar ensopado debaixo de uma copiosa chuva caída do céu. A abundância da vida reside em cada passo que der. O reconhecimento dessa abundância que existe ao seu redor desperta a abundância adormecida dentro de si. Depois, deixe-a sair. Ao sorrir para um estranho, já se verifica uma pequena saída de energia. Você torna-se um doador. Pergunte a si mesmo regularmente: O que posso dar aqui? Como posso ser útil para esta pessoa, para esta situação? Você não tem de possuir nada para se sentir abundante, embora as coisas venham com certeza até si no caso de se sentir abundante consistentemente. A abundância só chega àqueles que já a possuem. Isto parece quase injusto, mas obviamente que não é. É uma lei universal. Tanto a abundância como a escassez são estados interiores que se manifestam como a nossa realidade. Jesus colocou a questão desta forma: Pois àquele que tem dar-se-lhe-á e ao que não tem ser-lhe-á tirado mesmo aquilo que tem.
Eckhart Tolle

Africanidades

Africanidades temporario

O pianista, cantor e compositor William Paiva estreia seu novo projeto “Brasa”, com arranjos exclusivos que transitam desde os clássicos da MPB até os afro-sambas, num show que ressalta as africanidades da música brasileira.William se apresenta no piano e voz, acompanhado de Luiz Ribeiro no violão e Wellington Maia na bateria e percussão, tocados em arranjos exclusivos. O show ainda conta com a participação especial do músico Johnnie Beat que canta junto com Paiva algumas canções. O pano de fundo deste show está na afro-descendência, com o calor de Xangô que será estampado nas canções, arranjos e na dinâmica do espetáculo. Aliás, esta foi a inspiração para o nome do show “Brasa”, que remete ao elemento fogo e está diretamente ligado à brasilidade. Uma característica do ano de 2018 é ter o arquétipo de Xangô (fogo) como regente no pensamento afrodescendente. A herança africana na música brasileira é retratada através das influências, não só nas questões sonoras e musicais, mas também em nossas condutas sociais e filosofia de vida. O repertório conta com canções de grandes nomes da música brasileira como Chico Buarque, Caetano Veloso, Milton Nascimento, Luiz Gonzaga, Elis Regina entre outros, passeando entre a bossa-nova e os afro-sambas, como resgate e fomento à raiz da cultura musical brasileira.

Serviço: Teatro J. Safra, R. Josef Kryss, 318, Barra Funda, tel. 3611-3042. Domingo (17/6), às 11h30. Ingresso: R$ 10.


RODA E SOFÁ

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Uma intervenção circense realizada por um equipamento que é a mistura de um sofá com uma cama elástica e uma roda Cyr. Esta é a base do espetáculo Devaneio Sinfonia a Três, com a Cia Tempo Cyr Wheel . Durante a performance, o acrobata e trapezista César Rossi contracena com a violinista Ana Paula Eloi em uma improvisação que junta música e acrobacia, além de contracenar com o próprio diretor Ronaldo Aguiar. O som do violino dá o tom da apresentação e norteia os movimentos dos artistas que se dividem entre a roda e o sofá. Com, Cesar Rossi (Roda Cyr e duo acrobático), Ronaldo Aguiar(Clown, bailarino e duo acrobático) e Ana Paula Eloi (Violinista)

Serviço: Sesc Avenida Paulista, Av. Paulista, 119, Bela Vista, tel. 3170-0800. Sábado (26), às 12h. Entrada franca.

ESTREIA

O show do vibrafonista Beto Montag, acompanhado do seu grupo Psycoletivo contará com a participação especial do guitarrista André Sampaio, representando a guitarra afro-rock. Montag apresentará as músicas de seu disco de estreia, acompanhado por Guilherme Nakata (bateria), Eder “O” Rocha (percussão), Mestre Nico (percussão), Fabio Prior (percussão), Duda Francisquini (percussão), Gabriel Catanzaro (baixo) e Lello Bezerra (guitarra). Influenciado por diversas correntes artísticas, ele extrai do seu vibrafone eletrificado sons que vão além do som original, com timbres e distorções inusitados.

Serviço: Sesc Avenida Pauçista, 119, Bela Vista Quinta (31), às 18h30. Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia).


Rua Vergueiro, 2949, 12º andar – cjto 121/122
04101-300 – Vila Mariana – São Paulo - SP

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