Reestreia

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O espetáculo Sutil Violento, da Companhia de Teatro Heliópolis, reestreia no dia 5 de maio

Com texto de Evill Rebouças e encenação assinada por Miguel Rocha (diretor e fundador do grupo), a montagem trata da violência sutil, visível ou comodamente invisível, Presente em nosso cotidiano. A encenação de Sutil Violento começa com um frenesi cotidiano, as pessoas correm. Não param. Mal se percebem. Desviam umas das outras, em alguns momentos se esbarram e, em átimos de atenção, reparam que exitem outros, tão próximos e tão parecidos (ou tão diferentes?). Ali, logo ali, há um corpo caído no chão. Será um homem ou um bicho? Apenas se cansou ou não respira mais? Queria comunicar algo, mas será que conseguiu? Um olhar mais atento ao entorno começa a revelar abusos, agressões, confrontos e opressões diárias: formas de coerção privadas ou públicas. Sutis violências do nosso tempo, tão sutis que se tornam invisíveis, naturalizadas. Com, Alex Mendes, Arthur Antonio, Dalma Régia, David Guimarães, Klaviany Costa e Walmir Bess.

Serviço: Casa de Teatro Maria José de Carvalho,.R. Silva Bueno, 1533, Ipiranga, tel. 2060-0318. Sábados, às 20h e domingos, às 19h. Ingressos: Pague quanto puder. Até 8/7.

REFLEXÃO

SABEDORIA DOS ANJOS canalizada por Sharon Taphorn
COMEMORE AS MUDANÇAS
Celebre as grandes mudanças da vida de maneiras significativas
A fim de evoluir, é preciso experienciar. Quando se experiencia, ocorrem as transições e as mudanças. Comemore estas mudanças pois elas são sinais de que as coisas estão mudando e que este ciclo foi um que você esteve esperando por algum tempo.
Renove alguns dos antigos rituais onde você comemorava as fases da Terra, as fases de sua vida e da nutrição da vida. Isto ajudará a todos a curar novamente as partes perdidas e lhe permitirá que você entre de novo em um relacionamento verdadeiro com os ciclos do planeta e reivindique a sua espiritualidade.
O Mantra para hoje é: “Eu comemoro as mudanças da vida e sei que são um sinal de que boas coisas estão por vir.”
E assim é. Você é muito amado e apoiado, sempre
Os Anjos e Guias - Sharon Taphorn
Regina Drumond

Humor familiar

 Humor temporario

O espetáculo Juntei Tudo Pra Te Contar, do humorista Paulo Vieira fala de suas peripécias e das particularidades de sua vida simples como a infância no interior, a vida de ator amador, os amigos, as confusões da sua família, as suas observações mais íntimas, ou suas experiências comuns a tantos brasileiros de mesma origem: a vida de pobre, o ator, com sua simplicidade e bom humor, rasga o verbo sem medo e sem abrir mão da criatividade e das referências que carrega, proporcionando à plateia a sensação de conhecê-lo tão bem quanto o seu amigo mais íntimo.

Serviço: Vieira. Temporada: De 4 de maio a 10 de junho, sextas e sábados, 21h e domingos, às 19h, no Teatro MorumbiShopping, Av. Roque Petroni Junior, 1089. Sextas e sábados, às 21h e aos domingos, às 19h. Ingressos: Sextas e domingos: R$ 50 e R$ 25 (meia), sábados: R$ 60 e R$ 30 (meia).

Concerto

O espetáculo Juntei Tudo Pra Te Contar, do humorista Paulo Vieira fala de suas peripécias e das particularidades de sua vida simples como a infância no interior, a vida de ator amador, os amigos, as confusões da sua família, as suas observações mais íntimas, ou suas experiências comuns a tantos brasileiros de mesma origem: a vida de pobre, o ator, com sua simplicidade e bom humor, rasga o verbo sem medo e sem abrir mão da criatividade e das referências que carrega, proporcionando à plateia a sensação de conhecê-lo tão bem quanto o seu amigo mais íntimo.

Serviço: Vieira. Temporada: De 4 de maio a 10 de junho, sextas e sábados, 21h e domingos, às 19h, no Teatro MorumbiShopping, Ingressos: Sextas e Domingos: R$ 50,00 (inteira) / R$ 25,00 (meia), Sábados: R$ 60,00 inteira / R$ 30,00 meia.

Sem memórias

 sem temporario

Com direção de Hugo Coelho, o espetáculo À Espera, de Sérgio Roveri, estreia no dia 11 de maio. Com elenco formado por Ella Bellissoni, Jean Dandrah e Regina Maria Remencius, a história traz três personagens que podem estar em qualquer lugar, em qualquer tempo: duas mulheres, sem nenhum tipo de memória acordam todos os dias na mesma hora, à espera de algo, até que um dia recebem a visita inesperada de um homem que veio comemorar um aniversário. A ação acontece no despertar do que deveria ser um sono profundo, Uma e Outra se deparam com o sol que insiste em nascer todos os dias, numa indecifrável realidade. Uma é a mais velha. Não anda, vive na cadeira de rodas, não dorme nunca, não sonha e gosta de falar. À noite, conta os pingos que caem de uma torneira e, durante o dia, ocupa-se ouvindo relatos dos sonhos de Outra. Uma não tem memória, nem lembrança do passado. Outra é jovem e cuida de Uma. Sente medo. Dorme, sonha e inventa sonhos para entreter Uma. Ela também não tem memória de quem foi. Ambas não sabem como foram parar ali e esperam que um dia haja explicação para tamanha espera.

Serviço: Oficina Cultural Oswald de Andrade, R. Três Rios, 363, Bom Retiro, tel. 3221¬5558. Quintas e sextas, às 20h e sábados, às 16h e 18h. Entrada franca. Até 7/7.


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