A Voz Mutante

O cantor Ricky Vallen apresenta seu show inédito, “A Voz Mutante”, com repertório baseado em clássicos da MPB

Ricky Vallen

Também irá cantar as novidades do seu próximo álbum, intitulado “Meu Ponto Cardeal”, que será lançado no segundo semestre deste ano. O espetáculo foi elaborado exclusivamente para esta apresentação e traz canções de grandes compositores da nossa música, como: “Atrás da Porta” (Chico Buarque/Francis Hime), “Um dia, um adeus” (Guilherme Arantes), “Sangrando” (Gonzaguinha) e “Você não me ensinou a te esquecer” (Fernando Mendes / Caetano Veloso). Vallen também incorpora alguns hits internacionais a sua apresentação “Spending My Time” (Roxette), “Empire States of Mind” (Alicia Keys) e a clássica “Non, Je Ne Regrette Rien” (Édith Piaf). São canções sempre muito esperadas pelo seu público e que mostram toda a versatilidade do intérprete. Dentre as novidades do repertório autoral, “Nada demais” - que fez parte da trilha sonora da novela “Guerra dos Sexos” e sucessos da carreira de Vallen, como: “Sei lá”, “Vidro Fumê”, “Pra ser Amor”, sucessos que marcam sua trajetória em trilhas sonoras de novelas da TV Globo e ainda apresenta a inédita “Pedaço de Carne”.

Serviço: Teatro J. Safra, R. Josef Kryss, 318, Barra Funda, tel: 3611-3042. Sábado (28) às 21h30. Ingressos: de R$ 40 a R$ 100.

REFLEXÃO

SABEDORIA DOS ANJOS canalizada por Sharon Taphorn.
Confiança.
É o momento de confiar no poder do seu Coração.
As mágoas e decepções do passado treinaram alguns de vocês a não mais confiar em si mesmo e é o momento de mudar isto a fim de evoluir. Você tem um coração muito amoroso e assim muito a compartilhar com o mundo de maneiras que você ainda não compreende, mas é seguro que você agora abra o seu coração como parte do seu aprendizado.
Quando você aprende a confiar em seu coração, o mundo assume uma nova tonalidade e uma camada do véu é removida. Suas manifestações se tornam mais grandiosas, assim como as experiências de sua vida. Descubra esta nova camada de riqueza, pois é o seu direito nato, é o momento, e você está preparado para esta próxima fase em seu crescimento.
Pensamento para hoje: Aventure-se e co-crie a vida dos seus sonhos. Confie no poder infinito do Universo de trabalhar através de você, trazendo estes sonhos à manifestação.
E assim é.
Você é muito amado e apoiado, sempre
Os Anjos e Guias
http://www. playingwiththeuniverse.com/
Tradução: Regina Drumond – O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

Tabus

Ronaldo Ciambroni.

Com uma linguagem fluente, cômica e muito simples, a peça “Donana” aborda um problema social, falando da vida de uma anciã octogenária mostrando a marginalização que sofrem todos os nossos idosos na sociedade que eles próprios ajudaram a construir e enfocando uma questão a qual ainda jovens podemos lutar. Assim, o objetivo é que, em nossa velhice, não venhamos a alimentar frustrações, presos ao que fomos e a tabus, preconceitos cultivados por nossa sociedade. O espetáculo consegue mesclar com perfeição a comédia e o drama, divertindo e emocionando, envolvendo totalmente a platéia com o domínio absoluto do ator, numa excelente performance e caracterização desta velhinha. Donana resulta disso: um texto de extraordinária beleza poética aliado ao indiscutível talento do ator, que não pode deixar de ser visto por todos aqueles que apreciam bom teatro. Com, Ronaldo Ciambroni. Participação Especial: Patrícia Rinaldi.

Serviço: Teatro Paiol Cultural, R. Amaral Gurgel, 164, Vila Buarque, tel. 3337-4517. Sextas às 21h30. Ingresso: R$ 50. Até 27/04.

Exposições

Cinco mostras de artistas pouco conhecidos que dialogam com temas da contemporaneidade. Em Badaróss, o público terá a oportunidade de ver a obra de Cícero Rodrigues, artista indígena pernambucano que viveu por onze anos na Cracolândia de São Paulo. Ex-usuário de crack em situação de rua, foi carroceiro e desde 2013 expressa sua trajetória e a história das ruas a partir da pintura e do grafite. Com nove fotografias e uma instalação feita em homenagem à Josephine Cochrane, que em 1886 inventou a máquina de lavar louças, a artista visual Ana Clara Joly propõe em Eu, Josephine, uma reflexão sobre papéis de gênero a partir de uma comparação história entre a mulher contemporânea e a mulher do século XIX. Nas 25 obras que integram a mostra Desenho, fluxo e imagem, o artista Paulo Penna transita pelo desenho, gravura e fotografia para falar sobre os corpos que ocupam a cidade. Já na exposição, Quase noite, de Thaís Beltrame que fecha as exposições inauguradas dia 7 de abril, apresenta obra formada por uma pequena estrutura motorizada com desenhos criados especialmente para a mostra, projeta sombras na parede, estimulando o olhar poético e lúdico do público em uma experiência imersiva na obra. Ainda arde, da artista Vera Martins mostra o resultado de um trabalho que teve início em 2017. Durante o evento, ela deu início a uma obra que contou com a participação do público. Ela finalizou a pintura meses depois, período em que permaneceu no país e presenciou a tragédia das queimadas, vendo famílias perdendo casas, plantações e familiares que não escaparam do fogo. A tela, que iniciou na Bienal, foi afetada pela tragédia e deu origem aos trabalhos que serão expostos na mostra que inaugura 28 de abril.

Serviço: Oficina Cultural Oswald de Andrade, R. Três Rios, 363, Bom Retiro, tel. 3221-4704. De segunda a sexta, das 9h às 21h30 e aos sábados das 10h às 18h. Entrada franca. Até 30/6.

Reciclagem

A exposição “Descartes” apresenta um conjunto de 18 trabalhos produzidos a partir de materiais recolhidos, papelões, principalmente, marca o début da artista visual Myriam Glatt na capital paulista. A mostra, que tem curadoria de Mario Gioia e fica até o dia 30 de maio no Centro Cultural Correios, já foi apresentada na mesma instituição no Rio de Janeiro e em Niterói e depois segue itinerante rumo a Brasília e Porto Alegre. Tema recorrente no trabalho da artista, a reciclagem é aplicada como suporte das obras, que utilizam pintura e colagem. A exposição em São Paulo reúne 7 instalações inéditas, a maior delas com 13 metros de comprimento, que ocupam os 590 m² do espaço expositivo e abrangem temas de dois universos. Ao trabalhar com materiais descartados, Myriam Glatt reflete sobre as relações entre consumo e natureza, trazendo à tona os processos que deram origem às obras: uma vez produzido a partir de recursos naturais, o papel foi industrializado e processado como mercadoria de consumo, que retornou ao espaço público, primeiro, em forma de lixo, o descarte em si, e, segundo, de arte, “descartes”. A artista incorpora nos trabalhos as cores, formas, marcas, imperfeições e inscrições do suporte de papelão, Myriam ainda apresenta fotos, vídeo, e pintura sobre tela e jornal , em matérias coletadas por ela há mais de quatro anos.

Serviço: Centro Cultural Correios, Av. São João, s/nº, Vale do Anhangabaú, tel. 2102-3690. De segunda a a sexta, das 9h às 17h. Entrada franca. Até 30/5.

 
 
 
 
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