“12 Homens e Uma Sentença”

Há 7 anos em cartaz, com mais de 500 mil espectadores, Prêmio APCA de melhor espetáculo e com duas indicações ao Prêmio Shell, “12 Homens e Uma Sentença” reestreia no dia 1 de novembro

Cena de “12 Homens e Uma Sentença”.

O texto de Reginald Rose (baseado na trama de um dos melhores filmes de tribunal da história 12 Angry Men, EUA, 1957, de Sidney Lumet). O calor escaldante do verão de Nova Yorkfaz o suor pingar do rosto dos 12 homens trancados a chave numa pequena e claustrofóbica “sala de júri”. Depois de dias de julgamento, está em suas mãos decidir a sorte do réu. O mais importante: o veredicto precisa ser unânime. Se os 12 enclausurados jurados considerarem o réu culpado do assassinato do próprio pai, ele será executado, mas se um deles tiver uma dúvida razoável a respeito da culpabilidade, o garoto não poderá ser condenado. Com Adriano Bedin, Alberto Guiraldelli, Almir Martins, Augusto César, Brian Penido Ross, Bruno Barchesi, Daniel Volpi, Fernando Medeiros, Ivo Müller, Leandro Mazzini, Norival Rizzo, Rafael Golombek, Sérgio Mastropasqua.

Serviço: Teatro Porto Seguro, Al. Barão de Piracicaba, 740, Campos Elíseos, tel. 3226-7300. Quartas e quintas às 21h. Ingressos: R$ 60 e R$ 40. Até 07/12.

REFLEXÃO

Zona de Conforto
Neste dia de sua vida, querido(a) amigo(a), acredito que Deus quer que você saiba......QUE NÃO HÁ UM “JEITO CERTO” PARA FAZER QUALQUER COISA......há apenas o jeito como você a está fazendo. Nunca tenha medo de se “arriscar” por não querer cometer um erro ou não fazer algo “certo”. O sucesso na vida vem do desejo de penetrar em Território Desconhecido. Lembre-se sempre: A vida começa no final da sua Zona de Conforto. Você não precisará pensar mais do que um segundo para saber exatamente por que recebeu esta mensagem hoje.
Amor, Seu Amigo.
Neale Donald Walsch

Estreia

Renato Wiemer

A escrita polissêmica e cheia de possibilidades do autor canadense Daniel MacIvor (conhecido no Brasil por In On It) na peça Here Lies Henry ganha uma versão dirigida, traduzida, concebida e interpretada pelo brasileiro Renato Wiemer, e com direção artística de Kika Freire, no monólogo Aqui jaz Hery, que estreia no dia 23 de outubro.A peça apresenta um homem que entra em uma sala cheia de gente e começa a explicar “convincentemente” uma série de fatos sobre a existência humana. Nem ele mesmo sabe se é verdade - e nem teria como saber - por que mente tanto a respeito do amor, da morte, da homossexualidade, do corpo e da própria mentira. Ele se obriga a imaginar respostas para questões como: O que acontece quando morremos? Como lidamos com a morte? O amor é real ou pura invenção da nossa cabeça? É preferível a verdade ou a felicidade? Seria o tempo uma mentira universal? A mentira é necessária para a vida, como afirma o filósofo alemão Friedrich Nietzsche?

Serviço: Pequeno Ato, R. Doutor Teodoro Baima, 78, Vila Buarque, tel. 99642-8350. Segundas e terças às 21h Ingressos: R$ 40 e R$ 20 (meia). Até 19/12.

Jardins

Em sua quarta edição, o projeto Jardim Imaginário, apresenta a instalação “Penetra”, do artista Marcius Galan. Deslocado de sua função, um portão de lanças, idêntico ao portão principal da casa-museu, está disposto no jardim, convidando o público a testar suas percepções. Também há intervenções em outras áreas da Casa-Museu como na entrada principal e dentro do espaço expositivo , além de seu entorno.

Serviço: Casa-Museu Ema Klabin, R. Portugal, 43, Jardim Europa. De seguinda a domingo das 12h às 18h. Entrada franca. Até 17/12.


O espetáculo “Memórias do Rio, do Rei e do Dia”

Na foto a atriz Carla Lopes.

O espetáculo “Memórias do Rio, do Rei e do Dia” estreia dia 27 de outubro. Espetáculo livremente inspirado em Diadorim, de Grande Sertão: Veredas, que narra as estórias de sua primeira caminhada pelo Sertão ao mesmo tempo em que relembra e percorre momentos importantes de sua jornada, passando pela infância até chegar à jagunçagem e encontrar o amor e a morte como guias da travessia. A peça é dividida em três caminhos narrativos diferentes e independentes: do Rio, do Rei e do Dia, a escolha de qual será narrado é definida somente no início de cada apresentação. Desta maneira o público poderá conhecer outros caminhos e encontrar novas histórias cada vez que entrar neste Sertão construído pela narradora.

Serviço: Teatro Municipal da Mooca Arthur Azevedo, Av. Paes de Barros, 995, Mooca, tel. 2605-8007. Sextas e sábados às 21he domingos às 19h. Ingressos: R$20,00 e R$10 (meia). Até 26/11.

Nota 2

Marcia Castro lança em todas as plataformas digitais,“Treta”, álbum divisor de águas de sua carreira que mergulha no som da Bahia contemporânea. Tem suingue, eletropop, kuduro, funk e muito soundsystem com influência de pagode baiano e hip hop. Marcia se joga em ritmos nunca antes experimentados num ‹trap Bahia tropical’. Além da inovação na parte musical, o projeto gráfico é muito caprichado. A direção criativa de “Treta” foi feita pelo brasileiro Giovanni Bianco, conhecido principalmente por cuidar das artes de discos e turnês de Madonna.  O DJ Zé Pedro, do selo Joia Moderna, se empenhou e depois que Giovanni ouviu a música “Baba no Quiabo” (You need to a flashplayer enabled browser to view this YouTube video).


embed video powered by Union Development