Circo

No próximo dia 7 estreia o espetáculo “Alakazan - A Fábrica Mágica”, que traz à cena música, teatro, dança e circo

Cena de “Alakazan - A Fábrica Mágica”.

O espetáculo conta com performances de grande impacto e números circenses de báscula, contorção, rola, malabares, monociclo, equilíbrio no arame, tecido aéreo, faixa e muita palhaçada. Alakazan - A Fábrica Mágica traz à cena o duelo entre os personagens Alan e Kazani, que disputam a atenção da pequena Ly. A menina é uma criança curiosa, que toca e fotografa tudo ao seu redor. Em uma visita à Biblioteca, ela é surpreendida por Alan, que surge como num passe de mágica e lhe entrega um livro especial, retirando o tablet de suas mãos. Encantada pelo livro, ela pede que ele leia a história, mas quando ele inicia, é interrompido por um som de sinos. Quando os dois procuram de onde vem tal som, surge Kazani, que transporta todos para a Fábrica Mágica, um universo fantástico onde tudo é possível.

Serviço: Extra Morumbi, Av. das Nações Unidas, 16741, Santo Amaro. De terça a sexta às 20h e aos sábados e domingos às 16h, 18h e 20h. Ingressos: de terça a sexta de R$ 15 a R$ 50. Sábados, domingos e feriados de R$ 20 a R$ 60.

REFLEXÃO

Escolhas
Você tem que escolher.
Quando você está diante de uma encruzilhada, você deve escolher qual o caminho a seguir. Às vezes, é melhor olhar para o resultado final para encontrar o melhor caminho, mas agora o mais importante é que comece a se mover em uma determinada direção. Você pode deixar tudo ao acaso se o desejar, e confiar que você acabará onde desejava ir e simplesmente aproveitar a jornada, ou pode trabalhar em direção aos seus objetivos, com o foco resoluto. O que mais importa é que você escolha um caminho e siga-o.
Nem sempre é fácil, mas mantenha a sua decisão e veja o que começa a se manifestar para você. Muitas vezes, as pessoas desistem exatamente quando elas estão prestes a manifestar o que elas estiveram trabalhando e, então, o processo começa novamente e você acha que o tempo está trabalhando contra você. Quando achar que isto está acontecendo, reoriente-se e saiba que os resultados acontecerão e que há o suficiente para todos e isto o inclui.
O Mantra para hoje é: “Este é um Universo abundante e há mais do que o suficiente de tudo, para todos os seres vivos neste belo planeta.”
E assim é.
Você é muito amado e apoiado, sempre.
Os Anjos e Guias - Sharon Taphorn.

Yeyé psicodélico

Laure Briard

A cantora, guitarrista e tecladista francesa Laure Briard acompanhada por sua banda formada por Marius Duflot (teclado, guitarra e voz), Victor Peynichou (baixo e voz), Patricio Gonzales (guitarra), Rodrigo Martinez (bateria), além do músico convidado Benke Ferraz, da banda Boogarins, para mostrar um panorama de sua carreira, com canções dos discos “Révélation” (2015), “Sur La piste de danse” (2016) e “Sorcellerie” (2016). O repertório trará composições do estilo batizado de “Yeyé Psicodélico” como “Que reste t-il” (Nicolas Mazel), “Dalida” (Laure Briard/Francois Remigi), “Sur la piste de danse” (Laure Briard/Francoi Remigi), “Le roi du rock n roll” (Nicolas Mazel), “Chat” (Eddy Crampes) e “Je vole” (Pierre Dutrey), além de uma versão para “Mar Azul”, do ícone da bossa-nova Wanda Sá.

Serviço: Sesc 24 de maio, R. 24 de Maio, 109, Centro, tel. 3350-6300. Sábado (9) às 21h. Ingressos: R$ 30 e R$ 15 (meia).


rock

Dead Fish

Em comemoração aos 25 anos de trajetória, o grupo de rock Dead Fish, formado por Rodrigo Lima (vocal), Alyand Mielle (baixo), Marcos Melloni (bateria) e Ricardo Mastria (guitarra), aborda, na maioria de suas letras, a saúde e educação pública, além de outras questões sociais do país. O show, baseado no DVD de comemoração dos 25 anos de banda, lançado em junho, contará com músicas do último trabalho de estúdio, o álbum “Vitória”, e também com sucessos como “Bem-vindo ao clube”, “Queda livre”, “Sonho médio”.

Serviço: Sesc 24 de maio, R. 24 de Maio, 109, Centro, tel. 3350-6300. Sexta (8) às 12h e às 21h. Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia).

Dança

O novo espetáculo, Vertebral do grupo Aires acontece a 40 metros do chão, dez bailarinos-acrobatas trazem ao público uma fusão de técnicas circenses e dança contemporânea, com base em butô (estilo de dança japonesa dos anos 1970). Monica Alla, uma das precursoras da dança vertical no Brasil, assina a direção e concepção do espetáculo e divide a coreografia com Weidsyan, que dialoga com a arquitetura do paredão pensado por Lina Bo Bardi. Com Alan Quinquinel, Diego Oliveira, Dheborah Giorgia, Flor Reeves, Gita Govinda, Jacques Alejo, Joy Domingoz, Lana.

Serviço: Sesc Pompeia, R.élia, 93. Sextas (1 e 8) e sábados (2 e 9) às 20h. Entrada franca.