Mostra coletiva “Arte Naifs”

A mostra coletiva Naïfs da Contemporaneidade apresenta  obras de 8 artistas brasileiros, cada um com sua visão própria e criativa sobre o universo em que vivemos

Cacau - Raimundo Santos Bida

Interpretar através da ‘arte naïf’ pode não ser tão simples, visto que se trata de uma expressão regional que percorre o mundo assumindo aspectos de acordo com o que é vivenciado pelos artistas. Estes, exibem suas próprias experiências por meio de linhas e formas peculiares, sem ter recebido formação acadêmica de uma escola de Belas Artes. Algumas das principais características deste gênero são o uso de cores vibrantes, a retratação de temas corriqueiros, traços geralmente figurativos, bem como a idealização da natureza sem rigor técnico, especialmente em relação à perspectiva. Neste sentido, a arte chamada “naïf” encontra no Brasil o ambiente ideal, que se amplifica ainda mais graças à exuberância das florestas, à intensa luminosidade e ao conhecido calor humano brasileiro. Artistas: Ana Denise, Bida, Enzo Ferrara, Ernani Pavaneli, Maite, Marcelo Schimaneski, Olimpio Bezerra e Thais Gomes.

Serviço: Galeria Jacques Ardies, R. Morgado de Mateus, 579, Vila Mariana, tel. 5539-7500. Terça a sexta das 10h às 17h30 e aos sábados das 10h às 16h. Entrada franca. Até 17.

REFLEXÃO

SOLIDARIEDADE FRATERNAL: Ninguém que se encontre na Terra em gozo de plenitude, sem os impositivos da dor lapidadora. Em razão desse estado, a solidariedade fraternal é uma necessidade que conclama todos os homens ao intercâmbio socorrista, de cujo comportamento resultam as demais manifestações do equilíbrio e do êxito que todos buscam. Em conseqüência desse princípio, a tarefa que nos reservamos, objetivando socorrer os irmãos que se encontram em desalinho no Mundo Espiritual, tem caráter relevante. Todos nos encontramos, por enquanto, na forja do aprimoramento, quer transitemos na indumentária carnal, ou nos encontremos despidos das células físicas. Distender ao próximo a mão amiga é dever impostergável que não nos cabe negligenciar. Todos os Espíritos nos encontramos sequiosos de luz, necessitados de progresso. Ninguém que esteja em clima de excepcional felicidade, de modo a dispensar o concurso fraterno do seu irmão. Narciso debruça-se sobre as águas para contemplar a própria imagem; no entanto receia o passar do tempo que irá afeá-lo. Nós outros, igualmente, mesmo quando nos refugiamos na egolatria, sentimos necessidade de auxílio do próximo a fim de alcançarmos as metas superiores. Convertamos o nosso contributo de amor em auxílio imediato através do esclarecimento e da oração aos irmãos que jazem anestesiados na ignorância, no além-túmulo, ou que padecem perturbações demoradas, ou se jungem ao carro de aflições sem nome, ou se detêm vencidos por irreversível remorso, ou experimentam a acidez da angústia, ou rogam, compungidos e ansiosos, a bênção do retorno ao labirinto físico para ressarcir e libertar-se. Mediante a oração intercessória, ajudamos e nos ajudamos, já, que, orando, nos ergueremos a Deus e o Pai nos alcança com as suas mercês. (De “Intercâmbio Mediúnico”, de Divaldo Pereira Franco, pelo Espírito João Cléofas).

Lançamento

Mirianês Zabo

Mirianês Zabot lança no próximo dia 2 de junho o álbum em que relê a obra de Gonzaguinha. O show conta com a participação especial de Claudette Soares, que também faz dueto com Mirianês no disco e foi a primeira intérprete do compositor. Mirianês Zabôt Canta Gonzaguinha, Pegou um Sonho e Partiu, é o segundo trabalho da cantora, gravado em 2016. A cantora dá vida nova a canções como “Caminhos do Coração”, “Sangrando”, “Espere por Mim, Morena” e “Comportamento Geral”. Os arranjos, assinados por Oswaldo Bosbah, sublinham esse tratamento: com uma sonoridade moderna, são fiéis à natureza do cancioneiro de Gonzaguinha. Mirianês canta acompanhada pelos músicos Oswaldo Bosbah (arranjos, produção musical e violão), Marinho Boffa (pianista que tocou com Gonzaguinha), Rudy Arnaut (guitarra), Welington Moreira Pimpa (percussão), François de Lima (trombone) e dois ex-integrantes do Zimbo Trio: o baixista Itamar Collaço e o baterista Percio Sapia.

Serviço: Sesc Belenzinho, R. Padre Adelino, 1000, Belenzinho, tel. 2076-9700. Sexta (2) às 21h. Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia).