No Dia da Felicidade, Brasil é 22º país mais alegre do mundo

A Noruega é o país mais feliz do mundo, aponta o Relatório Mundial da Felicidade 2017.

Em 2012, a ONU estipulou que 20 de março seria conhecido como o Dia Internacional da Felicidade em todo o mundo para relembrar que “a busca pela felicidade é um objetivo humano fundamental”

Desde então, iniciativas e estudos são realizados para celebrar a data. O Brasil pode não ser o país mais feliz do mundo para estudo das Nações Unidas, mas certamente está entre as melhores posições. Segundo o Relatório Mundial da Felicidade, divulgado todos os anos no Dia Internacional da Felicidade, o nosso país é a 22ª nação mais alegre do planeta.
Já o país que ficou com a primeira colocação foi a Noruega, pela primeira vez. Depois de ter ficado na quarta posição nos últimos dois anos, o país passou a Dinamarca, que ficou no topo do ranking em todos os anos anteriores. Este país, aliás, ficou com a segunda posição e foi seguido pela Islândia, Suíça, Finlândia, Holanda, Canadá, Nova Zelândia, Austrália e Suécia. Além disso, os Estados Unidos ficaram com o 14º lugar e a Itália, com o 48º.
Já os piores países no ranking infelizmente são da África e do Oriente Médio, com Ruanda (151º lugar), Síria (152º), Tanzânia (153º), Burundi (154º) e, por fim, República Centro-Africana, que, na 155ª posição, é considerado o país mais infeliz do mundo. “Como demonstrado por vários países, esse relatório traz evidências de que a felicidade é um resultado de criar fundações sociais fortes. Está na hora de construir uma confiança social e vidas saudáveis, não armas ou muros”, disse o co-autor do documento e diretor do Earth Institute da Universidade de Columbia, Jeffrey Sachs, em um comunicado.
Para ser realizado, o estudo leva em conta o PIB per capita de todos os países, mas não apenas isso. A percepção de apoio que a população acredita sentir dos seus governos, a expectativa média de vida dos habitantes, a confiança que eles têm nas empresas e no governo em relação a casos ligados à corrupção, a quantidade de liberdade de expressão, de opinião e de ação dos moradores de cada nação e alguns fatores negativos, como incertezas, preocupações e tristezas dos entrevistados também são considerados no relatório (ANSA).

Uso de recursos naturais pode injetar US$ 2 tri na economia

Manejo sustentável em floresta de Juruena (MT) em busca de castanheiras.

O uso mais inteligente e eficiente dos recursos naturais do mundo pode injetar US$ 2 trilhões na economia global até 2050 e também compensar os custos de uma ação ambiciosa contra a mudança climática, segundo a ONU. Em um comunicado, o chefe da ONU Meio Ambiente, Erik Solheim, citou uma nova pesquisa do chamado Painel Internacional de Recursos, um grupo de especialistas de gestão de recursos naturais ligado à agência da ONU, segundo a qual “fazendo um uso melhor dos bens naturais do planeta”, é possível “injetar mais dinheiro na economia para criar empregos e aprimorar meios de subsistência, além de criar os fundos necessários para financiar uma ação climática ambiciosa”.
O relatório Eficiência de Recursos: Potencial e Implicações Econômicas, encomendado em 2015, diz que o investimento em uma ação climática ambiciosa causaria queda de 3,7% no produto global bruto per capita até 2050. No entanto, segundo o documento, o uso mais sustentável de materiais e energia não apenas cobriria o custo de manter o aquecimento global abaixo dos 2 graus Celsius, mas também adicionaria US$ 2 trilhões na economia global até 2050. Outras conclusões apontam para ganhos econômicos assimétricos pela eficiência de recursos e extração mais lenta, que afetariam algumas indústrias, como mineração.
De acordo com o relatório, os países, entretanto, ganhariam mais implementando políticas de compensação e transferência para facilitar a transição para práticas mais eficientes do que continuando a apoiar atividades ineficientes. Além dos benefícios econômicos, a análise mostra que a eficiência e ação climática reduziriam o uso global de recursos em cerca de 28% em 2050, em comparação com tendências atuais. Segundo estimativas, a população mundial deve crescer 28% até 2050 e usar 71% a mais de recursos por pessoa. Sem medidas urgentes para aumentar a eficiência, o uso global de metais, biomassa, minerais e outros materiais vai subir de 85 bilhões para 186 bilhões de toneladas por ano no mesmo período (ONU News).

Reino Unido solicitará sua saída da UE no dia 29

A primeira ministra britânica Theresa May solicitará formalmente a saída do Reino Unido da União Europeia (UE) no próximo dia 29, segundo confirmou ontem (20) um porta-voz do governo em Londres. May informará ao Conselho Europeu em uma carta sua intenção de ativar o artigo 50 do Tratado de Lisboa, que permite a um país sair da UE depois de dois anos de negociações.
Foi o que o representante britânico na UE, Tim Barrow, comunicou ao presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, disse o porta-voz. “Em junho passado, o povo britânico tomou a histórica decisão de abandonar a UE. E no próximo dia 29 o governo apresentará essa decisão e começará formalmente o processo de saída, invocando o artigo 50”, disse David Davis, ministro inglês para o “Brexit”, em um comunicado. Ele considerou que o país se encontra às portas da “mais importante negociação de uma geração”.
O Conselho Europeu confirmou que recebeu a notificação a respeito. “Fomos informados com antecipação”, disse a porta-voz Margaritis Schinas, que mostrou a disposição do bloco de iniciar as negociações. “Estamos esperando a carta, agora que sabemos que virá em 29 de março”, falou. O primeiro passo após o recebimento da notificação oficial será a convocação de uma reunião de cúpula para adotar a posição da UE frente às negociações (Agência DPA).

Peixes do rio Jundiaí para celebrar despoluição

O jundiá é um bagre, cuja tradução do tupi-guarani significa “cabeça  com  espinho”.

O jundiá ficou cerca de 30 anos sumido do rio que o homenageia. Mas desde 2013, com a despoluição do Jundiaí, esse peixe voltou às suas águas, simbolizando a recuperação de um dos rios mais importantes do Estado de São Paulo. É para celebrar esse feito que a Sabesp instalou um aquário na repleto de jundiás, que poderá ser vista no hall de entrada do Aquário de São Paulo, na rua Huet Bacelar, 407 no Ipiranga, antes da bilheteria, com acesso gratuito aos visitantes.
A iniciativa faz parte das celebrações do Dia Mundial da Água (comemorado amanhã, dia 22). O jundiá é um bagre, cuja tradução do tupi-guarani significa “cabeça com espinho”. Desde o começo dos anos 1980, com o avanço da poluição, o rio Jundiaí deixou de ser o habitat do jundiá. Em 1983 foi lançada a primeira proposta de ação de despoluição do rio, com ações de combate ao esgoto industrial e doméstico, entre outras. Com uma série de investimentos, que ncluem grandes estações de tratamento de esgoto da Sabesp, o jundiá foi novamente visto no rio em 2013 – e desde então é presença comum na água (AC/Sabesp).

Mais de 38 mil pessoas fugiram do Afeganistão

Divulgação

Um relatório publicado ontem (20) pela ONU apontou que 38.110 pessoas fugiram do Afeganistão para se afastar do conflito desde janeiro deste ano. Mais da metade dessas pessoas que se tornaram refugiadas são crianças.
Em 2016, 654 mil civis abandonaram suas casas pelo mesmo motivo, segundo a agência alemã DPA.
No Afeganistão, as tropas do governo lutam contra os radicais islâmicos, mas há também enfrentamentos entre milícias rivais. O regime Talebã caiu há 16 anos, mas a milícia nunca foi derrotada. A maioria das pessoas que se deslocaram saíram das províncias de Kunduz e Baghlan, no norte. Mas no sul do país o conflito também se aprofundou (DPA).

Aos 101 anos, morre David Rockefeller

O bilionário David Rockefeller, de 101 anos, faleceu ontem (20), informou seu porta-voz. Apesar de não divulgar a causa da morte, o representante do banqueiro informou que ele faleceu em sua casa em Pocantico Hills, Nova York. David era neto do fundador do “clã” Rockefeller, John D. Rockefeller, considerado até hoje o homem mais rico da história dos Estados Unidos e era o último filho de John Rockefeller Jr. ainda vivo.
O bilionário presidiu durante muitos anos o Chase Manhattan Bank, fundou a Comissão Trilateral - uma das organizações mais influentes do mundo - e atualmente se dedicava à filantropia - sendo dele a ideia de criar o famoso Rockefeller Center em Nova York. O norte-americano era o “patriarca” da família Rockefeller desde 2004 e, de acordo com a revista “Forbes”, tinha uma fortuna estimada em US$ 3,3 bilhões (ANSA).