Pesquisa indica avanço na igualdade dos sexos

Pesquisa 2 temporario

O ParPerfeito, maior site de relacionamento do Brasil, realizou uma pesquisa com 1.500 entrevistados, divididos por faixas etárias, para entender alguns fatores envolvidos na Guerra dos Sexos

Para fomentar a discussão sobre a relação de homens e mulheres no âmbito profissional, o estudo buscou entender o que eles acham se ela ganhar mais do que ele e o que eles acham se a situação for ao contrário.
A maioria das mulheres acha isso ótimo, pois isso mostra que ele é bem-sucedido. Porém, em algumas faixas etárias (entre 21 e 29 anos e entre 40 e 49 anos) elas tendem a achar isso injusto, pois acham que a capacidade delas é maior do que a deles. E o que eles acham disso? Para eles é ótimo e não têm recalque nenhum! Em todas as faixas etárias, os homens entrevistados afirmaram que essa situação demonstra que ela é bem-sucedida.
Ao que tudo indica elas e eles estão cada vez mais se entendendo e já não há mais uma guerra dos sexos. Mas sempre há atitudes delas que os irritam, como ao contrário também. Então, o ParPerfeito quis saber: “O que mais te irrita em um homem no ambiente de trabalho? ”. A resposta da maioria delas foi: quando ele menospreza a sua capacidade pelo fato de ser mulher. Porém, as mulheres entre 18 e 29 anos acham que o pior é quando ele dá em cima de todas as mulheres da empresa porque se acha o “garanhão”.
E eles? O que mais os irritam em uma mulher no ambiente de trabalho? Eles ficaram divididos e as faixas etárias entre 18 e 20 anos, 40 e 49 anos, 50 e 59 anos, e 60 e 69 anos, odeiam quando elas usam do seu poder de sedução para conseguir o que querem. Já os homens entre 21 e 29 anos, 30 e 39 anos, e acima dos 70 anos, se irritam quando elas se fazem de vítima por serem mulheres.
Por fim, a pesquisa buscou entender se eles e elas estão alinhados no que diz respeito ao que buscam para suas vidas. A resposta revela que sim: homens e mulheres, de todas as faixas etárias, buscam, principalmente, qualidade de vida. Para ambos, dinheiro e poder ficam em segundo plano.
“Cada dia mais há a compreensão na convivência no âmbito profissional entre homens e mulheres. Ambos os sexos reconhecem que agem diferente e que as competências e as atitudes não são coisas que estão relacionadas ao sexo, mas sim como cada um pensa”, analisa Clarissa Assumpção, diretora de marketing do Match Group LatAm, empresa detentora da marca ParPerfeito. “Há menos diferenças e não há mais aquela história de que homem tem que ganhar mais do que mulher. O mercado tem cada vez mais reconhecimento da igualdade dos gêneros”, explica. Fonte e mais informações: (www.parperfeito.com.br).

Itália bate recorde em pedidos de asilo e refúgio em 2016

Foram 123 mil solicitações, uma alta de 41% em relação a 2015.

A Itália voltou a registrar um recorde no pedido de asilos ou refúgios de imigrantes em 2016, com 123 mil solicitações, informou o presidente da Comissão Nacional para o Direito de Asilo, Angelo Trovato. O número é 41% maior do que o registrado em 2015 e segue apresentando alta desde 2013, quando a crise migratória começou a afetar a Itália. Há quatro anos, foram 26 mil pedidos, que aumentaram para 64 mil e 83 mil em 2014 e 2015, respectivamente.
Desse total, 105 mil foram apresentadas por homens e 11.656 foram solicitadas por menores de idade desacompanhados. Os nigerianos são os que mais pedem refúgio no país, representando 105 mil pedidos. De acordo com Trovato, o alto fluxo de pedidos está fazendo com que o sistema “sofra” para normalizar a situação, já que as 28 seções de Comissão Territorial para Asilo estão enfrentando um aumento de problemas, sobretudo onde é necessária a presença de homens da força policial. “E assim ao invés de fazer de quatro a cinco audiências por dia, esse número caiu para três. Em 2017, já registramos uma queda de 10% nos pedidos examinados e isso é preocupante”, acrescentou.
O status de refugiado foi concedido para 5% dos pedidos analisados, sendo que para 14% foi concedido o benefício da proteção subsidiária - um “nível” abaixo do status de refugiado, que permite a obtenção da autorização de residência na Itália durante três anos e ainda o direito de reunir a família que esteja fora do país. Outros 21% receberam o direito ao asilo humanitário e 56% dos pedidos foram negados pelas autoridades italianas. De acordo com o presidente da comissão, o tempo médio de exame entre 2014 e 2016 foi 257 dias, em um número que mostra uma aceleração do processo.
Em 2014, eram necessários 347 dias para a análise, em 2015 outros 261 dias e no ano passado cada solicitação demorava 163 dias para dar uma resposta. “Somos o segundo país europeu, atrás da Alemanha, em número de pedidos examinados”, concluiu Trovato. Em 2016, a Itália voltou a ser o país europeu que mais recebeu imigrantes pela rota do Mar Mediterrâneo, tendo registrado a entrada de 181 mil pessoas (ANSA).

EUA mudam regras de entrevista de visto para os brasileiros

O decreto de controle imigratório assinado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também trouxe mudanças na concessão do visto para brasileiros que quiserem viajar ao país. Segundo a assessoria de imprensa da Embaixada dos Estados Unidos em Brasília, todos os solicitantes deverão passar pela entrevista pessoal.
As exceções são para solicitantes de vistos diplomáticos e oficiais de governos estrangeiros e organizações internacionais, pessoas com idade inferior a 14 anos ou superior a 79 anos e aqueles que anteriormente tinham um visto na mesma categoria e que expirou menos de 12 meses antes do novo pedido. “O governo dos Estados Unidos está empenhado em facilitar viagens legítimas de visitantes internacionais e ao mesmo tempo garantir a segurança de suas fronteiras”, informou a embaixada, em nota.
Anteriormente, era isentos de entrevista aqueles solicitantes que renovassem seus vistos na mesma categoria, até 48 meses após o vencimento. Brasileiros e argentinos, entre 14 e 15 anos, e entre 66 e 79 anos, que solicitavam vistos pela primeira vez, também eram isentos de entrevista. A embaixada orienta aos solicitantes de vistos que revisem as alterações anunciadas no decreto presidencial, incluindo o programa de entrevista de visto, para saber se estas mudanças afetarão a categoria de visto. O decreto está disponível, em português, na página da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil (ABr).

Vaticano tenta conter ‘êxodo’ de sacerdotes e monjas

O maior número de abandono ocorre entre as mulheres, mas isso porque ‘elas representam a maioria da vida consagrada’.

A Igreja Católica está preocupada com o constante aumento no número de sacerdotes e monjas que desistem da vida consagrada. Anualmente, cerca de 2.300 pessoas abandonam a carreira, “êxodo” que já tem causado discussão dentro da Santa Sé e já foi chamado de “hemorragia” pelo papa Francisco.
“Se o Papa fala de ‘hemorragia’, quer dizer que o problema é preocupante, não somente em termos numéricos, mas também pela idade que o abandono da vocação acontece, geralmente entre os 30 e 50 anos”, disse o secretário da Congregação para os Institutos da Vida Consagrada e Sociedades da Vida Apostólica, arcebispo José Rodríguez Carballo, em uma entrevista ao jornal “L’Osservatore Romano”, sobre um plenário do dicastério (nome dado para os departamentos da Igreja que compõem a cúria) que debateu o tema.
“O número de abandonos nos últimos anos permanecem crescendo”, alertou Carballo, segundo o qual em 2015 e 2016 foram 2.300 deserções anuais, sendo que a Igreja notou que muitos deixam a vida consagrada para apenas atuar em uma diocese, mas um número considerável alega não ter vocação para a carreira. “Deve-se constatar também que o maior número de abandono ocorre entre as mulheres, mas isso porque elas representam a maioria da vida consagrada”, disse Carballo (ANSA).

Rússia despenaliza violência doméstica

Após a aprovação da Câmara Baixa da Rússia, a Duma, do projeto de lei que visa despenalizar a violência doméstica no país, a Câmara Alta russa também deu seu “ok” à medida. Para se tornar uma lei o documento só precisará ser sancionado pelo presidente russo, Vladimir Putin.
O projeto prevê que a violência familiar só seja um crime se a pessoa tiver cometido mais de uma agressão ao mesmo membro da família em um período de um ano ou se as vítimas tiverem sérios danos a sua saúde. Quem for violento em casa poderá ser punido civilmente com uma multa de até 30 mil rublos, cerca de US$ 502, com serviço comunitário ou com no máximo 15 dias de detenção.
A punição será muito mais branda que a pena de até dois anos prevista atualmente. A lei para despenalizar a violência doméstica foi redigida por um grupo de deputados conservadores que querem manter valores “tradicionais” no país, o que pode ser feito com agressões “moderadas” (ANSA).

Contribuintes com débitos já podem aderir a renegociação

A Receita Federal regulamentou ontem (1°), por meio de instrução normativa, o programa de regularização tributária para devedores do Fisco, instituído pela MP 766. A regularização tributária permite renegociar dívidas usando créditos de prejuízo fiscal ou de outros tributos, base de cálculo negativa da CSLL e parcelamentos. O prazo para adesão dos interessados é de quatro meses.
Caso a empresa ou pessoa física possua créditos com a Receita Federal, poderá usá-los para pagar até 80% da dívida, desde que pague os outros 20% à vista ou parcele 24% da dívida em 24 meses. Quem possui créditos inferiores ao valor suficiente para pagar a dívida, o saldo remanescente pode ser parcelado em até 60 meses, vencidos após o pagamento à vista de 20% ou da 24ª prestação.
Outra opção, caso o contribuinte não possua créditos, é liquidar a dívida em até 120 parcelas escalonadas, comprometendo menos recursos nos primeiros anos. O escalonamento funciona com aplicação dos seguintes valores sobre o valor da dívida consolidada: 0,5% em 2017; 0,6% em 2018; 0,7% em 2019 e 0,93% nos 84 meses finais. O programa vale para débitos vencidos até 30 novembro de 2016. A adesão deve ser feita via requerimento protocolado no site da Receita (ABr).

 
 
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