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Preço baixo é principal atrativo de quem compra em sites internacionais

Os brasileiros têm comprado cada vez mais em sites internacionais e a principal razão para esse fenômeno são os preços atrativos dos produtos em relação aos praticados nas lojas virtuais no país.

Preco temproario

Pesquisa mostr que 29% dos consumidores conectados fizeram compras em sites internacionais nos últimos 12 meses. Foto: Reprodução

Uma pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostra que 29% dos consumidores conectados fizeram compras em sites internacionais nos últimos 12 meses.

Desse total, 67% afirmaram que os valores mais baixos tiveram influência na hora de comprar em lojas online fora do Brasil, enquanto 46% apontaram a possibilidade de achar artigos difíceis de serem encontrados localmente. Outros 46%, procuram variedade de produtos e 35% vão em busca de itens novos que quase ninguém possui. Os itens mais adquiridos são vestuário, calçados e acessórios, como cintos, bolsas e carteiras, acessórios de informática e celular, cosméticos e perfumes, brinquedos, jogos e games e eletrônicos, como tablets, notebooks e câmera digital.

O valor médio gasto na última compra foi de R$ 140,28. “A compra virtual tem ganhado adeptos, sobretudo pelos preços altamente competitivos praticados por esses sites, que se somam à oferta de produtos que nem sempre estão à disposição no mercado nacional”, avalia a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti. Os entrevistados apontaram também as desvantagens em comprar produtos por meio de sites internacionais.
O prazo na entrega foi considerado a principal delas, mencionado por 62%. Em seguida, os internautas citaram a incerteza de que o produto será entregue, o risco de apreensão da compra ou cobrança de impostos pela Receita e o pagamento de taxas de importação. Além disso, metade admite receber com frequência os itens adquiridos fora do prazo.

Para o educador financeiro do 'Meu Bolso Feliz', José Vignoli, um ponto de atenção é a possiblidade de fraude. Se no Brasil é preciso cuidado com sites duvidosos, os riscos de golpes são ainda maiores com as compras virtuais no exterior. “Vale a pena olhar quem já comprou e analisar os depoimentos, como reclamações, por exemplos. Trocas e devoluções costumam ser mais difíceis de se resolverem”, orienta (CNDL/SPC).

Mona Lisa tinha hipotiroidismo, diz pesquisa dos EUA

Mona Lisa temproario

Médico se baseou em contornos e coloração do rosto e cabelo. Foto: ANSA

O médico norte-americano Mandeep R. Mehra levantou suspeitas de que a icônica Mona Lisa, de Lenardo da Vinci, símbolo de uma beleza enigmática que atravessou séculos, tinha problemas de saúde, como hipotireoidismo. Caracterizada pelo mau funcionamento das glândulas tiroide, a doença teria afetado a coloração da pele de Mona Lisa, tendendo a um amarelo, e os cabelos, de acordo com o estudo conduzido pelo especialista.

Mehra atua como diretor médico do Heart and Vascular Center do Hospital Brigham and Women's, em Boston, e publicou essa hipótese na revista 'Mayo Clinic Proceedings'. "O enigma da Gioconda pode ser resolvido com um simples diagnóstico médico de hipotiroidismo, e o fascínio das imperfeições da doença é o que dá a esse trabalho a sua misteriosa realidade", escreveu.

Já em 2004, alguns pesquisadores, baseando-se em lesões cutâneas e em inchaço, visíveis na mão do retrato, afirmaram que hiperlipidemia e aterosclerose precoce poderiam ter causado a morte de Lisa Gherardini.
Entretanto, segundo Mehra, é improvável que ela tivesse esses distúrbios, já que viveu até os 63 anos e, na Itália, naquela época, estavam disponíveis tratamentos para essas doenças. Além disso, Mona Lisa tinha dado à luz pouco antes de posar para Leonardo da Vinci, o que indica a possibilidade de um problema na tiroide depois da gravidez (ANSA).

Creches e escolas italianas serão vigiadas por câmeras

O Ministério Interior da Itália anunciou ontem (5) um projeto que prevê que as creches e escolas de 15 cidades italianas passarão a ser vigiadas por câmeras de segurança, assim como já acontece em lares para idosos no país. "O projeto é uma histórica batalha da Liga [partido governista italiano]. O objetivo, assim como na questão dos imigrantes, é passar das palavras ao atos", disseram os subsecretários do ministério Nicola Monteni e Stafano Candiani.

O ministro do Interior da Itália, Matteo Salvini, apresentou o plano chamado de "Escolas Seguras", que será aplicado, a princípio, em 15 cidades italianas. O projeto prevê, entre outras medidas, o "direcionamentos de conduta para a prevenção do tráfico de drogas" entre os jovens. "O ministério investiu dois milhões e meio de euros para a vigilância por vídeo", declarou Salvini.

As escolas, segundo o ministro, tornaram-se pontos de concentração de "vendedores da morte" (referência ao tráfico de drogas). O dinheiro será utilizado para atualizar os sistemas já existentes, para aquisição de novos equipamentos, além de ser empregado na contratação de novos policiais e na organização de campanhas de informação para os jovens (ANSA).

Países pedem mais recursos para crise migratória venezuelana

Paises temproario

Imigrantes venezuelanos caminham por rodovia até o Peru em Tulcan, no Equador. Foto: Andres Rojas/Reuters

11 países da América Latina, incluindo o Brasil, aprovaram uma declaração conjunta que propõe uma "coordenação regional" em relação à crise migratória na Venezuela, que já provocou o êxodo de mais de 1,6 milhão de pessoas desde 2015. O pacto de 18 compromissos foi assinado na última terça-feira (4), após uma reunião multilateral em Quito, no Equador, e também envolve Argentina, Chile, Colômbia, Costa Rica, México, Panamá, Paraguai, Peru e Uruguai.

Na declaração conjunta, os países se comprometem a "continuar trabalhando de maneira individual e a cooperar", de acordo com o que cada nação achar "adequado", para o "fornecimento de assistência sanitária, o acesso a mecanismos de permanência regular, o combate ao tráfico de pessoas, a luta contra a violência sexual e de gênero, a proteção infantil e o rechaço à discriminação e à xenofobia".

Além disso, o texto fala em "continuar trabalhando na implantação de políticas públicas destinadas a proteger os direitos humanos de todos os migrantes" e "reconhece a cooperação técnica e financeira proporcionada pelos Estados cooperantes" para atender aos "crescentes e extraordinários fluxos migratórios de cidadãos venezuelanos na região".

O documento ainda pede que a "cooperação" e os "recursos" aumentem "substancialmente" e exorta o governo da Venezuela a tomar, de maneira "urgente", medidas necessárias para garantir documentos de identidade e viagem a seus cidadãos, incluindo certificados de antecedentes criminais. Os 11 países signatários ainda reconhecem que a situação na Colômbia, que faz fronteira com a Venezuela, requer "apoio", assim como as de Equador e Peru, onde se formou um corredor migratório.

A Organização Internacional para as Migrações (OIM) diz que 1,6 milhão de venezuelanos fugiram do país desde 2015, em função da crise política, econômica e social, e que 90% dessas pessoas foram para nações da América do Sul, como Colômbia, Peru, Equador e Brasil, onde a situação é particularmente grave em Roraima, que faz fronteira com a Venezuela. A emergência humanitária na região já é comparada pela ONU à crise migratória no Mar Mediterrâneo (ANSA).

Mergulhadores encontram tesouro em navio italiano naufragado

Um grupo de mergulhadores encontrou entre os destroços do navio-almirante "Rei da Itália" um cofre que pode conter um tesouro avaliado em dezenas de milhões de euros. O naufrágio aconteceu no Mar Adriático, em 1866, na célebre Batalha de Lissa , na Croácia. As informações são das mídias croatas, que usam como fonte Lorenzo Marovic, líder dos mergulhadores caçadores de tesouros submersos.

Reza a lenda que, no momento do naufrágio, a embarcação transportava um carregamento de ouro, que deveria servir aos custos do governo provisório italiano na região croata de Dalmazia, no caso de uma vitória marinha italiana sobre a Áustria durante a 3ª Guerra da Independência. Lorenzo Marovic e o grupo de mergulhadores, apesar de terem localizado o cofre submerso, desconhecem o seu verdadeiro conteúdo.

Por essa razão, foi pedida à superintendência competente e ao Ministério da Cultura de Zagreb a permissão de efetuar outras duas imersões exploratórias. "Dado que o Rei da Itália jaz a 115 metros de profundidade e as imersões podem chegar a cinco horas, precisamos de equipamento adequado e mergulhadores muito preparados", afirmou Marovic. "Não sabemos o que tem no cofre, mas acredito que, de qualquer forma, [ele] deve ser trazido à superfície", adicionou.

Caso a lenda seja verdadeira e o cofre contenha centenas de moedas de ouro avaliadas em 250 mil libras à época (dezenas de milhões de euros hoje em dia), Marovic teria uma recompensa de 10%. O total restante seria destinado ao Ministério dos Bens Culturais da Croácia, Os destroços do Rei da Itália foram identificados pelo próprio Marovic na primavera de 2005, ao longo da costa dalmata, sete milhas náuticas a nordeste da ilha de Vis.

Em 16 de julho de 1866 o navio partiu de Ancona, na Itália, diretamente para Vis, onde pretendia desembarcar, e bombardeou os fortes nas colinas da ilha. Quatro dias depois, a equipe naval austro-húngara chegou ao local e deu início à Batalha de Lissa, que terminou com a derrota da frota italiana. O Rei da Itália afundou e sumiu no mar com 27 oficiais e 364 marinheiros. Somente 167 homens conseguiram se salvar (ANSA).

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