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Mais de 11 milhões de crianças devem se vacinar contra a poliomielite e sarampo

Todas as crianças de um ano a menores de cinco devem se vacinar contra a pólio e sarampo, independente da situação vacinal.

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A meta é vacinar 95% das crianças para diminuir a possibilidade de retorno da pólio e do sarampo. Foto: Arquivo/ABr

A nova Campanha Nacional de Vacinação Contra a poliomielite e sarampo começa nesta segunda-feira (6), e vai até o dia 31. No total, 11,2 milhões de crianças devem ser vacinadas. O dia D de mobilização nacional será sábado (18), quando os mais de 36 mil postos estarão abertos no país.

A meta é vacinar, pelo menos, 95% das crianças para diminuir a possibilidade de retorno da pólio e reemergência do sarampo, doenças já eliminadas no Brasil. A madrinha da campanha deste ano é a Xuxa, eterna rainha dos baixinhos. No lançamento da campanha, o ministro da Saúde, Gilberto Occhi, enfatizou que saúde é responsabilidade de todos.

Para atender a esse público, que é mais suscetível às doenças e suas complicações, foram adquiridas 28,3 milhões doses das vacinas, um total de R$ 160,7 milhões. Todos os estados do país já estão abastecidos com 871,3 mil doses da Vacina Inativada Poliomielite (VIP), 14 milhões da Vacina Oral Poliomielite (VOP) e 13,4 milhões da Tríplice viral, que protege contra sarampo, rubéola e caxumba.

A campanha é indiscriminada, ou seja, pretende vacinar todas as crianças dessa faixa etária, para manter coberturas homogêneas de vacinação. Para a poliomielite, as que não tomaram nenhuma dose durante a vida, receberão a VIP. Já os menores de cinco anos que já tiverem tomado uma ou mais doses da vacina, receberão a VOP, a gotinha. Em relação ao sarampo, todas as crianças receberão uma dose da vacina Tríplice viral, independente da situação vacinal, desde que não tenham sido vacinadas nos últimos trinta dias (Ag.Saúde).

Espetáculo em Roma revela segredos da Capela Sistina

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Imagem da capela Sistina, no Vaticano. Foto: BBC

Gabriel Nunes/ANSA

Um espetáculo em cartaz em Roma leva o público a uma imersão na história do célebre teto da Capela Sistina, uma das obras-primas de Michelangelo e que continua encantando pessoas do mundo todo passados mais de 500 anos de sua conclusão. Desde a estreia de "Juízo Final: Michelangelo e os Segredos da Capela Sistina", em março, mais de 150 mil ingressos já foram vendidos, informou Alessandro Mancini, representante da Artainment Worldwide Shows, produtora responsável pela peça, durante um evento de promoção no Consulado da Itália em São Paulo.

É o primeiro evento permanente na capital italiana, já confirmado pelos próximos cinco anos. Com dois horários diários, um em italiano e o outro em inglês, o espetáculo conta com tradução simultânea para nove idiomas, incluindo o português, e acontece no Auditório Conciliazione. Com duração de 67 minutos e projeções de vídeo em 270º, o espetáculo é considerado imersivo e inovador. Carregado de efeitos de luz e som, foi produzido sob curadoria científica dos Museus do Vaticano, que pela primeira vez permitiram que uma empresa privada filmasse o interior da Capela Sistina.

O show se apresenta como uma viagem no tempo, mostrando como era a igreja sem as pinturas de Michelangelo e toda a batalha do artista para terminar a obra, já que ele preferia ser escultor. Eleições papais e segredos dos conclaves são outros temas que rondam a apresentação. Tudo sob trilha-sonora do músico britânico Sting. "Michelangelo é o símbolo da cultura e da arte da Itália. Então, o espetáculo em que o visitante pode conhecer a sua história e o que ele fez até pintar a Capela Sistina é uma coisa única", comentou Fernanda Longobardo, responsável no Brasil pela Enit, órgão oficial de promoção do turismo na Itália.

O país é um destino muito querido pelos brasileiros, e Mancini tem viajado o mundo fazendo a promoção do espetáculo, que, segundo ele, foi solicitada formalmente pelo governo brasileiro. Ele comentou ainda que, no momento, dois mercados nos Estados Unidos estão sendo cotados para futuras apresentações. O idealizador do evento é o diretor artístico Marco Balich, responsável pela abertura de cinco Jogos Olímpicos, inclusive os do Rio de Janeiro, em 2016, bem como pela Árvore da Vida, na Expo 2015, em Milão.

França proíbe o uso de celular nas escolas

O Parlamento da França aprovou definitivamente a lei que proíbe o uso de celular nas salas de aula a partir do início do próximo ano letivo, em setembro. Ao entrar na escola, os estudantes terão de desligar seus dispositivos móveis, sejam celulares ou tablets. A medida é obrigatória nas escolas primárias e secundárias, que acolhem crianças de até 15 anos. Já nos centros educacionais para estudantes entre 15 e 18 anos, cada instituição poderá decidir se adota a medida ou não e se a toma de forma parcial ou total.

A lei contou com o apoio do presidente francês, Emmanuel Macron, e de seus aliados de centro. Já os grupos de oposição alegaram que a medida seria "inútil", porque o código educacional da França já proibia o uso de celular durante "qualquer atividade de ensino". Por outro lado, o ministro da Educação Jean-Michel Blanquer defendia a necessidade de uma "base jurídica" para garantir a proibição dos celulares. Agora, os professores têm, inclusive, autorização para confiscar os aparelhos.

A medida indica que as escolas poderão fazer exceções para uso pedagógico, atividades extracurriculares ou para uso por parte de estudantes em situações de incapacidade. Macron havia prometido durante sua campanha eleitoral que implementaria a medida se fosse eleito (ANSA).

Coreia do Norte trabalha em novos mísseis, diz jornal

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Teste de míssil intercontinental da Coreia do Norte, em julho de 2017. Foto: ANSA

Apesar do congelamento da tensão com os Estados Unidos, a Coreia do Norte estaria construindo novos mísseis na mesma unidade onde foram fabricados os primeiros projéteis intercontinentais. A informação é do jornal "The Washington Post", que cita fontes dos serviços de inteligência norte-americanos. "Novas provas indicam atividades em curso em ao menos um e talvez dois ICBMs [míssil balístico intercontinental] no centro de Sanumdong", afirma o diário.

A revelação não significa um aumento da capacidade armamentista da Coreia do Norte, mas mostra que Pyongyang continua trabalhando em armas avançadas. Nos últimos meses, o líder Kim Jong-un anunciou a interrupção de seu programa nuclear e de desenvolvimento de mísseis de longo alcance, mas não falou em parar de trabalhar com as tecnologias já obtidas.

"Não há mais necessidade de testes nucleares ou balísticos", afirmou Kim em abril passado. No fim de junho, relatórios de inteligência citados pela "NBC" indicavam, no entanto, que a Coreia do Norte continuava enriquecendo urânio. Kim teve uma histórica reunião bilateral com o presidente Donald Trump em 12 de junho, em Singapura, na qual ambos se comprometeram com a "paz duradoura" e a "desnuclearização" da Península Coreana (ANSA).

Facebook e a tentativa de manipular eleições nos EUA

O Facebook anunciou ontem (31) que diagnosticou uma tentativa coordenada de influenciar as eleições legislativas de novembro nos Estados Unidos, através de perfis e páginas falsas. "Estamos nas primeiras etapas da nossa investigação e ainda não temos todos os elementos, inclusive sobre quem está por trás dessas tentativas", disse a empresa de Mark Zuckerberg.

De acordo com o Facebook, foram identificados oito páginas, 17 perfis e sete contas no Instagram não autênticas. A empresa contou que colabora com o FBI na investigação. As páginas movimentaram US$ 11 mil em 150 anúncios no Facebook e no Instagram, os quais foram pagos em dólares americanos e canadenses e colocados no ar entre abril de 2017 e junho de 2018.

Essas páginas criaram 9,5 mil publicações no Facebook e uma no Instagram, além de pagarem a terceiros para executar os anúncios para elas. Um dos principais objetivos das páginas eram fazer o usuários participarem de eventos. O Facebook também admitiu que não descarta a possibilidade da Rússia estar envolvida no caso (ANSA).

Atentado do Estado Islâmico mata 11 nas Filipinas

Um ataque com carro-bomba matou 11 pessoas, entre elas um menino de 10 anos, ontem (31) no vilarejo de Colonia, na província de Basilan, no sul das Filipinas. O Estado Islâmico (EI) assumiu a responsabilidade pelo ataque. Entre as vítimas estão um soldado, cinco membros de grupos paramilitares, quatro civis, entre eles a criança de dez anos e sua mãe, e o motorista do furgão. Outros seis soldados filipinos e um paramilitar ficaram feridos, segundo autoridades locais.

Testemunhas relatam que a van que explodiu foi parada em um posto de controle militar. Ao perceberem uma atitude estranha do motorista, os soldados chegaram a pedir reforço mas o furgão foi detonado antes da chegada de mais pessoal. A identidade do motorista está sendo investigada por autoridades locais.

O ataque acontece uma semana depois de o presidente do país, Rodrigo Duterte, ter assinado uma lei dando maios autonomia que dá mais autonomia à região de maioria islâmica no sul do país, onde está a ilha de Basilan, que tinha como objetivo estabelecer a paz na área, em que diversos grupos rebeldes operam. O porta-voz da presidência, Harry Roque, classificou o ataque como um "crime", com "uso ilegal da força, mesmo em tempos de guerra" (ANSA).

 

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